quinta-feira, 23 de maio de 2019

Corrida Nº 179 - 1ª Maratona Monumental de Brasília - Brasília-DF - 21abr2019

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Era pra ser, mas acabou não sendo.
Pelo menos não oficialmente...

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"Seguir em frente é preciso, mesmo apesar dos erros..."



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 179
Nome da prova: 1ª Maratona Monumental de Brasília
Cidade: Brasília-DF
Data: Domingo, 21 de abril de 2019
Distância oficial: 42,195kms
Tempo "na classificação oficial": 3h02min23seg
Media: 4min05seg por quilômetro

Distância percorrida: 44,6kms
Tempo "provável dos 42,195kms": 2h53min04seg
Colocação geral: 15º lugar
Atletas no geral: 575 atletas
Colocação na faixa etária 40/44 anos: 3º lugar
Atletas na faixa etária: 108 corredores
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 86
Pódios por classificação geral: 30
Pódios na faixa etária: 55
Pódios em equipes e/ou duplas: 1
Número de peito: 4408





Esta foi a minha segunda maratona em Brasília. A primeira foi lá em 2013 e o relato da prova pode ser conferido clicando aqui.
Nesta minha segunda participação, tinha por objetivo melhorar a colocação, principalmente na categoria. Mas, não consegui. Acabei apenas "empatando". Porém, vamos por partes onde contarei tudo o que aconteceu neste final de semana lá na capital federal.


Embarquei na rodoviária de Ubiratã com destino ao Aeroporto de Maringá na madrugada do dia 19 de abril, Sexta-feira Santa.
Depois de uma parada em Guarulhos, segui viagem em definitivo à capital brasileira.
Cheguei em Brasília por volta das 11:30h da manhã e decidi ir a pé, do aeroporto até a Esplanada dos Ministérios e posteriormente ao hotel.
Foi uma looooooooonga caminhada onde passei pela Catedral Metropolitana, toda a Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional onde aproveitei para conhecer as dependências, Praça dos Três Poderes e arredores, toda a esplanada novamente. Retirei o meu kit, segui até ao Estádio Mané Garrincha e voltei novamente até adentrar nas dependências do Hotel Diplomat. Num total percorri caminhando 22,8kms em 5h59min09seg.

Acabei nem almoçando nesse dia.
Pois a chuva atrasou um pouco a minha caminhada vinda do aeroporto e depois a visita ao Congresso demorou outro tanto e também não consegui jantar devido a chuva que caia no horário que eu iria sair para procurar algum restaurante, pizzaria ou outro estabelecimento culinário.
Sem almoço e sem jantar, acabei comendo apenas uma caixa de bombom que eu havia levado e meio pacote de uma bisnaguinha acompanhado de um refrigerante que peguei no frigobar do hotel. E fui dormir em seguida...
Simples assim... rsrs


Chegando no Congresso.


Acordei no dia seguinte (20/04) por volta das 09:30h da manhã e nem tomei café no hotel achando que já tinha passado o horário. Mas, não havia. rsrs
Apenas terminei de comer as tais bisnaguinhas e fui fazer o check'out e na saída acabei encontrando o casal Baleias Wilma e Comandante Maia.
Conversamos um pouco e em seguida eles subiram para o quarto e eu fiquei na espera dos amigos Baleias de Brasília Izabel e João, onde eu ficaria hospedado nas próximas duas noites. Logo depois, a Wilma e o Maia retornaram do junto e junto com a Shirley e Carlos Bento seguimos até o hotel onde faziam a entrega dos kits para que a Izabel e o João retirassem os seus respectivos kits...
Após, despedimos dos demais Baleias e segui com eles (Izabel e João) até a casa deles onde almoçamos e depois fomos tirar um cochilo. O que foi muito bom pra mim, pois estava bem cansado. Toda aquela caminhada feita no dia anterior foi desgastante demais e eu precisava descansar um pouquinho mais. rsrs




Na entrega dos kits.

Homens: João, Tutta, Maia, Bento e um sobrinho do João.
Mulheres: Izabel, Wilma e Shirlei.
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#atletamonumental



Após o cochilo o João me levou até o Palácio da Alvorada, mas infelizmente não consegui falar com o Presidente Bolsonaro. Como eu não o avisei que iria pra lá, ele tinha saído. Parece que para o Rio de Janeiro. rsrs
Depois voltamos e o João me mostrou boa parte do percurso da prova do dia seguinte. Achei bem fácil. O único e maior problema seria o calor que poderia estar no dia seguinte. No entanto, o sábado estava um pouco nublado e talvez poderia amanhecer com chuva. O que não aconteceu.
Mas, antes do grande dia, ainda reunimos a baleiada num bom e delicioso jantar de massas a base de rodizio de pizza e outras massas e por volta das 22 horas já estávamos a postos para o descanso e no aguardo de mais uma grande prova.


