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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

A Minha 8ª Maratona (Porto Alegre 2014)

Fiquei por três anos desejando correr a Maratona de Porto Alegre, até que finalmente chegou o momento de realizar aquele sonho.

Era 18 de maio de 2014.
Mas, apesar da vontade de estar ali, eu não chegava para a prova com aquela confiança toda.
Minha preparação havia sido curta: apenas 55 dias. E naquele período, corri pouco mais de 400 quilômetros e, quando segui para o Rio Grande do Sul, carregava comigo uma sensação difícil de ignorar: a impressão de que havia faltado alguma coisa na preparação.

Talvez mais quilômetros. Talvez mais tempo. Talvez simplesmente a segurança que uma preparação mais longa costuma trazer.
Mas agora não havia mais o que fazer.
Era largar e correr.




A organização da prova tinha seus pontos muito positivos. Houve translado do aeroporto e da rodoviária para a retirada dos kits e, depois, transporte até os hotéis. No dia da maratona, os atletas também contavam com transporte dos hotéis conveniados até a largada e, depois, de volta.
A hidratação ao longo do percurso também foi muito boa, com água e Gatorade.
O percurso, porém, não me pareceu exatamente aquilo que eu tinha ouvido falar.
Diziam que Porto Alegre era uma maratona bem plana.

E eu encontrei algumas “subidinhas”. rsrs
Nada muito íngreme. Nada muito longo. Mas eram várias.
E maratonista sabe: depois de alguns quilômetros, qualquer subida começa a ter opinião própria.

Na véspera, ainda fiz um pequeno pedal com um amigo que morava em Porto Alegre. Uma maneira de aproveitar um pouco a cidade antes de enfrentar os 42 quilômetros do dia seguinte.




Então chegou o domingo.

E dormi pouco. A ansiedade bateu forte e acordei por volta das 3 da manhã e a largada seria somente às 7h, então ainda havia bastante tempo para esperar, pensar e, principalmente, tentar não pensar demais. rsrs

Por volta das 6 horas, segui para o local da largada.
O clima estava praticamente perfeito para correr. Céu nublado, muitas nuvens e temperatura em torno dos 15 graus.
Não dava para reclamar.

Às 7 horas, pontualmente, começou a minha 8ª maratona.
E eu comecei com calma.
Calma até demais. rsrs
No km 2, meu tempo acumulado era de 8min40seg. Uma média de 4min20seg por quilômetro.

Eu tinha ido para Porto Alegre sem tanta confiança, mas também não pretendia deixar a prova escapar logo no começo. Então tratei de acelerar um pouco.
Depois do km 2, aumentei o ritmo. Não muito... mas aumentei.
Passei a correr entre 4min e 4min10seg por quilômetro.
Naquele momento, inclusive, havia um pequeno detalhe atrapalhando mais do que qualquer subida: uma vontade imensa de ir ao banheiro.
Mas fui levando.
Até que chegou uma hora em que eu simplesmente esqueci.
As dores musculares começaram a falar mais alto.

Por volta do km 5, encontrei o Dario, um amigo de Campo Grande, e seguimos juntos até aproximadamente o km 10, mantendo uma média próxima de 4min05seg por quilômetro.
Depois disso, ele ficou para trás e eu segui sozinho.
Mantive o ritmo.
Às vezes, até um pouco mais rápido.
E foi aí que comecei a perceber que, apesar da preparação curta, talvez aquela maratona pudesse ser melhor do que eu imaginava.

No km 15, meu tempo era inferior a uma hora.
E a estratégia que era tentar manter 4 minutos de média por quilômetro pelo menos até o km 25 estava funcionando.

E eu seguia.
Km após km.
Ritmo firme.
Cabeça no lugar.

