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terça-feira, 11 de agosto de 2026

A Minha 7ª Maratona (Brasília 2013)

Algumas maratonas começam muito antes do dia da largada.

A minha 7ª foi em Brasília no dia 5 de maio de 2013 mas ela começou ainda no ano anterior, quando olhei a classificação geral e percebi que, com o tempo que eu costumava fazer nas maratonas, poderia terminar entre os dez primeiros colocados.
Aquilo ficou na minha cabeça.
E quando uma ideia entra na cabeça de um maratonista, ela costuma virar objetivo.

E para tentar transformar aquela possibilidade em realidade, fiz uma preparação de apenas oito semanas.
Treinava, em média, quatro dias por semana e, nesse período, percorri quase 450 quilômetros.
Não era uma preparação longa, mas era o que eu tinha e foi o suficiente para ganhar confiança.

Mas, na última semana, quase coloquei tudo a perder.
Após um simples treino na grama fiquei com a camiseta molhada de suor por mais tempo do que deveria e isso acabou me rendendo um resfriado.
A garganta inflamou. E ficou assim até o dia da maratona.
Felizmente, não chegou a atrapalhar meu desempenho.

Viajei para Brasília dois dias antes da prova e fiquei hospedado na casa dos amigos e companheiros de equipe, João e Izabel.

No domingo, acordei às 5h15.
Às 7 horas, pontualmente, foi dada a largada.

Eu tinha uma estratégia bem definida: tentar manter um ritmo próximo de 4 minutos por quilômetro até o km 30 e, depois disso, administrar até 4min30seg por quilômetro para buscar uma chegada por volta de 2h54.

Larguei cauteloso, sem sequer fazer aquecimento.
No km 1, 4min08seg. Depois encaixei o ritmo.
Quando completei o km 10, meu cronômetro marcava 38min48seg.
Eu estava abaixo da média que havia planejado. E isso era ótimo.

Já havia encaixado o ritmo e os quilômetros saíam entre 3min50seg e 4min05seg.
A corrida fluía muito bem, as pernas respondiam e, naquele momento, tudo parecia caminhar exatamente como eu havia imaginado.
Passei pela metade da prova, no km 21, com 1h22min.
O ritmo estava tranquilo.
O percurso também.
E um gel tomado pouco antes da meia maratona ajudava a manter as forças renovadas.

Mas uma maratona começa a mostrar quem realmente está preparado quando os quilômetros vão se acumulando.
E, conforme o km 30 se aproximava, o ritmo começou a diminuir.
Ainda conseguia correr próximo dos 4 minutos por quilômetro, exatamente como havia planejado.
Quando completei o km 30, o relógio marcava aproximadamente 1h58min.
Eu estava dentro da estratégia.
Só que, dali para frente, a história começou a mudar.

Até o km 32 ainda conseguia manter uma média próxima dos 4 minutos.
Depois disso, o ritmo foi caindo.
Cheguei, em determinado momento, perto dos 4min40seg por quilômetro.
Tentei outro gel.
Mas nem ele foi suficiente para devolver a energia que eu precisava para enfrentar os 10 quilômetros restantes.

E ainda havia um detalhe importante: 
o percurso começava a subir.
A cada subida, eu perdia tempo.
E quando finalmente aparecia uma descida, o corpo já não tinha forças para recuperar o que havia perdido.
Os últimos cinco quilômetros foram uma verdadeira pedreira.
E, se a memória não me trai, eram praticamente todos em subida.

Nos km 37 e 38, fui ultrapassado por dois corredores. O segundo era da minha categoria e terminou três minutos à minha frente. Tentar acompanhá-lo naquele momento poderia significar quebrar mais adiante. Então preferi administrar e garantir mais um sub-3h
.
Sabia que aquela era hora de administrar e mesmo se eu corresse a 5 minutos por quilômetro naquele final de prova, eu ainda conseguiria terminar abaixo das três horas.

E foi exatamente o que eu fiz.
Continuei no meu ritmo.
Sem tentar buscar aquilo que o corpo já não tinha.
Até que, faltando aproximadamente 500 metros para a chegada, apareceu o último desafio.
Uma rampa de cerca de uns 70 a 100 metros, ao lado do Congresso Nacional.
E que rampa!
Era muito íngreme.
Subi correndo. Mas, sinceramente, eu estava mais lento correndo do que estaria se tivesse alguém caminhando ao meu lado. rsrs

Só que, depois da rampa, veio aquilo que todo maratonista espera.
O pórtico de chegada apareceu. E, quando a gente avista a linha final, parece que o corpo encontra forças de algum lugar que a gente nem sabe explicar.
Consegui acelerar um pouco e cruzei a linha de chegada em 2h54min27seg.
Um tempo que, curiosamente, já havia aparecido para mim em um sonho alguns dias antes.