No Palácio da Alvorada.
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No jantar de massas.
Do lado esquerda da foto está a Wilma, a Izabel, a Shirley e o Bento.
Do lado direito o Maia, o João, Eu e o Fernando.


No dia seguinte, acordamos por volta das 05:00h da manhã, nos encaminhamos para a Esplanada dos Ministérios, local da largada e chegada da prova, onde encontramos os demais Baleias e após a foto oficial cada um procurou o melhor lugar para se posicionar para a largada que se deu as 06:40h.





Foto Oficial Baleias.


Antes da largada estava meio friozinho, porém, não havia nenhuma nuvem no céu e isso era preocupante, pois o calor poderia vir com tudo no decorrer da prova.

Largamos no sentido do Congresso Nacional, fizemos um trecho meio deserto na região "dos fundos" do Congresso e depois retornamos.
O meu objetivo inicial para a prova era manter um ritmo médio de 4 minutos por quilômetro, pelo menos até a metade da prova, e vinha correndo com sobras. Depois, do km 21 ao 31 traçava manter um tempo total de 43 minutos e fechar os últimos 11kms com 55 minutos. Caso eu conseguisse manter esta 'estratégia', eu completaria a prova em torno de 2h57. O que seria um tempo fantástico.


Com pouco mais de 10 quilômetros pegamos a Asa Norte (se não me engano) e esse seria o trecho onde haveria um pouco mais de dificuldade por conta de algumas subidas, principalmente no retorno. No entanto, as subidas não eram assim tão assustadoras. Dava até para tirar de letra se a preparação tivesse sido boa. O problema maior seria mesmo o calor que a essa altura já começava a dar o ar da sua graça. rsrs

Praticamente lá no final da Asa fizemos o retorno e em seguida completei os primeiros 21.097 metros e o tempo estava dentro do planejado. Aliás, estava até abaixo da media.
Passei a marca da meia maratona com 1h23min18seg. Media de 3min56seg por quilômetro. E consegui manter essa media abaixo dos 4 minutos até lá pelo km 25. Porém, já havia feito um ou outro quilômetro acima destes quatro minutos. Mas, a media geral ainda estava muito boa e abaixo dos 4 minutos.
Eu vinha correndo muito bem. Sem cansaço, sem dores, se nada.
Estava solto na prova... Só que, me fizeram errar o caminho.


Assim que chegamos, praticamente em frente a rodoviária, os maratonistas deveriam seguir e passar por baixo da mesma. Mas, no momento em que cheguei ali, não havia ninguém e nenhuma placa indicando isso e como não vi nenhum maratonista na minha frente seguindo em diante, acabei fazendo a curva a esquerda e acompanhando os meio-maratonistas.
Só me dei conta de que estava no caminho errado quando vi a placa de 42 quilômetros na minha frente.
Nesse momento diminuí o ritmo e fiquei olhando para os lados para ver se via alguma passagem que me levasse a passar por baixo da rodoviária, pois eu sabia que deveria passar por lá. No dia anterior o João havia me dito isso, mas ali, durante a prova eu acabei me esquecendo. Como não vi nada, perguntei para algumas pessoas e fotógrafos para onde que eu deveria seguir. Ninguém me disse nada e continuei seguindo. Olhei para os lados e só via numeral cinza. Ou seja, atletas que estava na meia maratona. Quem fazia a maratona estava de amarelo.


Mesmo assim continuei seguindo achando que teria alguma passagem ao lado do pórtico de chegada. A esta altura eu não conseguia mais raciocinar e lembrar que teria que voltar. A rodoviária era lá atrás. Eu só pensava em seguir e achar o caminho rumo aos 42 quilômetros.
Cheguei a uns 50 metros do pórtico de chegada e ouvi alguém falando no microfone mais ou menos assim: "atleta dos 42 quilômetros chegando, mas deve estar errado, pois ainda não é hora."
Ao ouvir isso dei meia volta e retornei. Me lamentei muito nesse retorno, pois havia percorrido uma distância enorme em vão.