Do km 10 ao km 20, fiz uma corrida muito boa.
Tão boa que comecei a fazer contas.
E quando um maratonista começa a fazer contas durante uma prova, normalmente é porque alguma esperança começou a aparecer. rsrs

Mantendo aquele ritmo eu imaginava que poderia terminar a prova perto de 2h50.
Aquele pensamento que, algumas horas antes, parecia distante, agora começava a ganhar forma.
Mas a maratona tem dessas coisas: Ela deixa você sonhar...E depois cobra a conta.

Depois do km 20, comecei a sentir uma pequena queda de produção.
O ritmo foi diminuindo gradativamente. Mas, ainda passei pela meia maratona muito bem. Com o tempo inferior a 1h24min.
Ainda era um bom tempo, mas eu já sabia que seria cada vez mais difícil sustentar aquele ritmo até o final.

Por volta do km 25, tentei tomar um gel para buscar um pouco de energia extra.
Era de chocolate. Ou pelo menos deveria ser. rsrs
Porque o gosto estava tão azedo que, depois de provar, pensei que talvez fosse mais seguro não arriscar.
Joguei quase todo fora.
Afinal, ainda faltavam 17 quilômetros e eu não queria transformar uma maratona difícil em uma maratona acompanhada de um problema estomacal.

E os quilômetros seguintes começaram a mostrar a verdadeira face da prova.
No km 27, minha média já havia passado novamente dos 4 minutos por quilômetro.
No km 30, o relógio marcava quase 2h02min.
No km 32, quase 2h10.
E a partir dali, eu já sabia que seria difícil.
Muito difícil.

As pernas estavam pesadas.
As dores aumentavam.
O corpo começava a cobrar cada um daqueles quilômetros corridos num ritmo forte.
Mas ainda havia uma coisa que eu tinha ao meu favor: eu sabia que conseguiria terminar abaixo das três horas.

E naquele momento a estratégia mudou.
Não precisava mais correr para 2h50.
Não precisava buscar um tempo extraordinário.
Era hora de sobreviver à maratona.
“É só trotar a 5 minutos por quilômetro nos 10 quilômetros que faltam. - pensei”
Foi fácil pensar.
Difícil foi fazer. rsrs

Do km 30 ao km 38, o ritmo caiu bem mais do que eu gostaria. É lógico que não chegou tão perto dos 5 minutos. Mas, e
m alguns momentos, cheguei à casa dos 4min30seg por quilômetro.
E ainda havia mais quatro quilômetros pela frente e tendência era do ritmo ainda mais.

Do km 38 ao 42, o ritmo passou dos 4min40seg.
Aquele 'sonho' das 2h50 já tinha ficado para trás.
A conta agora era outra.
Era olhar para o relógio, olhar para a distância restante e tentar encontrar dentro de mim o que ainda havia de força.

Pelos cálculos, com um pouco mais de esforço, eu poderia terminar em torno de 2h54.
Seria praticamente repetir o mesmo tempo das minhas duas maratonas anteriores: Rio de Janeiro, em 2012, e Brasília, em 2013.

Mas naquele momento eu já não tinha muito mais para entregar.
O corpo tinha chegado ao limite daquela preparação de apenas 55 dias.
E eu precisei aceitar que não dava para tirar mais alguns minutos na marra.

Mas, continuei.
Sem desistir.
Sem parar.
Até que finalmente os 42 quilômetros ficaram para trás.

Cruzei a linha de chegada em 2h55min22seg.
Não foi o 2h50 que, em determinado momento da prova, eu cheguei a imaginar.
Também não foi o 2h54 que minhas contas indicavam.
Mas foi ali, próximo. Bem próximo.




Agora o que menos impostava era o tempo.
O que importava é que eu havia concluído mais uma maratona.
Havia construído mais uma história.
Foi mais uma vez em que o corpo mostrou seus limites, mas a cabeça encontrou uma maneira de continuar.
E talvez essa seja uma das maiores verdades de uma maratona: 'nem sempre terminamos com o tempo que imaginamos na largada.
Mas sempre terminamos carregando aquilo que aprendemos durante os 42 quilômetros.'