Mas a história daquele dia ainda não havia terminado.
Eu tinha um objetivo além do tempo.
No ano anterior, aquele resultado teria me colocado entre os dez primeiros da classificação geral e provavelmente me daria o primeiro lugar na faixa etária. E naquele ano (2013), eu acreditava que poderia brigar pelo pódio.
Só que, quando anunciaram os três primeiros colocados da categoria de 35 a 39 anos, meu nome não estava entre eles.
Fiquei frustrado. Mas, de certa forma, aceitei.

Até que o corredor que havia me ultrapassado no km 38 percebeu que havia alguma coisa errada e foi questionar a organização.
Outros atletas também começaram a conferir os resultados. E então fomos atrás.

Depois de alguns minutos de conversa, conferências de nomes, números e tempos registrados nos próprios cronômetros dos atletas, a organização refez a verificação e
 veio a confirmação: havia um erro na classificação.
O resultado foi corrigido.
E os verdadeiros merecedores do pódio foram chamados.
Dessa vez, meu nome estava lá: 3º colocado na categoria de 35 a 39 anos.




Aquele pódio teve um sabor diferente.
Não apenas pelo resultado.

Mas porque, depois de 42 quilômetros de esforço, quando parecia que a história já estava encerrada, ainda foi preciso lutar por aquilo que eu havia conquistado dentro da pista.
E assim subi ao pódio para celebrar uma das conquistas mais importantes daquele primeiro semestre de 2013.
Uma maratona de 2h54min27seg.
Um terceiro lugar.
E uma certeza que ficaria marcada comigo: "algumas conquistas não terminam quando cruzamos a linha de chegada. Às vezes, é preciso continuar lutando até que o resultado faça justiça a tudo aquilo que você foi capaz de conquistar."


📖
Continua na série: Tutta e suas 50 maratonas.


















Leia também:


- A Maratona 1




sábado, 24 de dezembro de 2022

Corrida Nº 222 - Maratona Monumental de Brasília - Brasília-DF (27nov2022)

 E começa mais uma saga. Rumo a mais uma maratona.

"As pernas são importantes, mas a mente e o coração são essenciais para superar qualquer adversidade."


Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 222
Nome da prova:  Maratona Monumental de Brasília
Cidade: Brasília-DF
Data: Domingo, 27 de novembro de 2022
Distância: 42,2kms
Tempo: 3h07min33seg
Media por quilômetro: 4min26seg
Colocação geral: 26º lugar
Atletas no geral: 487 corredores
Colocação na categoria por faixa etária dos 45 aos 49 anos: 5º lugar
Atletas na faixa etária: 47 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 116 pódios
Pódios por classificação geral: 46 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 66 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 4 pódios

Número de peito: 429


Uma semana após a Maratona de Curitiba lá estava eu de novo embarcando para mais uma enrascada, quer dizer, maratona. rsrs
Esta seria a primeira vez que eu correria duas maratonas em duas semanas seguidas. E pra começar, precisei acordar às 02:10h da manhã de sexta-feira, dia 25 de novembro de 2022 para ir à Cascavel onde pegaria um avião com destino à Brasília.

O voo só seria às 12:30h, mas como não possuo carro e não tinha outro horário de ônibus mais apropriado, precisei me sacrificar e seguir viagem, mesmo faltando tanto tempo para o voo. Uma outra opção seria pedir para alguém me levar até o aeroporto. Mas, como se tratava de um dia normal de trabalho, conseguir alguém seria muito difícil. Sem contar que eu gastaria 3 vezes mais o valor de uma passagem de ônibus e como o meu dinheiro já estava no limite, achei melhor economizar um pouco. rsrs

Desta vez o ônibus da Expresso Maringá atrasou bem pouco e embarquei às 03:25h da manhã e cheguei em Cascavel às 05:00 horas e o jeito foi esperar até umas 9 e depois deste horário segui para o aeroporto onde aguardei por lá o restante do tempo antes do voo.

Decolamos pontualmente às 12:30h e depois de uma escala e espera de cerca de 4 horas em Guarulhos, finalmente desembarco no aeroporto de Brasília às 20:00 horas. No entanto, cheguei no hotel somente às 21:30h e por acaso, na rua em frente ao hotel eis que encontro com os amigos Fernando e sua esposa Ana.
Conversamos um pouco ali na frente do hotel e em seguida fiz o check-in e depois de deixar a bolsa no quarto fui até o Shopping Brasília que ficava a duas quadras do hotel para comer alguma coisa, mas já estava tudo fechando e para não dormir com fome, comprei apenas um refri e uns salgados nas Lojas Americanas no térreo do shopping e voltei para o hotel e às 23:00 horas fui dormir.

Com o casal de Pernambuco: Ana e Fernando.


Acordei às 08:30h. Tomei café no hotel e fui dar uma volta até dar o horário da retirada do kit. Passei pelo Estádio Mané Garrincha, Catedral, Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional e arredores, rodoviária e segui para retirar o kit e a surpresa estava por vir.