Ao chegar no local do erro, já tinha por lá pessoas indicando o caminho e fornecendo água aos maratonistas e disse que eu havia errado o caminho e seguido até quase a chegada. Não me falaram nada. Só me deram um copo d'água e segui. Agora no caminho certo. Mas, numa desmotivação danada. Pois, como eu disse, eu vinha correndo muito bem e errar o caminho num momento tão crucial abala qualquer um.
O problema ainda era maior, pois como eu corria com o celular, a cada quilômetro ele dava a parcial e dizia qual a quilometragem e eu estava, nada mais, nada menos do que dois quilômetros atrás do percurso oficial.
Ou seja, quando o aplicativo falava quilômetro 30, eu estava no 28. Quilômetro 35, eu estava no 33 e assim sucessivamente. Aquilo era frustrante e desanimador. Mas, continuei com ele ligado, pois assim dava para saber em qual ritmo eu ia seguindo e em muitas ocasiões ainda corria abaixo dos 4 minutos por quilômetro. Em outros chegava em 4'15, as vezes um pouco mais, outras um pouco menos. Ainda seguia num bom ritmo. O problema era só aqueles quilômetros a mais na conta...

Pouco após o local onde errei, alcancei um atleta com uma camiseta de marcador de ritmo para sub-3. Ao conversar com ele, ele me disse que havia quebrado e que não era para o acompanhar e me mostrou um outro atleta mais a frente que estava no ritmo certo.
Acelerei um pouco e alcancei o tal atleta e perguntei se ele estava realmente no ritmo para sub-3. Ele disse que sim e disse a ele o que acabara de me acontecer, mas mesmo assim ia tentar brigar por essa marca e o acompanhei por uns 4 ou 5 quilômetros.
Lá no retorno da Asa Sul (ou Norte, já nem sabia mais), após um ponto de hidratação ele abriu certa vantagem e não mais o alcancei.
Seguia-o meio de perto, mas, a cada quilômetro ele se distanciava um pouco mais e cheguei em determinado momento que vi que não teria condições de buscar esta meta depois daqueles dois quilômetros percorridos a mais lá no início da Asa e fui me contentando com o que viesse.

Busquei correr mais na beirada da rua tentando buscar um pouco de sombra mais era quase em vão. O sol predominava naquele belo céu azul de Brasília.
Quando cheguei no quilômetro 40 da prova (42 já percorrido) o cronômetro marcava 2h52min13seg. Nesse momento pra mim faltaria apenas 195 metros, que com certeza eu faria com menos de um minuto e, oficialmente, eu fecharia a prova abaixo de 3 horas. Mas, não era pra ser desse jeito. Ainda faltava mais de dois quilômetros de sofrimento, e ao mesmo tempo de garra e determinação para concluí-los. E o fiz com brilhantismo.
Não foi o que eu queria, mas, foi o que deu para fazer naquele dia.
Fechei a prova no tempo oficial de 3 horas, 2 minutos e 23 segundos. Isso para os pouco mais de 44 quilômetros que percorri. O que deu uma média de 4 minutos e 5 segundos por quilômetro. Ou seja, média de tempo para sub-3h.
E se fosse para descontar estes dois últimos quilômetros percorridos, o meu tempo oficial seria em torno de 2h53min04seg. Mas, como eu errei, não há como voltar atrás e vou ter que amargar este tempo oficial acima das três horas. Que não deixa de ser um tempo excelente. Porém, quando a gente corre em busca de uma meta, qualquer tempo acima daquilo, é um desastre total. Ainda mais depois de ter cometido um erro, como foi o meu caso.


Mas, como eu disse, não foi tão ruim assim. Terminei em 15º lugar na classificação geral (que poderia ter sido 10º) e em 3º lugar na minha faixa etária (que seria o 3º mesmo se não tivesse errado).
Não teria melhorado as colocações de 2013. Teria apenas empatado nas duas.

Mas, faz parte e se a prova acontecer novamente em 2020, estarei por lá, se assim Deus quiser.
E irei em busca da 'revanche' e de uma melhor colocação e tempo. rsrs 


Após finalizada a prova, peguei minha medalha de participação, encontrei com a Wilma que havia feito os 10kms e em seguida fui medir o percurso que eu havia feito a mais e acabei confirmando a distância de 1km pra vim e outro pra voltar. Totalizando 2kms a mais. Como já mencionei acima.
E já aproveitei, passei na rodoviária e comprei uma Coca Cola para matar a sede e depois retornei ao local de chegada para aguardar os demais amigos da equipe e antes da chegada deles fui premiado por duas vezes.
Primeiro recebi a medalha Top-42, por ter completado a prova entre os 42 primeiros colocados no geral e em seguida fui chamado ao pódio para receber o troféu de 3º lugar na faixa etária dos 40 aos 44 anos.