Porto Alegre me ensinou que uma preparação curta pode até deixar dúvidas antes da largada, mas quando a prova começa, não adianta mais pensar no que faltou.
É preciso correr com aquilo que você tem.

Naquele dia, eu tinha pernas cansadas, dores, uma preparação que eu considerava insuficiente e um objetivo que foi mudando ao longo do caminho.
Mas tinha também vontade.
E foi ela que me levou até o fim.

E assim terminou a minha 8ª maratona.
2h55min22seg.
Mais uma maratona concluída.
Mais uma página escrita na minha história.
E ainda faltavam muitas páginas para completar esse livro.


📖
Continua na série: Tutta e suas 50 maratonas.














Leia também:

- A Maratona 1
- A Maratona 2
- A Maratona 3
- A Maratona 4
- A Maratona 5
- A Maratona 6
- A Maratona 7



domingo, 7 de agosto de 2022

Corrida Nº 213 - 37ª Maratona Internacional de Porto Alegre - Porto Alegre-RS (12jun2022)

 Após a Maratona de Ponta Grossa, em março, eu me dei duas semanas de folga e depois voltei a fazer o treinamento visando um sub-3h em Florianópolis. Mas, como a prova foi adiada precisei mudar os planos e decidir por Porto Alegre. 


"Quando o fôlego estiver acabando e as pernas estiverem cansadas, foque no poder da vontade e siga em frente."


Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 213
Nome da prova: 37ª Maratona Internacional de Porto Alegre
Cidade: Porto Alegre-RS
Data: Domingo, 12 de junho de 2022
Distância: 42,2kms
Tempo: 2h57min21seg
Media por quilômetro: 4min12seg
Colocação geral: 254º lugar
Atletas no geral: Completaram 2.962 corredores
Colocação na categoria por faixa etária (45/49 anos): 19º lugar
Atletas na faixa etária: Completaram 497 corredores
Número de pódios (fora de Ubiratã): 110 pódios
Pódios por classificação geral: 42 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 64 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 4 pódios
Número de peito: 3031


Vinha fazendo excelentes treinos até a manhã de Sexta-feira Santa quando decidi fazer um treino de 15kms mais forte. E fiz. Fechei o treino com 55min56seg. Mas, pouco antes do km 11 senti uma fisgada na panturrilha esquerda e não parei, nem diminui o ritmo, mesmo sabendo que aquilo poderia agravar. E agravou.
Nas quatro semanas seguintes não pude treinar. Em toda tentativa a dor voltava.
Só consegui retornar aos treinos novamente no início de maio e ainda assim chegava ao final bastante ofegante e praticamente exausto. Mas, logo consegui pegar condicionamento novamente e os treinos fluíram muito bem. No entanto, o sub-3 já estava descartado para a prova de Porto Alegre. E pretendia buscar esta marca lá em Campo Grande em julho (dia 10). 

Duas semanas antes de viajar para Porto Alegre fiz um longão de 'responsa'. Foram 40kms com média de 4min43seg por quilômetro e sem sofrer muito. E o novo objetivo agora era tentar manter este mesmo pace em POA para não desgastar tanto para os próximos treinos já visando o objetivo de sub-3h no Mato Grosso do Sul.

Mas, ainda  antes da viagem para o Rio Grande surgiu um último contratempo. No dia da viagem acabei sentindo uma dor nas costas durante o trabalho e naquele dia trabalhei na marra até às 17 horas.
Já ás 18 horas, o amigo Hélder me levou, juntamente com meu pai, para Cascavel onde embarcaríamos para Porto Alegre.

Na chegada na rodoviária em Cascavel encontrei com o Fernando, que estrearia oficialmente em maratonas e sua namorada que faria os 21k.