O meu nome não constava entre os inscritos. Depois de muita procura sem sucesso, a moça tirou foto do meu comprovante de pagamento e me pediu para aguardar, pois ela iria enviar para o organizador da prova e dentro de alguns minutos descobrimos o que houve. Como a prova era para ter sido realizada em abril, e foi transferida para novembro, achando que não teria soluções de transferir minha passagem aérea sem perder boa parte do dinheiro, resolvi "perder" esse dinheiro e pedi o ressarcimento do valor da inscrição, que não recebi até a data desta postagem. Mas, na ocasião me informaram que o site ticket agora iria entrar em contato comigo para a devolução. Como não recebi nenhum contato, achei que a minha inscrição ainda constava como feita. Mas, não. Estava cancelada. E eu só poderia fazer uma nova inscrição e pagar novamente se sobrasse vagas e para isso eu precisava aguardar até as 17 horas que era o horário final da entrega dos kits. Nisso eu já tinha encontrado, por acaso com o João e a Izabel, amigos de Brasília, e o João se disponibilizou a passar a inscrição dele pra mim, pois ele estava sentindo dores no joelho e provavelmente não terminaria a prova.

Mesmo assim esperamos até as 17 horas e por sorte sobrou 15 kits que seriam repassado pelo valor de R$ 199,90. Mas, o João insistiu em passar o kit dele pra mim. Mesmo não querendo acabei aceitando devido a insistência dele. Mas, não achava justo porque o erro na minha inscrição era somente meu, por não ter consultado o site antes da viagem e porque ele, o João, iria ficar sem medalha na final da prova. No entanto, estava disposto a dar a medalha pra ele. E após tudo resolvido, ele me levou para o hotel e a noite combinamos de jantar.

PS: Faltou o registro do jantar.

No dia seguinte, dia da prova, acordei às 04:10h, pois o João havia combinado comigo, com o Carlos Bento e Shyrlei que passaria para nos pegar às 04:45h para irmos até o Rodoferroviária, local da largada da prova. Achei bastante afastado e longe. Mas, enfim...
Chegamos meia hora antes. Fizemos a foto oficial e ficamos aguardando a largada que estava prevista para as às 05:35h, mas acabou atrasando 25 minutos e saímos às 06:00hs
Um absurdo isso.

Foto Oficial:
João, Izabel, Eu, Shyrlei e Carlos Bento.
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Nesta outra foto aparecem os Baleias Wu e Fernando, além de outras pessoas que devem ser amigos da 'Baleiada'.
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 Dada a largada saímos fazendo zigue-zagues. Não para obter ultrapassagens, mas sim por conta do percurso que era cheio de curvas.
No início consegui manter um bom ritmo e estava entre os 15 primeiros colocados. Mas, perto do quilômetro 10 comecei a sentir umas leves dores na musculatura das duas coxas e estava torcendo para não agravar durante a prova.

Passei a marca dos 10kms com 38:50. Vinte segundos mais rápido do que a prova de Curitiba uma semana antes.
Cheguei nos 15kms com 57:02. Excelente. Mas, as dores permaneciam e tratei de reduzir um pouco o ritmo e cheguei na marca dos 21kms com 1h22 e alguma coisa. Cerca de um minuto mais lento que em Curitiba. Ou seja, o ritmo já havia caído bastante nos últimos 7 quilômetros.

Achei o percurso até ali muito bom. Lembrando que, havia subidas, mas como eu faço muito treino em subida em Ubiratã, estava achando o percurso muito favorável.
Mas, as dores começaram a aumentar. Comecei a passar gelo em alguns pontos de apoio, mas parece que não adiantava muito e o ritmo após os 21kms estava sendo sempre acima dos 4 minutos. Ainda assim, cheguei no km 30 com 1h59 e alguns segundos. Ou seja, era só manter os últimos 12kms na casa dos 5 minutos que ainda brigaria para uma prova  sub-3.

Mas, ao retornar da Asa Sul, senão meu engano, a gente passa por baixo da rodoviária e pra isso, tem duas descidinhas e ali as dores aumentaram. E dali pra frente foi só sofrimento, principalmente nas descidas onde o impacto era maior. Nas subidas eu não sentia tanto, mas nas descidas estavam sendo uma tortura. rsrsrs
Não sei se isso já aconteceu com alguém, mas eu literalmente quebrei por causa das descidas. Olha a que ponto cheguei. kkkkk

E ao chegar no km 38 foi inevitável não caminhar. As dores ali eram tanto que fui obrigado a intercalar corrida e caminhada, mas após ultrapassar o quilômetro 40 não teve jeito de manter-me correndo e tive que caminhar até quase o finalzinho.