Já após todos completados a prova, fomos para casa e depois para um almoço que durou a tarde toda e com direito a muita chuva que chegou a molhar até dentro da lanchonete onde estávamos.
Na rua em frente alagou que até carro ficou submerso.

Ao final da tempestade, nos despedimos e segui com a Isabel e com o João até a casa deles onde passaria mais algumas horas até pegar os voo as 06:00h da manhã de segunda-feira dia 22 de abril rumo a Maringá e depois de ônibus até Ubiratã onde cheguei perto das 20 horas.

Um último detalhe que não mencionei no texto foi que, no dia da prova (21/04) era aniversário de Brasília e teve show aéreo com a esquadrilha da fumaça e a noite teria show ao vivo e gratuito com a cantora Anita. Mas, não fui ao show.
E também, acabei perdendo de assistir Gama e Brasiliense na final do campeonato distrital no estádio Mané Garrincha no sábado onde o Gama se sagrou campeão.
Dá próxima vez vou ficar mais atento para não perder detalhes como estes, pois já não é fazer conseguir dinheiro para ir tão longe e quando vou, preciso aproveitar ao máximo.

Outros detalhes a respeito da prova que não mencionei, é que faltou água no percurso. Principalmente na parte final e o lanche no final foi uma banana, quase verde e uma mini maçã e água, que não estava gelada. Acho que precisam melhorar nessa hidratação.
Uma outra coisa que achei errado foi a massagem acabar antes dos maratonistas completarem a prova. Assim que cheguei fui na tenda, mas ao entrar na fila me informaram que já estava encerrando. Um absurdo deixar os maratonistas na mão nestes quesitos citados. Mas, enfim... vamos que vamos, pois o show não pode parar ...

E é isso... Até uma próxima...



Segue abaixo mais fotos:
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O kit da prova.
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Na Asa Sul, durante a caminhada vindo do aeroporto na sexta-feira.
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Chegando na Esplanada depois da chuva.
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Na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.
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Chegando no Congresso Nacional.
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Na Câmara dos Deputados.
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No Senado.
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Supremo Tribunal Federal.
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Palácio da Justiça.
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Palácio Itamaraty.
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Aqui acho que é a Praça dos Três Poderes.
Lá atrás, não lembro qual palácio é.
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O Belo arco-íris após a chuva.
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No Estádio mané Garrincha.
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Antes da prova.
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Em torno do km 9 após voltar do trecho aos fundos do Congresso.
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Superação.
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Esta foto eu não sei sé é quando eu já estava para chegar ou foi no momento do erro. Mas, ficou top. rsrs
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Mais uma ficou legal.
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Chegando 1.
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Chegando 2.
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 Chegando 3.
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E a minha chegada gloriosa. Porém, sofrida...
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Imediatamente após a chegada.
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Após a prova.
Só faltou mudar o 42 por 44 aí na placa. rsrs
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Mais um pódio pra coleção.
Já é o quinto do ano em 5 provas.
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Os 15 primeiros colocados da minha categoria (40/44).
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Sem comentários pra esta foto.
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Todas as minhas conquistas em Brasília.
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Shriley, eu, João e Paulo Picaña.
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No almoço após a prova e a chuva caindo dentro da lanchonete mais ao fundo.
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Pelo vídeo dá pra ver melhor.
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Um carro ali em baixo d'água a poucos metros da lanchonete onde estávamos.
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Wilma, completou os 10kms com 1h29min33seg.
Terminou em 252º lugar no geral e em 14º  lugar na sua categoria.

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Bento, se poupando para cirurgia completou os 21kms em 2h55min38seg.
Terminou em 520º lugar no geral e em 34º lugar em sua categoria.

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Apesar da comemoração, João abandonou a prova por estar sem treinos adequados.
Ele fez apenas 28kms com 3h39min25seg, mas seu nome consta na listagem oficial pelo fato dele ter passado pelo pórtico de chegada após o abandono.

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Maia completou os 42kms com 4h52min45seg.
Ficou em 424º lugar no geral e em 7º lugar em sua categoria.
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Izabel acabou não chegando até o final da Asa Sul e retornou faltando cerca de 2kms do ponto oficial. Devido ao calor ela percorreu cerca de 38kms em 5h38min26seg e seu nome consta na listagem com este tempo.
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Paulo Picaña completou os 42kms com 5h48min10seg.
Ficou em 544º lugar no geral e em 61º lugar em sua categoria.

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Shirley completou sua segunda maratona com o tempo de 5h48min51seg.
Ela ficou em 85º no geral e em 10º lugar em sua categoria.

