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terça-feira, 11 de agosto de 2026

A Minha 7ª Maratona (Brasília 2013)

Algumas maratonas começam muito antes do dia da largada.

A minha 7ª foi em Brasília no dia 5 de maio de 2013 mas ela começou ainda no ano anterior, quando olhei a classificação geral e percebi que, com o tempo que eu costumava fazer nas maratonas, poderia terminar entre os dez primeiros colocados.
Aquilo ficou na minha cabeça.
E quando uma ideia entra na cabeça de um maratonista, ela costuma virar objetivo.

E para tentar transformar aquela possibilidade em realidade, fiz uma preparação de apenas oito semanas.
Treinava, em média, quatro dias por semana e, nesse período, percorri quase 450 quilômetros.
Não era uma preparação longa, mas era o que eu tinha e foi o suficiente para ganhar confiança.

Mas, na última semana, quase coloquei tudo a perder.
Após um simples treino na grama fiquei com a camiseta molhada de suor por mais tempo do que deveria e isso acabou me rendendo um resfriado.
A garganta inflamou. E ficou assim até o dia da maratona.
Felizmente, não chegou a atrapalhar meu desempenho.

Viajei para Brasília dois dias antes da prova e fiquei hospedado na casa dos amigos e companheiros de equipe, João e Izabel.

No domingo, acordei às 5h15.
Às 7 horas, pontualmente, foi dada a largada.

Eu tinha uma estratégia bem definida: tentar manter um ritmo próximo de 4 minutos por quilômetro até o km 30 e, depois disso, administrar até 4min30seg por quilômetro para buscar uma chegada por volta de 2h54.

Larguei cauteloso, sem sequer fazer aquecimento.
No km 1, 4min08seg. Depois encaixei o ritmo.
Quando completei o km 10, meu cronômetro marcava 38min48seg.
Eu estava abaixo da média que havia planejado. E isso era ótimo.

Já havia encaixado o ritmo e os quilômetros saíam entre 3min50seg e 4min05seg.
A corrida fluía muito bem, as pernas respondiam e, naquele momento, tudo parecia caminhar exatamente como eu havia imaginado.
Passei pela metade da prova, no km 21, com 1h22min.
O ritmo estava tranquilo.
O percurso também.
E um gel tomado pouco antes da meia maratona ajudava a manter as forças renovadas.

Mas uma maratona começa a mostrar quem realmente está preparado quando os quilômetros vão se acumulando.
E, conforme o km 30 se aproximava, o ritmo começou a diminuir.
Ainda conseguia correr próximo dos 4 minutos por quilômetro, exatamente como havia planejado.
Quando completei o km 30, o relógio marcava aproximadamente 1h58min.
Eu estava dentro da estratégia.
Só que, dali para frente, a história começou a mudar.

Até o km 32 ainda conseguia manter uma média próxima dos 4 minutos.
Depois disso, o ritmo foi caindo.
Cheguei, em determinado momento, perto dos 4min40seg por quilômetro.
Tentei outro gel.
Mas nem ele foi suficiente para devolver a energia que eu precisava para enfrentar os 10 quilômetros restantes.

E ainda havia um detalhe importante: 
o percurso começava a subir.
A cada subida, eu perdia tempo.
E quando finalmente aparecia uma descida, o corpo já não tinha forças para recuperar o que havia perdido.
Os últimos cinco quilômetros foram uma verdadeira pedreira.
E, se a memória não me trai, eram praticamente todos em subida.

Nos km 37 e 38, fui ultrapassado por dois corredores. O segundo era da minha categoria e terminou três minutos à minha frente. Tentar acompanhá-lo naquele momento poderia significar quebrar mais adiante. Então preferi administrar e garantir mais um sub-3h
.
Sabia que aquela era hora de administrar e mesmo se eu corresse a 5 minutos por quilômetro naquele final de prova, eu ainda conseguiria terminar abaixo das três horas.

E foi exatamente o que eu fiz.
Continuei no meu ritmo.
Sem tentar buscar aquilo que o corpo já não tinha.
Até que, faltando aproximadamente 500 metros para a chegada, apareceu o último desafio.
Uma rampa de cerca de uns 70 a 100 metros, ao lado do Congresso Nacional.
E que rampa!
Era muito íngreme.
Subi correndo. Mas, sinceramente, eu estava mais lento correndo do que estaria se tivesse alguém caminhando ao meu lado. rsrs

Só que, depois da rampa, veio aquilo que todo maratonista espera.
O pórtico de chegada apareceu. E, quando a gente avista a linha final, parece que o corpo encontra forças de algum lugar que a gente nem sabe explicar.
Consegui acelerar um pouco e cruzei a linha de chegada em 2h54min27seg.
Um tempo que, curiosamente, já havia aparecido para mim em um sonho alguns dias antes.