Cheguei no km 40 com 2h50. Ainda dava sub-3 senão tivesse que caminhar. Mas, eu não conseguia mais correr. Só ensaiei um trote nos últimos 100 metros para cruzar a linha de chegada com o tempo de 3h07min55seg de muito sofrimento.

Após a chegada me encostei num canto ao lado do Banco do Brasil, pois não tava me sentindo muito bem. Até acabei vomitando um pouco e nisso chegou um socorrista do Corpo de Bombeiros e ficou ao meu lado por uns 10 a 15 minutos olhando meu batimento cardíaco, me orientando na respiração e até buscou dois copos de água na sequência. Ele foi de uma gentileza sem fim. Após recuperado procurei uma massagem e na sequência fui em busca da minha medalha Top-42 e foi uma enrolação danada para conseguir retirá-la.

Fui na tenda da premiação e me pediram para ir no pódio. Fui no pódio, me mandaram voltar na tenda da premiação. Chegando novamente na tenda me disseram que eles não tinham autorização para entregar. Mesmo tendo saído a classificação e o meu nome estando na colocação de número 26.

Cerca de meia hora depois liberaram a entrega. Achei uma baita sacanagem. Sem contar que, o locutor informou que os troféus iriam ser entregues pelo correio. Todo mundo vaiou na hora. Pouco depois informaram que mudaram de ideia e disseram que entregariam o troféu ali, mas não teria pódio. Apenas iriam chamar os atletas, entregariam o troféu e eles precisavam se retirar e quem quisesse fazer uma foto no pódio precisaria esperar entregar todos os troféus primeiro.
Fizeram um excelente trabalho na entrega de kit fornecendo inscrições para quem havia tido problemas, a prova foi bem bacana e no final fazem isso.
Uma falta de respeito para quem correu e conquistou o tão merecida premiação.

Eu, infelizmente não consegui pódio. Havia sido 3º colocado na categoria nas outras duas vezes que corri em Brasília, mas devido ao meu tempo não tão bom, desta vez fiquei de fora. Mas, voltei satisfeito.
Foi a minha 28ª maratona. A 6ª em 2022.
Valeu pela experiência de correr duas provas de 42 quilômetros no intervalo de apenas 7 dias.

Ao voltar para o hotel descansei um pouco e mais a tarde saí com o pessoal para o almoço e retornei ao hotel novamente após às 18 horas. Antes, porém, não poderia deixar de presentear o João com a minha medalha, que na verdade era a dele.
Muito obrigado João.

No almoço.
Valeu pelo companheirismo e amizade galera.
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Entregando a medalha e agradecendo ao amigo João de Brasília pela cortesia da inscrição.



Fui dormir às 23 horas.
Acordei às 04:00h.
Segui para o aeroporto onde embarquei de volta para casa.
Cheguei em Ubiratã às 17:00 horas e muito cansado. rsrs

E lá se foi mais uma ...


Segue abaixo mais algumas fotos:

Meu número com o nome do João feito uma pequena "adaptação". rsrs
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Pouco antes da largada.
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Passando pela Torre de TV por volta do km 14.
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Passando em frente ao Estádio mané Garrincha.
PS: não costume fazer print das fotos, mas achei muito caro e me 'obriguei' a fazer isso.
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Banco Central.
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Sofrendo demais na parte final.
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"Se ela é maravilhosa, não será fácil.
Se for fácil, não será maravilhosa.
Se ela vale a pena, você não vai desistir.
Se desistir, você não é digno."
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Após a prova.
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A medalha de participação, que ficou com o João>
E a medalha Top-42 por ter completada a prova entre os 42 primeiros colocados.
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Os 5 primeiros colocados na categoria 45/49 anos.
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O certificado de conclusão da prova.
O tempo tá um pouco inferior ao da listagem pós-prova.
Achei bem melhor. rsrs
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Os 30 primeiros colocados da maratona categoria masculina.
Não sei até quando, mas a classificação pode ser vista Aqui.
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As 15 primeiras colocadas nos 42k feminino.
Resultados "não sei até quando" Aqui.
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Meu passeio no sábado.
Estádio Mané Garrincha.
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Catedral Nossa Senhora Aparecida.
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Congresso Nacional.
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O meu almoço.
Cortesia: João
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Shopping Brasília.
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Bora tomar uma. rsrs
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Partiu casa. 
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Meu vídeo no YouTube feito na prova.




Agradecimentos:
Primeiramente a Deus pelo dom da saúde e por me proporcionar completar mais uma maratona. A minha 28ª na carreira.
E um agradecimento super especial ao João pela doação da sua inscrição e por todo o suporte e apoio me dado em Brasília.
Muito obrigado mais uma vez.