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Fernando completou os 42kms com 5h50min08seg.
Ficou em 547º no geral e em 87º em sua categoria.

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Resultados Chip Brasil
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Resultados no site oficial
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 5kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 5kms.
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 10kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 10kms.
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 21kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 21kms.
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Classificação das 35 primeiras colocadas nos 42kms.
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Classificação dos 35 primeiros colocados nos 42kms.
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Agradecimentos:
Primeiramente a Deus por intercessão de Nossa Senhora Aparecida e Sagrado Coração de Jesus pelo dom da saúde e por me proporcionar uma ótima viagem, estadia e prova em Brasília.
Agradecimento também a Academia Boa Forma de Ubiratã pelo apoio na parte de reforço muscular e um agradecimento mega especial ao casal de amigos Isabel e João pela hospedagem, translados e até mesmo a alimentação na Capital Federal e a sua filha Isabela pelas fotos do pódio e até mesmo a sua outra filha, que agora me foge o nome, que estava em viagem e acabou "cedendo" o seu quarto.


#tuttamaratonista


domingo, 7 de abril de 2019

Corrida Nº 178 - 4ª Etapa do Circuito SESC de Corrida de Rua - Foz do Iguaçu-PR - 17mar2019


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... Postagem atrasada ...
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Mesmo sem muito interesse em participar desta prova, resolvi fazer um projeto como “teste" e encaminhei à Secretaria Municipal de Esportes de Ubiratã e para minha surpresa, com três dias o projeto foi aprovado.
Agora, o jeito era ir. Mesmo não querendo. rsrs
Poucos dias depois o dinheiro caiu na conta e de imediato fiz a inscrição, reservei o hotel e comprei as passagens e no dia 16/03 ao meio-dia e meio embarquei para Foz do Iguaçu.
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Antes da prova em Foz.

Crédito pela foto: Léo Nunes




Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 178
Nome da prova: 4ª Etapa do Circuito SESC de Caminhada e Corrida de Rua
Cidade: Foz do Iguaçu-PR
Data: 17 de março de 2019
Distância: 12kms
Tempo: 44min49seg
Media: 3min44seg por quilômetro
Colocação geral: 2º lugar
Atletas no geral: 163 corredores
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 85
Pódios por classificação geral: 30
Pódios na faixa etária: 54
Pódios em equipes e/ou duplas: 1
Número de peito: 848


Esta seria apenas a minha segunda participação em provas do Circuito SESC naquela cidade.
A primeira vez foi em 2007. Ou seja, 12 anos atrás.
Quando o circuito estava ‘nascendo'.
Na ocasião a prova aconteceu no dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, e era em anexo à Maratona de Foz e eu havia sido o oitavo geral e tinha conquistado o terceiro lugar na faixa etária.
Para esta nova participação o objetivo era obter uma melhor colocação do que aquela de 2007.

Pra isso, embarquei para Foz no início da tarde de sábado, véspera da prova e cheguei em Foz do Iguaçu por volta das 17:00 horas com uma chuva torrencial.
Por sorte, uns 30 minutos depois ela deu uma trégua e aproveitei o momento para ir, a pé mesmo, até o Super Muffato onde jantei e depois, novamente a pé, segui até o hostel.
Por volta das 22 horas fui dormir e acordei as 05:30h da manhã. Aliás, nem dormi direito. Não sei se era ansiedade para a prova ou era porque eu não tinha me adaptado bem às dependências do hostel. Que era muito boa por sinal.

Comi o meu lanche que sempre levo para os meus ‘cafés da manhã’ em vésperas de provas e tive que dividir com outros dois companheiros. Dois cachorros que de estimação dos donos do hostel e por volta das 05:50h me encaminhei, outra vez a pé, até a unidade do SESC, local da prova, onde retirei o meu kit e após me troquei, deixei meus pertences no guarda volume, fiz um breve aquecimento e me perfilei para a largada que se deu pontualmente às 07:30h da manhã.
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Momentos após a largada.


No momento caia um leve chuvisqueiro...
Saí meio no “bolo" devido à largada estreita não consegui me posicionar mais à frente do pelotão. Mas, assim que saímos das dependências do SESC e entramos na avenida, que seguia rumo a Itaipu Bi-Nacional, já consegui achar espaços e fui ganhando algumas colocações.
Passei o primeiro km com 3’40 e nesse momento contei 15 atletas na minha frente. Lá no início da prova havia bem mais de trinta.
Um quilômetro depois, havia somente 8. Passei esse km, que era o 2, com 3’35.