Mas a história daquele dia ainda não havia terminado.
Eu tinha um objetivo além do tempo.
No ano anterior, aquele resultado teria me colocado entre os dez primeiros da classificação geral e provavelmente me daria o primeiro lugar na faixa etária. E naquele ano (2013), eu acreditava que poderia brigar pelo pódio.
Só que, quando anunciaram os três primeiros colocados da categoria de 35 a 39 anos, meu nome não estava entre eles.
Fiquei frustrado. Mas, de certa forma, aceitei.

Até que o corredor que havia me ultrapassado no km 38 percebeu que havia alguma coisa errada e foi questionar a organização.
Outros atletas também começaram a conferir os resultados. E então fomos atrás.

Depois de alguns minutos de conversa, conferências de nomes, números e tempos registrados nos próprios cronômetros dos atletas, a organização refez a verificação e
 veio a confirmação: havia um erro na classificação.
O resultado foi corrigido.
E os verdadeiros merecedores do pódio foram chamados.
Dessa vez, meu nome estava lá: 3º colocado na categoria de 35 a 39 anos.




Aquele pódio teve um sabor diferente.
Não apenas pelo resultado.

Mas porque, depois de 42 quilômetros de esforço, quando parecia que a história já estava encerrada, ainda foi preciso lutar por aquilo que eu havia conquistado dentro da pista.
E assim subi ao pódio para celebrar uma das conquistas mais importantes daquele primeiro semestre de 2013.
Uma maratona de 2h54min27seg.
Um terceiro lugar.
E uma certeza que ficaria marcada comigo: "algumas conquistas não terminam quando cruzamos a linha de chegada. Às vezes, é preciso continuar lutando até que o resultado faça justiça a tudo aquilo que você foi capaz de conquistar."


📖
Continua na série: Tutta e suas 50 maratonas.


















Leia também:


- A Maratona 1




domingo, 1 de junho de 2025

Corrida Nº 247 - 7ª Meia Maratona Internacional das Três Fronteiras (Ciudad del Este-Py - Foz do Iguaçu-BRA - Puerto Iguazu-Arg (13out2024)

 ... Postagem atrasada ...



"Um verdadeiro campeão é aquele que nunca desiste da luta diária dos treinos duros. Mas, que segue com garra de quem não teme os desafios e com uma determinação de quem não aceita menos do que a Vitória!"



Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 247
Nome da prova: Meia Maratona Internacional das Três Fronteiras
Cidades: Ciudad del Este-Par - Foz do Iguaçu-PR - Puerto Iguazu-Arg
Data: Domingo, 13 de Outubro de 2024
Distância: 21,1kms
Tempo: 1h19min56seg
Média por quilômetro: 3min47seg
Classificação geral: 3º lugar
Atletas no total geral: 647 atletas concluintes
Número de pódios (fora de Ubiratã): 135 pódios
Pódios por classificação geral: 59 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 70 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 6 pódios
Número de peito: 193


Infelizmente perdi o texto que havia feito, mas vou tentar relembrar um pouco da prova através do vídeo que gravei e que está disponível lá no meu canal no YouTube.

Saí de Ubiratã às 3 da manhã de sábado e cheguei em Foz do Iguaçu por volta das 8 horas e segui a pé até o local da retirada dos kits.
Com o kit em mãos fiquei enrolando um pouco nas ruas de Foz até dar a hora do almoço e após segui para o hotel onde tentei dormir para descansar um pouco. 
A noite nem saí para jantar. Comi apenas uns lanches que havia levado.

No dia seguinte, dia da prova, acordei bem cedo e fui até o ponto onde pegaria um dos ônibus que nos levaria até Ciudad Del Este no Paraguai.
Lembrando que este ônibus precisa ser contrato anteriormente ao dia do evento. Sempre tem informações no site.

Cheguei bem cedo ao local da prova e faltando alguns minutos para a largada deixei meus pertences no guarda volumes e segui para o pórtico.
Procurei me posicionar o mais à frente possível, mas o local já estava repleto de atletas e fiquei um pouco para trás.