Despesas:

Inscrição (que nunca recebi o ressarcimento por conta do site Ticketagora.com): R$215,89
Viagem Ubiratã/Cascavel ida e volta: R$84,43
Passagens aéreas: R$1,363,80
Transporte público e uber: R$64,97
Hotel: R$325,29
Alimentação: R$280,00 (aproximadamente)
Outros gastos: R$39,70

Total de gastos: R$2.158,19

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Corrida Nº 179 - 1ª Maratona Monumental de Brasília - Brasília-DF - 21abr2019

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Era pra ser, mas acabou não sendo.
Pelo menos não oficialmente...

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"Seguir em frente é preciso, mesmo apesar dos erros..."



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 179
Nome da prova: 1ª Maratona Monumental de Brasília
Cidade: Brasília-DF
Data: Domingo, 21 de abril de 2019
Distância oficial: 42,195kms
Tempo "na classificação oficial": 3h02min23seg
Media: 4min05seg por quilômetro

Distância percorrida: 44,6kms
Tempo "provável dos 42,195kms": 2h53min04seg
Colocação geral: 15º lugar
Atletas no geral: 575 atletas
Colocação na faixa etária 40/44 anos: 3º lugar
Atletas na faixa etária: 108 corredores
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 86
Pódios por classificação geral: 30
Pódios na faixa etária: 55
Pódios em equipes e/ou duplas: 1
Número de peito: 4408





Esta foi a minha segunda maratona em Brasília. A primeira foi lá em 2013 e o relato da prova pode ser conferido clicando aqui.
Nesta minha segunda participação, tinha por objetivo melhorar a colocação, principalmente na categoria. Mas, não consegui. Acabei apenas "empatando". Porém, vamos por partes onde contarei tudo o que aconteceu neste final de semana lá na capital federal.


Embarquei na rodoviária de Ubiratã com destino ao Aeroporto de Maringá na madrugada do dia 19 de abril, Sexta-feira Santa.
Depois de uma parada em Guarulhos, segui viagem em definitivo à capital brasileira.
Cheguei em Brasília por volta das 11:30h da manhã e decidi ir a pé, do aeroporto até a Esplanada dos Ministérios e posteriormente ao hotel.
Foi uma looooooooonga caminhada onde passei pela Catedral Metropolitana, toda a Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional onde aproveitei para conhecer as dependências, Praça dos Três Poderes e arredores, toda a esplanada novamente. Retirei o meu kit, segui até ao Estádio Mané Garrincha e voltei novamente até adentrar nas dependências do Hotel Diplomat. Num total percorri caminhando 22,8kms em 5h59min09seg.

Acabei nem almoçando nesse dia.
Pois a chuva atrasou um pouco a minha caminhada vinda do aeroporto e depois a visita ao Congresso demorou outro tanto e também não consegui jantar devido a chuva que caia no horário que eu iria sair para procurar algum restaurante, pizzaria ou outro estabelecimento culinário.
Sem almoço e sem jantar, acabei comendo apenas uma caixa de bombom que eu havia levado e meio pacote de uma bisnaguinha acompanhado de um refrigerante que peguei no frigobar do hotel. E fui dormir em seguida...
Simples assim... rsrs


Chegando no Congresso.


Acordei no dia seguinte (20/04) por volta das 09:30h da manhã e nem tomei café no hotel achando que já tinha passado o horário. Mas, não havia. rsrs
Apenas terminei de comer as tais bisnaguinhas e fui fazer o check'out e na saída acabei encontrando o casal Baleias Wilma e Comandante Maia.
Conversamos um pouco e em seguida eles subiram para o quarto e eu fiquei na espera dos amigos Baleias de Brasília Izabel e João, onde eu ficaria hospedado nas próximas duas noites. Logo depois, a Wilma e o Maia retornaram do junto e junto com a Shirley e Carlos Bento seguimos até o hotel onde faziam a entrega dos kits para que a Izabel e o João retirassem os seus respectivos kits...
Após, despedimos dos demais Baleias e segui com eles (Izabel e João) até a casa deles onde almoçamos e depois fomos tirar um cochilo. O que foi muito bom pra mim, pois estava bem cansado. Toda aquela caminhada feita no dia anterior foi desgastante demais e eu precisava descansar um pouquinho mais. rsrs




Na entrega dos kits.

Homens: João, Tutta, Maia, Bento e um sobrinho do João.
Mulheres: Izabel, Wilma e Shirlei.
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#atletamonumental



Após o cochilo o João me levou até o Palácio da Alvorada, mas infelizmente não consegui falar com o Presidente Bolsonaro. Como eu não o avisei que iria pra lá, ele tinha saído. Parece que para o Rio de Janeiro. rsrs
Depois voltamos e o João me mostrou boa parte do percurso da prova do dia seguinte. Achei bem fácil. O único e maior problema seria o calor que poderia estar no dia seguinte. No entanto, o sábado estava um pouco nublado e talvez poderia amanhecer com chuva. O que não aconteceu.
Mas, antes do grande dia, ainda reunimos a baleiada num bom e delicioso jantar de massas a base de rodizio de pizza e outras massas e por volta das 22 horas já estávamos a postos para o descanso e no aguardo de mais uma grande prova.