O ônibus estava previsto para às 20:01h. Mas, acabou atrasando quase uma hora e meia e saímos de Cascavel às 21:23h num ônibus da empresa Nova Integração. Achei o ônibus bem ruim e bastante desconfortável. Por sorte estava bem vazio e pude ir numa poltrona sozinho e aí deu uma pequena melhorada. No entanto, não consegui dormir nada, devido aos milhares de buracos nas estradas.

Chegamos em Porto Alegre às 10:14h da manhã de sábado (dia 11/06).

Ao chegar em POA me encaminhei para o hotel para deixar a bolsa e segui direto para o shopping Barra Sul retirar o kit e de lá fui a pé até o Estádio Beira-Rio comprar ingresso para assistir Inter e Flamengo a noite.
Depois de comprado os ingressos
 fiz meu pai caminhar um monte e fomos até o centro onde almoçamos e após o almoço passamos no Mercado Municipal e de lá fomos até a Arena do Grêmio e quando retornamos foi a conta de tomar banho, jantar e seguir para o estádio ver o Inter derrotar o Flamengo pelo placar de 3 a 1. Infelizmente perdemos o último gol porque saímos 5 minutos antes do término da partida para evitar tumulto (que não houve) para pegar o Uber.
Chegamos no hotel e fomos dormir por volta das 23:30h.

Passando no Estádio Beira-Rio comprar os ingressos para o jogo logo mais a noite.
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Na Arena do Grêmio.
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A noite no Beira-Rio com meu pai vendo o Inter derrotar o Flamengo por 3 a 1.

No dia seguinte, dia da corrida, acordamos às 05:15h com um frio de 6 graus e sensação térmica de 2.
Me aprontei rapidamente, comi o meu próprio café da manhã e descemos para o saguão para pedir um Uber que estava custando o olho da cara naquele dia. Mas, antes de confirmar a partida uma corredora ofereceu carona e fomos com ela e quase perdemos a largada. kkkk

O congestionamento era enorme e todas as ruas ao redor do Shopping Barra Sul estavam bloqueadas, até que a paranaense de Ivaiporã, Letícia, teve a ideia de deixar o carro com meu pai e descemos os dois e fomos correndo para a largada. Só deu tempo mesmo de pegar o número de celular dela para ligar pra ela após a prova para a devolução do carro. 
E o meu pai, mesmo sem a carteira, se virou muito bem nas ruas super movimentadas de POA e nós (a Letícia e eu) conseguimos chegar a tempo na largada. Que acabou atrasando 9 minutos.
Mas, foi uma adrenalina e tanto. kkkk

E na pressa, acabei deixando minha luva e o cinto porta-documentos onde colocaria o celular durante a corrida. Só percebi quando adentrei o local de largada. Aí já era tarde. kkkk

Demorei cerca de 3 minutos para cruzar a linha de largada e no primeiro km foi quase impossível correr. No entanto, ainda fiz com 4 minutos e 40 e alguma coisa de segundos. Como estava sem pretensão até que estava bom.

Mas, no km seguinte consegui baixar o tempo para 4min20 e conforme eu ia me esquentando (se é que dava para esquentar correndo com 2 graus de temperatura kkk) só ia baixando os tempos km a km até chegar ao ponto de estar correndo sempre perto da casa dos 4 minutos sem sentir esforço algum.

Passei a marca dos 10 quilômetros com 43min20seg e cheguei nos 14 (um terço de prova) abaixo de uma hora. Ou seja, mantendo essa pegada dava para um sub-3h.

Apesar do frio, e de algumas rajadas fortes de vento contra, eu estava indo muito bem. Sem fazer nenhuma força exagerada e sem sentir as dores nas costas que começou a incomodar só lá no início.
Após a primeira passagem ao lado do pórtico de largada/chegada pegamos algumas leves subidas, mas nada que pudesse afetar o ritmo que continuava ali na casa dos 4 minutos a 4 minutos e pouquinho.