Dada a largada, perdi muito tempo até conseguir ultrapassar a galera mais lenta para assim, poder correr de verdade. rsrs
Por sorte a largada era em descida e assim que pintou um espaço acelerei o que tinha para avançar a ganhar posições.
Alcancei até um 'dog' e segundo informações, ele foi até o Marcos das Três Fronteiras lá na Argentina.

Com cerca de 2 quilômetros deixamos o território paraguaio para trás e adentramos em solo brasileiro e aí o bicho pega. A parte do Brasil é a maior da prova. Cerca de 14kms e é a mais difícil também. Com inúmeras subidas.

Já ao cruzar a Ponte da Amizade, logo viramos a direita e corremos um trecho ao lado do rio e temos um visão bem legal da ponte.
Pouco depois começamos a entrar pelo centro de Foz e segui ganhando várias colocações.

Um dos trechos mais difíceis acho que é a subida na Avenida Brasil e depois na Avenida das Cataratas que tem início com pouco mais de 8kms e cheguei ali com cera de 33 minutos.
E seguia ganhando colocações. Acho que se eu tivesse saído mais na frente iria dar trabalho para os primeiros colocados. rsrs

Cheguei no ponto revezamento, para quem iria fazer a prova em dupla, com 40 minutos e 58 segundos e metade da prova completada.
O tempo foi relativamente alto, mas como eu já citei, a parte brasileira tem muita subida e é muito difícil fazer tempo bom ali.

Alguns quilômetros mais a frente passo pela aduana brasileira antes de entrar em território argentino e me informam que eu era o quarto geral. Nem acreditei. Mas, fiquei feliz demais em saber disso. rsrs

E logo cheguei no km 15, quase exatamente no meio da Ponte da Fraternidade, com o tempo de 56min35seg e na sequência piso em solo argentino e vou em busca do terceiro colocado.
Antes, passei pela Aduana Argentina e logo alcancei e ultrapassei o tal atleta com estrema facilidade e assumi a terceira colocação geral.

Ao chegar na cidade de Puerto Iguazú comecei a avisar ao longe mais um corredor, o segundo colocado.
Percebia que ele olhava constantemente para trás. Mas, como faltava menos de 3kms para o final foi impossível conseguir acelerar para alcançá-lo.
Ao final, conversei com ele e ele alegou que havia quebrado por ter saído forte demais. E se tivesse mais uns 2kms acho que buscava ele. rsrs
Ou, se eu tivesse conseguido sair mais na frente, pois assim não perderia tanto tempo na largada.
Mas, mesmo assim, tá ótimo. rsrs

Cheguei no km 20 com 1h15min47seg e logo estava cruzando a linha de chegada em 3º geral com o tempo líquido oficial de 1h19min56seg. Meu segundo melhor tempo na prova e minha melhor participação. Já que as outras duas vezes que corri ali, peguei pódio na categoria (3º e 1º, respectivamente.

Ao final, muita hidratação e pódio para coroar mais esta esplendida participação em uma corrida de rua.

Segue abaixo algumas fotos:
 

No Marco das 3 Fronteiras na Argentina poucos minutos após a prova.
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Pouco após a largada em Ciudad del Este no Paraguai.
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 A bela medalha da prova.
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Pódio geral dos 21kms.
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Os 10 primeiros colocados no geral masculino na meia maratona.
Até a data desta postagem a classificação de 2024 poderia ser acessada no site ticketsports.com.br
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Mais um pódio na carreira.
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Após o pódio.
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Com os amigos Ezequiel e Maycon.
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"O verdadeiro campeão é aquele que, mesmo vitorioso, nunca se acomoda e segue incansável na busca pela perfeição."


segunda-feira, 20 de maio de 2024

Corrida Nº 241 - 10ª Maratona do Vinho - Bento Gonçalves-RS (18fev2024)

 ... Postagem Atrasada ...


10ª Maratona do Vinho. Prova festiva em Bento Gonçalves no Rio Grande do Sul e eu mais uma vez pude estar presente e desbravando as inúmeras subidas do lindíssimo percurso no Vale dos Vinhedos na Serra Gaúcha. E tinha como objetivo buscar pódio geral e treinei especificamente para isso. Ou, nem tanto. rsrs
Pois, o meu maior longo foi só de 23kms. kkkkk

"Aquele que não é corajoso o suficiente para encarar longos desafios e superar grandes obstáculos, nunca será digno de uma grande conquista."




Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 241
Nome da prova: 10ª Maratona do Vinho
Cidade: Bento Gonçalves-RS
Data: Domingo, 18 de Fevereiro de 2024
Distância: 42,2kms
Tempo: 3h27min09seg
Média por quilômetro: 4min54seg
Colocação geral: 3º lugar
Atletas no total geral: 109 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 131 pódios
Pódios por classificação geral: 56 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 69 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 6 pódios
Número de peito: 191


Esta é a minha terceira participação na Maratona do Vinho.
A primeira foi em 2019 onde conquistei o 3° lugar na categoria.
A segunda participação foi no ano passado, 2023, e fiquei em 2° lugar também na categoria, e resolvi voltar em 2024 para, quem sabe, subir mais uma colocação e desta vez, vencer a categoria. rsrs
Se bem que, a intensão era pegar pódio geral, mas não acreditava muito que isso seria possível, pois não havia feito treinos tão bons assim. Porém, nada seria impossível. Mesmo não acreditando muito que seria. rsrs

E tudo começou a exatamente dois meses e meio antes da prova com o início da preparação. De lá pra cá foram vários treinos. Porém, o mais longo com apenas 23kms.

Mas, do dia 31 de dezembro até a data da prova, vinha correndo todos os dias, pois estava inscrito no Desafio 366 do canal Corrida noAr do Sérgio Rocha que consistia em correr os 366 dias de 2024.
Como no dia 31 de dezembro eu também havia corrido. Tinha participado da São Silvestre em São Paulo. Cheguei no dia 18 de fevereiro de 2024, dia da maratona do Vinho em Bento Gonçalves com 50 dias consecutivos de treinos e cheguei no dia da corrida um tanto quanto cansado pelos inúmeros treinos e por conta também, da longa viagem.

Embarquei na rodoviária de Ubiratã às
 12:50h (meia hora de atraso) do dia 16 de fevereiro no ônibus da empresa Expresso Maringá com destino à Cascavel onde cheguei às 15 horas e o próximo embarque, desta vez no ônibus da Unesul, estava previsto para às 15:30h.

O ônibus foi até meio pontual.
Chegou às 15:34h e saiu às 15:42h.
Mas, a viagem foi lenta demais.

Estradas estreitas, sem acostamento e com muitas curvas. Poucos pontos de ultrapassagens. Sem contar que estávamos parando em praticamente todas as cidades. Pelo menos foi assim durante o estado do Paraná.
Nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul não foi muito diferente.

O ônibus até que era bem razoável. As poltronas reclinavam bem e pude esticar bem as minhas longas pernas por debaixo da poltrona da frente. kkkkk
O ruim é que as poltronas eram um pouco estreitas e os braços não eram acolchoados e com o tempo acabava incomodando bastante.
Sem contar ainda que estava um cheiro de mofo. Acho que a higienização deveria ser um pouco mais intensa. E não tinha Wi-Fi. Ou seja, não achei nada satisfatório o ônibus da Unesul e quando eu voltar pra lá, pretendo pesquisar por outra empresa.

Cheguei em Bento Gonçalves apenas às 07:40h da manhã do sábado, véspera da prova, e praticamente sem dormir absolutamente nada.
As estradas muitos esburacadas e o ônibus pulava demais. E tinha um tiozinho que embarcou por volta das 8 da noite e sentou do meu lado e o cara não parava de falar um minuto. Eu mal conseguia falar duas ou três palavras e lá vinha ele com história e foi assim até perto das 4 da manhã quando ele desembarcou. E o restinho da viagem tentei tirar um cochilo mais foi em vão.
Cheguei em Bento, caindo de sono, literalmente. E ainda precisei ficar até umas 8:00h da manhã na rodoviária e somente depois fui para o local de retirada de kits.
Dava uns 2kms de distância e fui a pé mesmo para ver se despertava um pouco. rsrs

E dentro de poucos minutos, entre trechos com leve chuva e outros com sol, cheguei no local.
Haviam poucos atletas e rapidamente peguei o meu kit. Conversei uns minutinhos com a Sandra Cella, organizadora da prova, e agradeci ela, pois ela havia me presenteado com a inscrição e somente por conta disso é que viajei à Bento para correr e prestigiar mais uma vez esta prova que acho fantástica.
Encontrei também com o fotógrafo Tião Moreira e registramos o momento com uma foto.

Eu, Sandra Cella, organizadora da prova e o fotógrafo Tião Moreira.

Na sequência, fui procurar o meu hotel. Na verdade uma pousada. Peguei mais um pouco de chuva fina e cheguei com sol no local. Mas, como eu só poderia entrar a partir das 13 horas. Fiz o reconhecimento do local que ficava em frente à uma bela praça que foi o local escolhido para o meu treino de 5k a tarde e andei mais um pouco e fui até a Catedral Cristo Rei - Nossa Senhora de Fátima onde fiquei um bom tempo ali.