No Palácio da Alvorada.
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No jantar de massas.
Do lado esquerda da foto está a Wilma, a Izabel, a Shirley e o Bento.
Do lado direito o Maia, o João, Eu e o Fernando.


No dia seguinte, acordamos por volta das 05:00h da manhã, nos encaminhamos para a Esplanada dos Ministérios, local da largada e chegada da prova, onde encontramos os demais Baleias e após a foto oficial cada um procurou o melhor lugar para se posicionar para a largada que se deu as 06:40h.





Foto Oficial Baleias.


Antes da largada estava meio friozinho, porém, não havia nenhuma nuvem no céu e isso era preocupante, pois o calor poderia vir com tudo no decorrer da prova.

Largamos no sentido do Congresso Nacional, fizemos um trecho meio deserto na região "dos fundos" do Congresso e depois retornamos.
O meu objetivo inicial para a prova era manter um ritmo médio de 4 minutos por quilômetro, pelo menos até a metade da prova, e vinha correndo com sobras. Depois, do km 21 ao 31 traçava manter um tempo total de 43 minutos e fechar os últimos 11kms com 55 minutos. Caso eu conseguisse manter esta 'estratégia', eu completaria a prova em torno de 2h57. O que seria um tempo fantástico.


Com pouco mais de 10 quilômetros pegamos a Asa Norte (se não me engano) e esse seria o trecho onde haveria um pouco mais de dificuldade por conta de algumas subidas, principalmente no retorno. No entanto, as subidas não eram assim tão assustadoras. Dava até para tirar de letra se a preparação tivesse sido boa. O problema maior seria mesmo o calor que a essa altura já começava a dar o ar da sua graça. rsrs

Praticamente lá no final da Asa fizemos o retorno e em seguida completei os primeiros 21.097 metros e o tempo estava dentro do planejado. Aliás, estava até abaixo da media.
Passei a marca da meia maratona com 1h23min18seg. Media de 3min56seg por quilômetro. E consegui manter essa media abaixo dos 4 minutos até lá pelo km 25. Porém, já havia feito um ou outro quilômetro acima destes quatro minutos. Mas, a media geral ainda estava muito boa e abaixo dos 4 minutos.
Eu vinha correndo muito bem. Sem cansaço, sem dores, se nada.
Estava solto na prova... Só que, me fizeram errar o caminho.


Assim que chegamos, praticamente em frente a rodoviária, os maratonistas deveriam seguir e passar por baixo da mesma. Mas, no momento em que cheguei ali, não havia ninguém e nenhuma placa indicando isso e como não vi nenhum maratonista na minha frente seguindo em diante, acabei fazendo a curva a esquerda e acompanhando os meio-maratonistas.
Só me dei conta de que estava no caminho errado quando vi a placa de 42 quilômetros na minha frente.
Nesse momento diminuí o ritmo e fiquei olhando para os lados para ver se via alguma passagem que me levasse a passar por baixo da rodoviária, pois eu sabia que deveria passar por lá. No dia anterior o João havia me dito isso, mas ali, durante a prova eu acabei me esquecendo. Como não vi nada, perguntei para algumas pessoas e fotógrafos para onde que eu deveria seguir. Ninguém me disse nada e continuei seguindo. Olhei para os lados e só via numeral cinza. Ou seja, atletas que estava na meia maratona. Quem fazia a maratona estava de amarelo.


Mesmo assim continuei seguindo achando que teria alguma passagem ao lado do pórtico de chegada. A esta altura eu não conseguia mais raciocinar e lembrar que teria que voltar. A rodoviária era lá atrás. Eu só pensava em seguir e achar o caminho rumo aos 42 quilômetros.
Cheguei a uns 50 metros do pórtico de chegada e ouvi alguém falando no microfone mais ou menos assim: "atleta dos 42 quilômetros chegando, mas deve estar errado, pois ainda não é hora."
Ao ouvir isso dei meia volta e retornei. Me lamentei muito nesse retorno, pois havia percorrido uma distância enorme em vão.

Ao chegar no local do erro, já tinha por lá pessoas indicando o caminho e fornecendo água aos maratonistas e disse que eu havia errado o caminho e seguido até quase a chegada. Não me falaram nada. Só me deram um copo d'água e segui. Agora no caminho certo. Mas, numa desmotivação danada. Pois, como eu disse, eu vinha correndo muito bem e errar o caminho num momento tão crucial abala qualquer um.
O problema ainda era maior, pois como eu corria com o celular, a cada quilômetro ele dava a parcial e dizia qual a quilometragem e eu estava, nada mais, nada menos do que dois quilômetros atrás do percurso oficial.
Ou seja, quando o aplicativo falava quilômetro 30, eu estava no 28. Quilômetro 35, eu estava no 33 e assim sucessivamente. Aquilo era frustrante e desanimador. Mas, continuei com ele ligado, pois assim dava para saber em qual ritmo eu ia seguindo e em muitas ocasiões ainda corria abaixo dos 4 minutos por quilômetro. Em outros chegava em 4'15, as vezes um pouco mais, outras um pouco menos. Ainda seguia num bom ritmo. O problema era só aqueles quilômetros a mais na conta...