No km seguinte quem faria a prova de 6kms fazia o retorno e quem iria para os 12, o meu caso, seguia em frente.

Nesse momento só havia uns cinco atletas na minha frente e praticamente todos viraram e eu assumi ali a segunda colocação geral da prova de 12km. O primeiro colocado, e amigo Uriwagner, seguia a uns 100 metros de distância.
Nesse momento também, comecei a sentir um cansaço nas pernas. Uma fraqueza e achei que isso poderia me prejudicar na prova. Talvez ocasionada pela caminhada de cerca de 10km do dia anterior, ou da noite mal dormida, ou ainda pela falta de reforço muscular. Tenho apoio da Academia Boa Forma de Ubiratã nesse quesito, mas raramente estou indo. Pois, o meu trabalho é muito cansativo e as vezes prefiro descansar à ir para academia.

Mas, apesar da moleza, segui, tentando manter o pensamento positivo.
No km 6 fizemos o retorno e percebi que os atletas que me seguiam estavam bem próximos então, eu não podia fraquejar.
O primeiro colocado conseguiu abrir alguma vantagem e seguia a uns 150 a 200 metros à minha frente
Buscá-lo não sei se daria. Mas, o objetivo principal naquele momento era de manter, no mínimo, aquele segundo lugar.

Nesse retorno, km 6, passei com 22’10 de tempo total.
O percurso até ali era bem favorável. Com uma ou outra subidinha não muito intensa.
Já para voltar, aí era mais complicado. Havia mais subidas do que descidas. Por sorte, o tempo estava nublado, porém em certos momentos bem abafado. Mas, vez ou outra caia um chuvisqueirinho e isso amenizada o abafamento.
Correr com sol e temperatura alta nesse percurso acho que seria bem complicado. Mas, a temperatura e o clima estava bem bacana e então o jeito era manter a pegada até o final.

Como citei, o percurso na volta era mais difícil, tanto é que, já nesse primeiro km, voltando, eu ultrapassei a marca dos 4 minutos, fazendo 4’04 do km 6 ao 7.
Ainda assim eu seguia a uma distância 'segura' do terceiro colocado. Enquanto lá na frente, o Uriwagner começou a abrir mais vantagem.

Sem chances de alcançá-lo o jeito era manter firme ali e segurar aquele segundo lugar e assim, quem sabe, fazer uma moralzinha com a Secretaria de Esportes e isso poderia facilitar pra mim na hora de pedir novos patrocínios. rsrs
Após o km 9 a fraqueza nas pernas voltaram, mas como agora faltava pouco, procurei me manter focado no objetivo e segui firme.
Passei a marca dos 10kms com 37’22.
Tempo relativamente alto em relação a outras provas já feitas este ano e principalmente no ano passado. No entanto, estava sendo o suficiente para me manter bem colocado nesta que estava sendo a quarta etapa do Circuito SESC neste ano de 2019.
Nesse momento, km 10 em diante, já comecei a encontrar os retardatários dos 6kms.

Até pensei em olhar para trás para ver a diferença que estava para o terceiro colocado. Mas, como não gosto muito de fazer isso para não dar a impressão ao adversário que estou cansado mantive firme, olhando para frente e segui para completar a minha quarta prova no ano com pódio.
E cruzei a linha de chegada com o tempo de 44min55seg marcado pelo meu Strava. Depois, no tempo oficial do SESC deu 44'49. Media de 3min44seg por quilometro. Tempo relativamente alto. Mas, foi o que deu para fazer no dia.

E um fato que achei bem legal antes de cruzar o pórtico de chegada foi ouvir o locutor falar meu nome completo, o nome da minha cidade e em seguida o meu apelido. E eu nem conhecia o locutor. Bacana demais isso.
Raramente esse fato acontece nas provas. E isso é sinal de que sou bem conhecido nas corridas. Fiquei feliz demais da conta por ser reconhecido. rsrs
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Vídeo da minha chegada.


Após completada a prova, comi muita melancia e banana, peguei minha medalha, tirei a roupa toda encharcada. Nem tanto pela chuva, pois apenas chuviscou durante a prova. Mas, sim pelo suor, devido ao abafamento. E fiquei no aguardo da premiação que demorou um pouco, pois após as 9 da manhã caiu muita água.

Após recebida a premiação me encaminhei à rodoviária, só que desta vez tive que ir de ônibus, pois chovia demais e saí de Foz às 12 horas rumo a minha querida e amada cidade de Ubiratã onde cheguei por volta das 16:30h e também com chuva.

E assim foi mais uma prova na vida deste atleta amador que vos escreve...