Na Catedral Cristo Rei - Nossa Senhora de Fátima.


Ao sair da Catedral, passei num mercadinho ao lado e procurei um restaurante para almoçar. Já após o almoço, voltei até o 
hotel onde adentrei e tentei dormir um pouco. Mas, como sempre, o meu quarto era de frente à rua e pensa numa rua barulhenta. Só consegui dormir porque estava muito cansado e com sono. Acordei por volta das 15:30h com chuva forte.
Porém, menos de uma hora depois o tempo abriu e deu muito sol e foi nesse momento que aproveitei e fui fazer o meu treininho para manter ativo o Desafio-366 e corri 5kms com quase 7 minutos de média por km. kkkkk
Bem lento mesmo. Porém, a praça tinha bastante subida também. rsrs

Treino.
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Pequeno vídeo do treino em uma das subidas da praça em Bento Gonçalves.

 

Após realizado o treino, retornei ao hotel, tomei banho, fui na missa e depois fui comer uma pizza caríssima na Canotto Pizza Contemporânea e ao retornar ao hotel liguei e conversei um pouco com minha esposa, preparei os apetrechos e por volta das 22 horas fui dormir e demorei um pouco pra pegar no sono, pois o movimento de carros era enorme na rua em frente.

A pizza de 90 reais no meu 'jantar de massas'.
Sobrou a metade, mas comi no dia seguinte no café da manhã e quando retornei da prova. 
Nesse valor não podia desperdiçar nada. kkkkk


Durante a noite, na tentativa de dormir, acordei umas duas vezes e na terceira vez, às 05:20h, foi em definitivo.
O dia amanheceu meio nublado, mas sem previsão de chuva para a parte da manhã.
Tomei o meu "café", me preparei e às 06:00 horas pedi um Uber e segui para o local da largada.

Ao chegar, encontrei uma galera do Bairro de Perus em São Paulo, onde tenho uns parentes e sempre ficava por lá quando ia correr a São Silvestre.
Alan, amigo das antigas e que agora está em Franco da Rocha. Ele veio com outros três amigos. 
Conversamos bastante e faltando uns 10 minutos para a largada fui fazer um pequeno e super leve aquecimento e já me perfilei para a largada.

Com Edélcio, o amigo Alan e Maurício.

 

Procurei me infiltrar bem lá na frente para a largada e quando largamos, saí bastante cauteloso, pois já era a minha terceira Maratona do Vinho e eu conhecia muito bem o percurso. kkkkkk
E o trecho inicial era bem estreito e depois tinha quase uma ribanceira de paralelepípedo. Então, o jeito e a estratégia era ir de boa e no decorrer do percurso a intensão também não era forçar demais por conta das inúmeras e fortes subidas. E no final, deu tudo certo. rsrs

Apesar de ir na 'cautela', no km 1 eu já era o 5° geral. No km seguinte pulei para 4° e os 3 primeiros colocados estavam bem próximos.
Cheguei no km 5 com 20min43seg.
Achei bem rápido. Mas, o percurso até ali era, relativamente tranquilo. rsrs

No km 9 assumi a 3ª colocação e logo depois completei os 10kms com 43min e alguma coisa. O percurso já havia complicado um pouquinho. rsrs
No km 15 o tempo era de 1h04min43seg.
E no km 20 passei com 1h28min46seg.

Pouco depois, km 21.8, cruzei à 'ponte molhada'. O riozinho estava bem cheio desta vez.
Reduzi um pouco o ritmo e procurei um lugar com menos água e logo no primeiro passo levei um escorregão que quase caí. kkkkk
Por sorte foi só um susto. rsrs
Mas, foi inevitável não encher o tênis de água. E o ruim depois foi correr com aquele barulho do tênis encharcado. Mas, faz parte. rsrs

Cheguei no km 25 com 1h54min51seg e entre um cacho de uva e outro, cheguei no km 30 com 2h20min e alguns segundos. 
E a dificuldade maior do percurso ainda estava por vir.