Pouco após o local onde errei, alcancei um atleta com uma camiseta de marcador de ritmo para sub-3. Ao conversar com ele, ele me disse que havia quebrado e que não era para o acompanhar e me mostrou um outro atleta mais a frente que estava no ritmo certo.
Acelerei um pouco e alcancei o tal atleta e perguntei se ele estava realmente no ritmo para sub-3. Ele disse que sim e disse a ele o que acabara de me acontecer, mas mesmo assim ia tentar brigar por essa marca e o acompanhei por uns 4 ou 5 quilômetros.
Lá no retorno da Asa Sul (ou Norte, já nem sabia mais), após um ponto de hidratação ele abriu certa vantagem e não mais o alcancei.
Seguia-o meio de perto, mas, a cada quilômetro ele se distanciava um pouco mais e cheguei em determinado momento que vi que não teria condições de buscar esta meta depois daqueles dois quilômetros percorridos a mais lá no início da Asa e fui me contentando com o que viesse.

Busquei correr mais na beirada da rua tentando buscar um pouco de sombra mais era quase em vão. O sol predominava naquele belo céu azul de Brasília.
Quando cheguei no quilômetro 40 da prova (42 já percorrido) o cronômetro marcava 2h52min13seg. Nesse momento pra mim faltaria apenas 195 metros, que com certeza eu faria com menos de um minuto e, oficialmente, eu fecharia a prova abaixo de 3 horas. Mas, não era pra ser desse jeito. Ainda faltava mais de dois quilômetros de sofrimento, e ao mesmo tempo de garra e determinação para concluí-los. E o fiz com brilhantismo.
Não foi o que eu queria, mas, foi o que deu para fazer naquele dia.
Fechei a prova no tempo oficial de 3 horas, 2 minutos e 23 segundos. Isso para os pouco mais de 44 quilômetros que percorri. O que deu uma média de 4 minutos e 5 segundos por quilômetro. Ou seja, média de tempo para sub-3h.
E se fosse para descontar estes dois últimos quilômetros percorridos, o meu tempo oficial seria em torno de 2h53min04seg. Mas, como eu errei, não há como voltar atrás e vou ter que amargar este tempo oficial acima das três horas. Que não deixa de ser um tempo excelente. Porém, quando a gente corre em busca de uma meta, qualquer tempo acima daquilo, é um desastre total. Ainda mais depois de ter cometido um erro, como foi o meu caso.


Mas, como eu disse, não foi tão ruim assim. Terminei em 15º lugar na classificação geral (que poderia ter sido 10º) e em 3º lugar na minha faixa etária (que seria o 3º mesmo se não tivesse errado).
Não teria melhorado as colocações de 2013. Teria apenas empatado nas duas.

Mas, faz parte e se a prova acontecer novamente em 2020, estarei por lá, se assim Deus quiser.
E irei em busca da 'revanche' e de uma melhor colocação e tempo. rsrs 


Após finalizada a prova, peguei minha medalha de participação, encontrei com a Wilma que havia feito os 10kms e em seguida fui medir o percurso que eu havia feito a mais e acabei confirmando a distância de 1km pra vim e outro pra voltar. Totalizando 2kms a mais. Como já mencionei acima.
E já aproveitei, passei na rodoviária e comprei uma Coca Cola para matar a sede e depois retornei ao local de chegada para aguardar os demais amigos da equipe e antes da chegada deles fui premiado por duas vezes.
Primeiro recebi a medalha Top-42, por ter completado a prova entre os 42 primeiros colocados no geral e em seguida fui chamado ao pódio para receber o troféu de 3º lugar na faixa etária dos 40 aos 44 anos.


Já após todos completados a prova, fomos para casa e depois para um almoço que durou a tarde toda e com direito a muita chuva que chegou a molhar até dentro da lanchonete onde estávamos.
Na rua em frente alagou que até carro ficou submerso.

Ao final da tempestade, nos despedimos e segui com a Isabel e com o João até a casa deles onde passaria mais algumas horas até pegar os voo as 06:00h da manhã de segunda-feira dia 22 de abril rumo a Maringá e depois de ônibus até Ubiratã onde cheguei perto das 20 horas.