Segue abaixo algumas fotos:
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Meu número que somado dá 2.

Parece indicando a colocação que eu ficaria.
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Largada na unidade do SESC Foz.
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Em torno do km 2. Talvez um pouquinho mais e eu ali atrás vindo em oitavo lugar.
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Concentrado na prova.
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Chegando para completar os 12kms.
Crédito da foto: Léo Nunes.

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Completando com o tempo oficial de 44min49seg.
Crédito da foto: Léo Nunes.
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Finalizando o exercício no Strava.
Sim. Eu corro com celular... Já me acostumei.

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"Todos dizem que acabou. Mas, eu não consigo parar!"
Obrigado Deus por mais esta prova.
Crédito da foto: Léo Nunes.

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Após a prova.
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Medalha da prova.
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Flagrado pelo Léo Nunes na hidratação.
Olha minha cara de assustado. rsrs
Valeu pelo click Léo.

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Recebendo o troféu de vice-campeão.
Crédito da foto: Léo Nunes.
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Mais um pra coleção.
Crédito da foto: Léo Nunes.

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Pódio geral dos 12kms.
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O belo troféu da prova.
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Certificado de conclusão da prova.
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Os 15 primeiros colocados nos 12kms.
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As 15 primeiras colocadas nos 12kms.
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Os 15 primeiros colocados nos 6kms.
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As 15 primeiras colocadas nos 6kms.
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Agradecimentos:
Primeiramente sempre a Deus por 
interseção de Nossa Senhora Aparecida e Sagrado Coração de Jesus pelo dom da corrida e da saúde.
à Academia Boa Forma, Dr. Marcus e especialmente à Secretaria Municipal de Esportes de Ubiratã.



#tuttamaratonista

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Corrida Nº 177 - 3ª Corrida Cidade das Flores - Corbélia-PR - 10mar2019


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... Postagem atrasada ...
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Com inscrição gratuita, a terceira edição da Corrida Cidade das Flores em Corbélia foi um sucesso no último 10 de março. E eu, como campeão em 2018, estive defendendo o título na prova deste ano. Mas, acabei apenas na quinta colocação geral.
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"O importante não é vencer todos os dias. Mas, lutar sempre."



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 177
Nome da prova: 3ª Corrida Cidade das Flores
Cidade: Corbélia-PR
Data: 10 de março de 2019
Distância: 6kms
Tempo: 20min55seg
Media por quilômetro: 3min29seg
Colocação geral: 5º lugar
Atletas no geral: 98 atletas
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 84
Pódios por classificação geral: 29
Pódios na faixa etária: 54
Pódios em equipes e/ou duplas: 1
Número de peito: 735



No último dia 10 de março estive participando da terceira edição da corrida Cidade das Flores em Corbélia.
Como atual campeão, estive defendendo título, mas o nível técnico da prova este ano foi muito forte e, como citei logo no início, acabei apenas na quinta colocação geral.
Porém, fiz uma bela participação. Pois, eu vinha de uma maratona bastante desgastante um mês antes e consegui finalizar esta prova com um ritmo médio por quilômetro excepcional.
Mas, vamos por partes...

 Fui para Corbélia juntamente com os amigos Leonardo Zampieri, Alisson e Magaiver.
Chegamos na cidade as 7:20h da manhã, em torno de 45 minutos de viagem, e imediatamente fomos retirar os nossos numerais e deixamos os nossos nomes para concorrer a sorteios de camisetas no final do evento. Mas, não ganhamos nada. rsrs
Em seguida fomos pôr os números nas camisetas e depois aquecer um pouco.

Este ano a prova surpreendeu com o número de participantes. Haviam quase 200 competidores. Um número relativamente alto em relação a edição de 2018 que pode ser conferida clicando aqui.
A largada se deu pontualmente às 8 horas da manhã.
Diferente de outras provas, desta vez fiz uma boa largada. Porém, o nível técnico dos atletas estavam bem mais elevado e não conseguir manter-me entre os primeiros colocados e assim, de repente, 'brigar' pela vitória novamente.

O Jilmar de Nova Aurora, vice-campeão em 2018, disparou no primeiro quilômetro acompanhado do Ademir de Cascavel que logo assumiu a ponta. Difícil vencer esse Ademir. O cara corre demais.
Eu completei o primeiro quilômetro com 3 minutos e 20 segundos, mas os primeiros três colocados fizeram com 3'10 ou menos. Estavam bem à frente e eu e estava ali entre os dez primeiros.