No km 32 tem uma rampa que, subir em coqueiro acho que seria mais fácil. kkkkkk
Ali foi inevitável não caminhar pela primeira vez. Na sequencia voltei a trotar, mas precisei caminhar mais uma vez na mesma subida. O negócio ali é tenso. rsrs
Vencida a subida voltei a trotar e ao chegar no km 35 (2h49min05seg) tinha outra subida e precisei andar novamente. Porém, tentava caminhar o mais rápido possível, mesmo sabendo que este rápido, muitas vezes era beeeeemm lento. kkkkkk
Mas, procurava sempre não andar por muito tempo, pois não queria perder aquela colocação. Ou na pior das hipóteses, não queria ficar fora do pódio geral. Então, quanto menos eu caminhasse, menos risco eu correria de perder as colocações. Porém, precisei caminhar bastante naquela rampa e lá no topo tinha um fotógrafo pedindo pra galera dar uns trotinhos para ele fazer uma foto legal e eu disse que poderia fazer a minha caminhando mesmo, que eu iria comprar pra postar aqui. rsrs

Eis a foto caminhando. rsrs

Esse foi o quilômetro mais lento de todo o percurso.
Completei ele com 8min33seg. É isso mesmo. Às vezes caminhando se consegue ir mais rápido. Mas, ali, naquele morro. Não foi fácil correr não. Por sorte, ou azar, sei lá; estava quase no final da prova. rsrs

Vencida a "escalada", dali para frente era menos difícil. kkkkk
Cheguei no km 40 com 3h16min50seg e dali para a linha de chegada foi um pulo. Ou quase. kkkkk
Na última subida após me certificar de que não havia ninguém da maratona na minha cola, andei mais alguns metros na parte mais intensa e depois foi só correr pro abraço e cruzar a linha de chegada da minha 37ª maratona com 3h27min09seg. Fazendo assim o meu recorde pessoal em Bento. E fiquei feliz demais com o resultado (3º lugar na classificação geral).

Completada a prova, peguei minha bela medalha e fui na caixa de gelo, que de gelo não tinha mais nada. rsrs.
Mas, a água estava quase gelada e acredito que me ajudou um pouco na recuperação, pois no dia seguinte estava me sentindo fisicamente bem.
Após sair do "gelo" peguei um mini "menu" onde tinha anotado todos os itens que eu teria direito a tomar e comer no pós-prova e a cada lugar que a gente ia, eles marcavam um "X" no item 'retirado'.
Tinha desde vinho, até churrasco. Suco, frutas, chopp, dentre várias outras coisinhas' que não encontramos em provas "normais".
É top demais essa Maratona do Vinho. E pretendo voltar mais vezes.

Por fim, fiquei aguardando a premiação e subi no pódio pela terceira vez em Bento e pela terceira vez no ano.
Recebi como premiação 18 garrafas de vinho, um espumante e vários outros itens. Pensa num trabalho para retirar tudo do pódio e levar até o ponto onde pegaria um Uber. rsrs
Se não fosse o amigo Alan de Franco da Rocha eu acho que precisaria deixar uma caixa de vinho para traz. kkkkkkk
E como agradecimento pela ajuda, dei uma garrafa de vinho pra ele que depois ganhou mais dois espumantes com o 3° lugar na sua categoria na meia maratona.

Já na pousada, tentei me apressar para tentar voltar para casa mais cedo. Mas ao chegar na rodoviária, como eu já havia comprado a passagem anteriormente, eu precisaria trocar, mas a moça não conseguiu fazer a troca. Segunda ela, essa troca precisava ser feita até duas horas antes do embarque e só faltava 30 minutos e por conta disso precisei ficar em Bento até após às 20 horas e ainda nem era 14 horas. rsrs

Então, já que eu ficaria ali por mais algumas horas, deixei tudo no guarda-volumes da rodoviária e fui até a Catedral Cristo Rei e fiquei aguardando à missa das 18 horas.

Inclusive, ainda bem que fiz isso, porque na porta da igreja ficava um senhor, tipo um sacristão, eu acho, que eu havia conversado com ele no dia anterior e no domingo quando retornei, a primeira coisa que ele me perguntou foi sobre a corrida. Expliquei pra ele e disse dos vinhos. Falei que tinha comprado uma fita adesiva para colar nas caixas porque tinha uma que estava se abrindo e ele prontamente me disse para acompanhá-lo, pois iria conseguir algumas sacolas grandes para pôr as caixas e me levou até a farmácia na frente da igreja e a dona me deu 6 sacolas enormes que facilitou e muito o carregamento dos vinhos.
Fiquei muito agradecido tanto à dona da farmácia como o senhor do igreja.
Assisti à missa das 18 horas e depois retornei para a rodoviária. Embalei tudo é às 20:30h embarquei no ônibus da Unesul com destino à Cascavel.