Um último detalhe que não mencionei no texto foi que, no dia da prova (21/04) era aniversário de Brasília e teve show aéreo com a esquadrilha da fumaça e a noite teria show ao vivo e gratuito com a cantora Anita. Mas, não fui ao show.
E também, acabei perdendo de assistir Gama e Brasiliense na final do campeonato distrital no estádio Mané Garrincha no sábado onde o Gama se sagrou campeão.
Dá próxima vez vou ficar mais atento para não perder detalhes como estes, pois já não é fazer conseguir dinheiro para ir tão longe e quando vou, preciso aproveitar ao máximo.

Outros detalhes a respeito da prova que não mencionei, é que faltou água no percurso. Principalmente na parte final e o lanche no final foi uma banana, quase verde e uma mini maçã e água, que não estava gelada. Acho que precisam melhorar nessa hidratação.
Uma outra coisa que achei errado foi a massagem acabar antes dos maratonistas completarem a prova. Assim que cheguei fui na tenda, mas ao entrar na fila me informaram que já estava encerrando. Um absurdo deixar os maratonistas na mão nestes quesitos citados. Mas, enfim... vamos que vamos, pois o show não pode parar ...

E é isso... Até uma próxima...



Segue abaixo mais fotos:
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O kit da prova.
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Na Asa Sul, durante a caminhada vindo do aeroporto na sexta-feira.
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Chegando na Esplanada depois da chuva.
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Na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.
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Chegando no Congresso Nacional.
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Na Câmara dos Deputados.
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No Senado.
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Supremo Tribunal Federal.
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Palácio da Justiça.
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Palácio Itamaraty.
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Aqui acho que é a Praça dos Três Poderes.
Lá atrás, não lembro qual palácio é.
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O Belo arco-íris após a chuva.
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No Estádio mané Garrincha.
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Antes da prova.
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Em torno do km 9 após voltar do trecho aos fundos do Congresso.
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Superação.
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Esta foto eu não sei sé é quando eu já estava para chegar ou foi no momento do erro. Mas, ficou top. rsrs
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Mais uma ficou legal.
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Chegando 1.
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Chegando 2.
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 Chegando 3.
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E a minha chegada gloriosa. Porém, sofrida...
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Imediatamente após a chegada.
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Após a prova.
Só faltou mudar o 42 por 44 aí na placa. rsrs
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Mais um pódio pra coleção.
Já é o quinto do ano em 5 provas.
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Os 15 primeiros colocados da minha categoria (40/44).
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Sem comentários pra esta foto.
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Todas as minhas conquistas em Brasília.
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Shriley, eu, João e Paulo Picaña.
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No almoço após a prova e a chuva caindo dentro da lanchonete mais ao fundo.
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Pelo vídeo dá pra ver melhor.
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Um carro ali em baixo d'água a poucos metros da lanchonete onde estávamos.
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Wilma, completou os 10kms com 1h29min33seg.
Terminou em 252º lugar no geral e em 14º  lugar na sua categoria.

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Bento, se poupando para cirurgia completou os 21kms em 2h55min38seg.
Terminou em 520º lugar no geral e em 34º lugar em sua categoria.

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Apesar da comemoração, João abandonou a prova por estar sem treinos adequados.
Ele fez apenas 28kms com 3h39min25seg, mas seu nome consta na listagem oficial pelo fato dele ter passado pelo pórtico de chegada após o abandono.

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Maia completou os 42kms com 4h52min45seg.
Ficou em 424º lugar no geral e em 7º lugar em sua categoria.
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Izabel acabou não chegando até o final da Asa Sul e retornou faltando cerca de 2kms do ponto oficial. Devido ao calor ela percorreu cerca de 38kms em 5h38min26seg e seu nome consta na listagem com este tempo.
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Paulo Picaña completou os 42kms com 5h48min10seg.
Ficou em 544º lugar no geral e em 61º lugar em sua categoria.

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Shirley completou sua segunda maratona com o tempo de 5h48min51seg.
Ela ficou em 85º no geral e em 10º lugar em sua categoria.

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Fernando completou os 42kms com 5h50min08seg.
Ficou em 547º no geral e em 87º em sua categoria.

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Resultados Chip Brasil
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Resultados no site oficial
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 5kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 5kms.
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 10kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 10kms.
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 21kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 21kms.
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Classificação das 35 primeiras colocadas nos 42kms.
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Classificação dos 35 primeiros colocados nos 42kms.
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Agradecimentos:
Primeiramente a Deus por intercessão de Nossa Senhora Aparecida e Sagrado Coração de Jesus pelo dom da saúde e por me proporcionar uma ótima viagem, estadia e prova em Brasília.
Agradecimento também a Academia Boa Forma de Ubiratã pelo apoio na parte de reforço muscular e um agradecimento mega especial ao casal de amigos Isabel e João pela hospedagem, translados e até mesmo a alimentação na Capital Federal e a sua filha Isabela pelas fotos do pódio e até mesmo a sua outra filha, que agora me foge o nome, que estava em viagem e acabou "cedendo" o seu quarto.


#tuttamaratonista