No quilômetro 2 o ritmo subiu um pouquinho e passei com 3'34. Mas, apesar do ritmo ter diminuído, eu havia ganho algumas colocações e estava em quinto lugar. Em seguida fizemos um retorno e na sequência ultrapassei o quarto colocado assumindo assim esta colocação.
O Jilmar estava em terceiro a uns 50 metros de distância.
Mas, o que me incomodou bastante foi que o atleta que eu acabara de ultrapassar me seguia. E o barulho das passadas dele me desconcentrava.
Eu não conseguia abrir vantagem dele e acabei sendo ultrapassado por ele na penúltima subida e faltando menos de 1.500 metros para finalizar prova.

Como eu estava um pouco cansado devido ao pedal de 40km que tinha feito no dia anterior não consegui acompanhá-lo.
Sem chances de ultrapassá-lo e confortável em relação ao sexto colocado, só administrei aquela quinta colocação e segui para completar a prova com o tempo de 20 minutos e 55 segundos. Media de 3 minutos e 29 segundos.
Apesar de ter feito a prova, 35 segundos mais lento do que no ano anterior, achei que fiz um ótima participação. Haja vista que, no dia 10 de fevereiro, ou seja, um mês antes, eu havia completado a dificílima Maratona do Vinho em Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul. Então, não tenho o que reclamar do meu desempenho nesta prova na Cidade das Flores.. rsrs

Após completar a prova, ainda fiz mais uma volta no percurso como treino, já que venho em preparação para Maratona Monumental de Brasília que acontece no próximo dia 21 de abril.
Em seguida fiquei no aguardo da premiação e após recebida, o Leonardo já queria vir embora. Mas, como havia ainda a premiação das categorias pedi para ele que esperasse um pouquinho e, mesmo não querendo, ele acabou esperando. rsrs
E eis que na hora que chamam a categoria dele, ele foi chamado em segundo lugar e aí, quem não queria mais ir embora era ele. rsrs
E até "cantou" uma camiseta para o secretário de esportes que acabou cedendo uma pra ele.

Antes também, o Magaiver havia sido chamado para ocupar o segundo lugar de sua categoria.
O único que não conseguiu pódio foi o Alisson, que não corria uma prova desde a Prova Tiradentes do ano passado (2018) em Maringá.
Já após recebida as premiações voltamos para casa.
Ah, claro, antes o Magaiver e eu demos uma passadinha na Bira Beer tomar um chopp e eis que encontramos com ele por lá: o prefeito de Ubiratã. E lógico que não íamos deixar passar esse momento em branco sem fazer uma ' fotinha' e com copo de chopp e tudo. rsrs

Magaiver, Prefeito Baco e eu.


Já a tarde ainda fui no Estádio Municipal de Ubiratã assistir um jogo de futebol entre os Máster de Ubiratã contra a Seleção Brasileira de Máster. 
E lógico que não deu outra. Vitória do Brasil por 5 a 3 assim foi o meu final de semana.
Abraço e até a próxima...


Com o único que consegui uma foto: Túlio Maravilha.



Segue abaixo mais algumas fotos:
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Meu número.

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Alisson, Leonardo, Eu e Magaiver antes da prova.
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Largada.
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Em quarto lugar com o atleta em quinto colocado e o sexto vindo um pouco mais atrás..
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Chegando para completar a prova na quinta colocação geral.
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Após a prova.
Magaiver 27'56, Alisson 32'06, eu 20'55, Leonardo 33'29.
PS: O Tite não pode correr devido a uma lesão.
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Só na expectativa. rsrs
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Recebendo o troféu.
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Mais um pódio pra coleção.
Com este, já é o 29º por classificação geral e o 84º na carreira.
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O troféu e a medalha de participação.
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Pódio do Magaiver
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Pódio do Leonardo.
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Os três detentores de pódios na 3ª Corrida Cidade das Flores.
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Chegada do Alisson.
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Essa é a Valéria. Outra ubiratanense presente na prova, mas que eu fiquei sabendo bem depois.
Ela completou os 6kms com 34'27 e terminou em quarto em sua faixa etária.
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Classificações abaixo...




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Chegando para fechar a segunda volta com 23'27.




Agradecimentos:
Primeiramente a Deus pelo dom da saúde e por ter realizado mais esta prova e conquistado mais um pódio.
Agradecimento também ao Leonardo Zampieri que nos levou, ao vereador Sílvio da Campestre pela ajuda dada ao Magaiver e que nos foi repassada por ele em forma de pagamento dos pedágios e a Academia Boa Forma onde faço trabalho de reforço muscular.


#tuttamaratonista