Mais uma vez a viagem foi super demorada. Essa empresa pára em toda cidade que aparece pelo caminho. rsrs
Cheguei em Cascavel somente às 13:20h de segunda-feira dia, 19 de fevereiro, e ainda aguardei mais uma horinha até embarcar em definitivo para Ubiratã onde cheguei às 16:15h com um cansaço gigantesco. Mas, já na expectativa para o próximo retorno à Maratona do Vinho. kkkkk

E assim foi este final de semana no Vale dos Vinhedos na Serra Gaúcha.


Segue abaixo mais fotos:

O kit da prova.
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Meu numeral já fixado na camiseta de um dos meus maiores patrocinadores aqui em Ubiratã.
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Com meu numeral na retirada dos kits.
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Na Estação Férrea esperando dar o horário do almoço e do check-in no hotel.
Um dia ainda vou com tempo e faço o passeio de trem que, se não me engano, estava 180 reais.
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Pouco antes da largada que acho muito tarde.
A largada é às 07:00h e na minha opinião, pelo menos a maratona deveria largar às 06:00h.
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É subida que não acaba mais. rsrs
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O bom da Maratona do Vinho são as uvas. rsrs
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A cansaço é inevitável que as passadas ficam bem mais curtas. rsrs
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Minha chegada sendo atrapalhada pelos atletas da meia maratona.
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Comemorando a minha melhor participação na Maratona do Vinho com um bom vinho. rsrs
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Pódio geral dos 42kms da Maratona do Vinho 2024.
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Tempo dos 5 primeiros colocados dos 42kms.
Até o momento da postagem deste texto a classificação completa de todas as provas de 2024 poderiam ser visualizadas no site www.maratonadovinho.com.br
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"As conquistas não caem do céu. Elas exigem muita luta, esforço, dedicação e força de vontade."
Quero agradecer ao William Baggio, 5º colocado por me enviar as fotos do pódio.
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Prêmios pelo 3º lugar geral na prova.
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Alan me dando uma ajuda e tanto no carregamento das caixas de vinho.
Valeu parceiro.
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Todos os vinhos.
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E que venha a próxima ...
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O vídeo feito na prova pode ser visto no canal Tutta Maratonista no YouTube.
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Agradecimentos:

Primeiramente a Deus pelo dom da saúde e oportunidade de fazer mais uma prova e obter mais esta conquista importante na minha vida de atleta amador.
Agradecer também à Sandra Cella, organizadora da prova pela cortesia na inscrição e ao Alan, pela ajuda com os vinhos.






Despesas:

Passagens Ubiratã/Cascavel ida e volta: 84,89
Passagens Cascavel/Bento Gonçalves ida e volta (aproximadamente): R$ 595,00
Pousada: R$110,00
Alimentação (aproximadamente): R$ 300,00
Uber: R$ 59,78

Total: R$ 1.149,67

Patrocínio: Inscrição


quarta-feira, 10 de abril de 2024

Corrida Nº 239 - 15º Desafio de Equipes - Cascavel-PR (28jan2024)

 ... Postagem atrasada ...

Cansadaço devido a muito trabalho e por ter dormindo bem pouco, segui para Cascavel na madrugada do dia 28/01 para a minha primeira prova de 2024.

"Acreditar é algo comum a todos os sonhadores.
Mas, somente os batalhadores é que alcançaram as melhores conquistas."




Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 238
Nome da prova: 15º Desafio de Equipes
Cidade: Cascavel-PR
Data: Domingo, 28 de Janeiro de 2024
Distância: 7kms
Tempo: 24min54seg
Média por quilômetro: 3min33seg
Colocação geral individual (entre todos os atletas): 8º lugar
Atletas no total geral: 330 atletas
Distância percorrida pela equipe: 42kms
Tempo da equipe: 2h36min57seg
Media por quilômetro da equipe: 3min44seg
Colocação geral da equipe: 3º lugar
Total de equipes - categoria masculina: 34 equipes
Colocação na equipe: 1º lugar
Atletas na equipe: 6 integrantes
Número de pódios (fora de Ubiratã): 129 pódios
Pódios por classificação geral: 55 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 68 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 6 pódios
Número de peito: 593


No sábado, dia 27/01, trabalhei até às 19 horas e como venho participando do Desafio 366, que consiste em correr todos os dias de 2024, ainda corri 5km bem de leve após o trabalho.
E por conta de um filme que comecei a assistir na hora da janta e estava achando bacana fui dormir após às 22:30h e precisei acordar às 02:15h da manhã, pois às 03:05h precisava estar na rodoviária de Ubiratã para seguir pra Cascavel.