Quando passamos novamente pelo pórtico (contado com a largada, já era a terceira vez, rsrs) fechamos a primeira metade da prova. Ou seja, 21kms, e o meu cronômetro marcava 1h28'40.
Naquele momento senti que dava para fazer sub-3. E nos kms seguintes comecei a correr até um pouco mais rápido. Baixando para 4 minutos a 4 minutos e 5 segundos no máximo. E algumas vezes fazia abaixo dos 4 minutos.

Por volta do km 25 passei sem saber, passei pelo Sandri de Maringá (seremos parceiro no revezamento em Foz logo mais em setembro). M
as, ainda não nos conhecíamos. Ele viu o nome de Ubiratã na camisa que eu estava usando e falou mais ou menos assim: "você é de Ubiratã, acho que vamos ser parceiro de duplas em Foz". E foi assim que nós nos conhecemos. Kkkk

Conversamos por cerca de 1km e eu segui, pois estava bem e sabia que no final iria diminuir um pouco, como sempre acontece. E então quis manter a pegada até onde dava.

Cheguei no km 29 com 1h59 e alguns segundos.
Achei muito bom. Quando eu fiz 2h52 em Curitiba eu tinha esse tempo no km 30. E como eu vinha  correndo na média de 4 por km, fiz os cálculos e poderia dar 2h56 que estaria mais do que excelente para quem queria apenas completar a prova.

E graças a Deus como eu corri vários quilômetros na casa dos 4 minutos e algumas vezes até abaixo, consegui 'acumular' segundos para "usar" mais no final quando comecei a ultrapassar a marca dos 4min10seg, depois 4min15seg e os últimos dois ou 3 quilômetros foram acima dos 4min30seg e cheguei livre, leve, solto e feliz da vida com o tempo de 2h57min24seg e depois pelo tempo oficial ainda baixou 3 segundos fechando oficialmente em 2h57min21seg.
Fiz a segunda metade da prova apenas 1 segundo a mais que os primeiros 21kms. Ou seja, 1h28min41seg
Já o Sandri fechou excelentemente bem com 2h57min59seg.

Completando a prova feliz da vida com o desempenho.


Antes de receber a medalha ainda encontrei com o meu pai que me parabenizou, depois peguei a gigantesca medalha, algumas frutas e um lanche e fui ver algumas chegadas. Uma mais emocionante que a outra. Uns gritando de dor, arrastando com cãibras, outros felizes e muitos chorando de felicidade por estarem vencendo um, ou mais um desafio em suas vidas. Coisas que só quem corre e completa uma maratona sabe como é.

Com a medalhona da prova em uma das mãos. Na outra, duas mexericas, ou poncãs. rsrs


Na sequência liguei para a Letícia para entregar a chave do carro e agradecer pela carona e adrenalina antes da largada. kkkk
Só faltou fazermos uma foto para registrarmos o momento. Mas, ela foi bem (3h27min04seg) e conseguiu índice para Boston.

E fui encontrar com o Fernando, amigo de Ubiratã que fez uma brilhante estreia em maratonas 3h09 e sua namorada Marluce que fez recorde pessoal na meia (1h58).
Comemoramos com uma boa e gelada Heineken e depois fomos almoçar ali no shopping mesmo.

Marluce: 1h58min36seg (meia-maratona) - 725ª no geral e 127ª na categoria
Fernando: 3h09min42seg - 541º no geral e 91º na categoria
Tutta: 2h57min21seg - 254º no geral e 19º na categoria


Após o almoço voltamos para o hotel para descansar um pouco e a tarde fui caminhar com meu pai para mostrar mais alguns pontos de POA.
Passamos pela Usina do Gasômetro, Igreja Nossa Senhora das Dores onde assistimos uma missa. Em seguida passamos pela Catedral Metropolitana e antes de voltarmos para o hotel para descansarmos comemos um lanche com direito a quebra de uma taça por parte do meu pai. Por sorte não cobraram, pois aprecia cara. rsrs
Trajetos todos feitos a pé.
Fomos dormir antes das 22:00 horas porque no dia seguinte teria mais caminhada. kkkkk
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Na Usina do Gazômetro.


Acordamos às 08:00h da manhã na segunda-feira, dia 13, era feriado do padroeiro Santo Antônio na nossa cidade então vamos passear mais um pouquinho (a pé, pra variar kkkk) em Porto Alegre.

Após o café fomos até o Parque da Farroupilha e de quebra ainda visitamos mais duas igrejas nos arredores do parque (
Santa Teresinha e Divino Espírito Santo) e voltamos para fazer check-out no hotel e em seguida fomos para a rodoviária onde almoçamos e deixando os nossos pertences no guarda-volumes e fomos caminhar novamente, pois o ônibus só sairia às 19:30h. Ou seja, tínhamos muito tempo para não fazer nada, ou caminhar pela cidade. rsrs

Seguimos até o Shopping Total e de lá para o Parque Moinhos de Vento e retornamos para a rodoviária (andamos cerca de 10kms kkk) e ainda precisamos esperar mais de 3 horas até o embarque que nos levou até Cascavel e onde pegamos mais um ônibus da Expresso Maringá para enfim chegar em Ubiratã às (13:25h) do dia 14 de junho de 2022.

E esta foi mais uma história vivenciada em um final de semana de corrida...



Segue abaixo mais fotos:

O kit da prova.
PS: faltou um gel de carboidrato.
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Durante o percurso 1.
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Durante o percurso 2.
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Durante o percurso 3.
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Após a prova.
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Com meu pai.
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Brindando as nossas ótimas participações com uma boa e gelada Heineken.
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Com o figuraça Sérgio Rocha do Corrida no Ar que correu como marcador de ritmo (sub-4h) e fechou com 3h58min15seg,  Ricardo e Fernando.
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A bela e grande medalha da prova.
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Os 20 primeiros colocados da categoria por faixa etária dos 45 aos 49 anos.
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Certificado de conclusão da prova.
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Uma imagem bem Baleias.
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Com o amigo Roberto da Encarnação. Ele fez 2h56min25seg.
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Com a amiga Elisabete Pascoal. Ela fez 3h53min54seg e foi a 3ª colocada em sua categoria.
Parabéns.
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A bela Igreja de Nossa Senhora das Dores.
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Lago no Parque Farroupinha.
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Parque Farroupilha.
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Parque Farroupinha.
Local bom para uma corridinha.
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                                                                  Igreja Santa Teresinha.
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Igreja do Divino Espírito Santo.
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Parque Moinhos de Vento.
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Parque Moinhos de Vento.
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Monumento aos Açorianos.
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Viaduto Otávio Rocha.
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Rio Guaíba.
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Na Orla do Guaíba.
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Fechando a conta e passando a régua em POA 2022. rsrs
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Após a entrevista na Rádio Difusora FM com o Repórter Bugrão e a proprietária da rádio Inês de Paula.
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Agradecimentos:
Primeiramente sempre a Deus pelo dom da saúde e por sempre me proporcionar fazer aquilo que eu mais gosto que é correr.
Agradecimentos também aos colaboradores do Canal Pé Frio Loterias no Youtube. E a todos que direta ou indiretamente me ajudaram a estar presentes nesta prova, ou que simplesmente estiveram torcendo por mim. Meu pai, minha mãe e esposa em especial.



Despesas (aproximada):

Inscrição: R$ 189,00
Translado até Cascavel: R$ 120,00
Passagens: Cascavel/Porto Alegre-Porto Alegre Cascavel: R$ 499,67
Hotel: R$ 190,00
Transporte em Porto Alegre: R$ 137,65
Jogo Inter e Flamengo: R$ 100,00
Alimentação: R$ 312,00
Ônibus Cascavel/Ubiratã: R$ 35,76
Outros: R$ 20,00

Total: R$ 1.604,08



Até a próxima...



Tutta Maratonista