Cheguei uns 10 minutinhos antes e fiquei aguardando até que às 3 horas, quando chegou um ônibus da empresa Penha que estava fazendo a mesma linha da Expresso Maringá. Mas, nem me preocupei em perguntar nada. Pois, nunca vi aquela empresa entrando na cidade de Ubiratã e muito menos fazendo esta linha.
No entanto, poucos minutos depois o motorista me perguntou para onde eu ia. Disse que era pra Cascavel e ele falou que era aquele ônibus mesmo. Aleguei que a minha passagem era da Expresso Maringá e ele me informou que as empresas eram parceiras. Nem sabia disso e embarquei no ônibus. rsrs
Mas, fui reclamar no guichê no dia seguinte. Pois, se o motorista não me pergunta nada, é bem provável que eu nem iria correr. No entanto, me alegaram que às vezes aquela ônibus faz a linha. Porém, aleguei que deveriam informar aos passageiros, pois do contrário, muitos perderam a viagem por não embarcarem.

Então, dentro do busão, saí de Ubiratã às 03:04h e às 04:45h já estava em Cascavel e fiquei na rodoviária aguardando alguém da equipe me buscar.
Quem apareceu foi a Adriana.
E chegamos na Univel, local de largada e chegada da prova próximo das 07:00 horas. Logo chegou o Edu, montamos a barraca e pouco depois segui para um breve aquecimento e me perfilei para a largada.

Me infiltrei bem lá na frente e consegui fazer uma boa largada e segui forte. Nem parecia cansado ou com sono. kkkkk
Passei o primeiro km com 3min16seg. Achei bem rápido.

Já no km seguinte o ritmo foi pra 3'39. Pegamos uma subidinha antes de
 chegar na Havan e ali quase todos que estavam próximo de mim subiram num ritmo mais lento. Mas, depois já pegamos uma descida que foi seguida de uma nova subidinha e os dois kms seguintes foram bem próximos no quesito tempo: 3min36 e 3min33, respetivamente.

Já no km 5, voltando, tem uma subida mais forte até chegar em frente à estátua da Havan e ali fiz com 3min46. Agora exagerei. rsrs
Mas, de média ainda estava bom. Em torno de 3min34 por km. E dali para a chegada era só descida e plano e acelerei o que deu e cheguei para fechar os 7kms e completar a prova com o tempo de 24min54seg.
Fui o 8º colocado na classificação geral dentre os atletas e fui o mais rápido da equipe Edu Antunes 2.
Já a equipe Edu Antunes 2, conquistamos o 3° lugar na categoria equipes masculina.
Dentro do esperado pelo Treinador Edu.

Ao final, peguei minha bela medalha, algumas frutas e fui para a tenda da equipe onde ficamos conversando e comendo, não necessariamente nesta ordem, até quase a hora da premiação.

Recebido o troféu, agradeci o Edu e toda a equipe e me despedi da galera e me encaminhei para a rodoviária onde embarquei de volta para casa no ônibus da empresa Expresso Maringá às 11:00 horas e cheguei em casa às 13:00h.
E aí sim, bateu o cansaço.

Almocei e dormi a tarde toda. kkkkk

E assim lá se foi mais uma corrida de rua na vida deste atleta amador. A primeira, de muitas que pretendo correr em 2024.


Segue abaixo algumas fotos:

Quase completando a prova.
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Completando a prova.
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Após a corrida.
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A bela medalha.
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No pódio.
O vídeo completo da minha participação na prova pode se conferido lá no canal Tutta Maratonista.
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Equipe Edu Antunes 2.
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A equipe Edu Antunes 2 no pódio em 3º lugar geral na categoria equipes masculinas.
Edu, Renato "Bolacha", Roberto "Betão", André, Thalles e Tutta.
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Tempo dos atletas da equipe.
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Os 15 primeiros colocados no geral individual.
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As 3 primeiras equipes na categoria equipes masculinas.
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"Desejar, é o primeiro passo a conquista de tudo o que almejamos na vida."
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Agradecimentos:
Primeiramente sempre a Deus pelo dom da saúde e por me proporcionar correr mais uma prova perfeita.
Agradeço também ao Eduardo pelo convite e a toda equipe pela parceria.




Despesas:

Inscrição: R$ 60,00
Passagens: R$ 84,71
Lanche: R$ 20,00

Total: R$ 164,71