quinta-feira, 23 de maio de 2019

Corrida Nº 179 - 1ª Maratona Monumental de Brasília - Brasília-DF - 21abr2019

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Era pra ser, mas acabou não sendo.
Pelo menos não oficialmente...

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"Seguir em frente é preciso, mesmo apesar dos erros..."



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 178
Nome da prova: 1ª Maratona Monumental de Brasília
Cidade: Brasília-DF
Data: Domingo, 21 de abril de 2019
Distância oficial: 42,195kms
Tempo "na classificação oficial": 3h02min23seg
Media: 4min05seg por quilômetro

Distância percorrida: 44,6kms
Tempo "provável dos 42,195kms": 2h53min04seg
Colocação geral: 15º lugar
Atletas no geral: 575 atletas
Colocação na faixa etária 40/44 anos: 3º lugar
Atletas na faixa etária: 108 corredores
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 86
Pódios por classificação geral: 30
Pódios na faixa etária: 55
Pódios em equipes e/ou duplas: 1
Número de peito: 4408





Esta foi a minha segunda maratona em Brasília. A primeira foi lá em 2013 e o relato da prova pode ser conferido clicando aqui.
Nesta minha segunda participação, tinha por objetivo melhorar a colocação, principalmente na categoria. Mas, não consegui. Acabei apenas "empatando". Porém, vamos por partes onde contarei tudo o que aconteceu neste final de semana lá na capital federal.


Embarquei na rodoviária de Ubiratã com destino ao Aeroporto de Maringá na madrugada do dia 19 de abril, Sexta-feira Santa.
Depois de uma parada em Guarulhos, segui viagem em definitivo à capital brasileira.
Cheguei em Brasília por volta das 11:30h da manhã e decidi ir a pé, do aeroporto até a Esplanada dos Ministérios e posteriormente ao hotel.
Foi uma looooooooonga caminhada onde passei pela Catedral Metropolitana, toda a Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional onde aproveitei para conhecer as dependências, Praça dos Três Poderes e arredores, toda a esplanada novamente. Retirei o meu kit, segui até ao Estádio Mané Garrincha e voltei novamente até adentrar nas dependências do Hotel Diplomat. Num total percorri caminhando 22,8kms em 5h59min09seg.

Acabei nem almoçando nesse dia.
Pois a chuva atrasou um pouco a minha caminhada vinda do aeroporto e depois a visita ao Congresso demorou outro tanto e também não consegui jantar devido a chuva que caia no horário que eu iria sair para procurar algum restaurante, pizzaria ou outro estabelecimento culinário.
Sem almoço e sem jantar, acabei comendo apenas uma caixa de bombom que eu havia levado e meio pacote de uma bisnaguinha acompanhado de um refrigerante que peguei no frigobar do hotel. E fui dormir em seguida...
Simples assim... rsrs


Chegando no Congresso.


Acordei no dia seguinte (20/04) por volta das 09:30h da manhã e nem tomei café no hotel achando que já tinha passado o horário. Mas, não havia. rsrs
Apenas terminei de comer as tais bisnaguinhas e fui fazer o check'out e na saída acabei encontrando o casal Baleias Wilma e Comandante Maia.
Conversamos um pouco e em seguida eles subiram para o quarto e eu fiquei na espera dos amigos Baleias de Brasília Izabel e João, onde eu ficaria hospedado nas próximas duas noites. Logo depois, a Wilma e o Maia retornaram do junto e junto com a Shirley e Carlos Bento seguimos até o hotel onde faziam a entrega dos kits para que a Izabel e o João retirassem os seus respectivos kits...
Após, despedimos dos demais Baleias e segui com eles (Izabel e João) até a casa deles onde almoçamos e depois fomos tirar um cochilo. O que foi muito bom pra mim, pois estava bem cansado. Toda aquela caminhada feita no dia anterior foi desgastante demais e eu precisava descansar um pouquinho mais. rsrs



Na entrega dos kits.
Homens: João, Tutta, Maia, Bento e um sobrinho do João.
Mulheres: Izabel, Wilma e Shirlei.
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#atletamonumental



Após o cochilo o João me levou até o Palácio da Alvorada, mas infelizmente não consegui falar com o Presidente Bolsonaro. Como eu não o avisei que iria pra lá, ele tinha saído. Parece que para o Rio de Janeiro. rsrs
Depois voltamos e o João me mostrou boa parte do percurso da prova do dia seguinte. Achei bem fácil. O único e maior problema seria o calor que poderia estar no dia seguinte. No entanto, o sábado estava um pouco nublado e talvez poderia amanhecer com chuva. O que não aconteceu.
Mas, antes do grande dia, ainda reunimos a baleiada num bom e delicioso jantar de massas a base de rodizio de pizza e outras massas e por volta das 22 horas já estávamos a postos para o descanso e no aguardo de mais uma grande prova.


No Palácio da Alvorada.
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No jantar de massas.
Do lado esquerda da foto está a Wilma, a Izabel, a Shirley e o Bento.
Do lado direito o Maia, o João, Eu e o Fernando.


No dia seguinte, acordamos por volta das 05:00h da manhã, nos encaminhamos para a Esplanada dos Ministérios, local da largada e chegada da prova, onde encontramos os demais Baleias e após a foto oficial cada um procurou o melhor lugar para se posicionar para a largada que se deu as 06:40h.





Foto Oficial Baleias.


Antes da largada estava meio friozinho, porém, não havia nenhuma nuvem no céu e isso era preocupante, pois o calor poderia vir com tudo no decorrer da prova.

Largamos no sentido do Congresso Nacional, fizemos um trecho meio deserto na região "dos fundos" do Congresso e depois retornamos.
O meu objetivo inicial para a prova era manter um ritmo médio de 4 minutos por quilômetro, pelo menos até a metade da prova, e vinha correndo com sobras. Depois, do km 21 ao 31 traçava manter um tempo total de 43 minutos e fechar os últimos 11kms com 55 minutos. Caso eu conseguisse manter esta 'estratégia', eu completaria a prova em torno de 2h57. O que seria um tempo fantástico.


Com pouco mais de 10 quilômetros pegamos a Asa Norte (se não me engano) e esse seria o trecho onde haveria um pouco mais de dificuldade por conta de algumas subidas, principalmente no retorno. No entanto, as subidas não eram assim tão assustadoras. Dava até para tirar de letra se a preparação tivesse sido boa. O problema maior seria mesmo o calor que a essa altura já começava a dar o ar da sua graça. rsrs

Praticamente lá no final da Asa fizemos o retorno e em seguida completei os primeiros 21.097 metros e o tempo estava dentro do planejado. Aliás, estava até abaixo da media.
Passei a marca da meia maratona com 1h23min18seg. Media de 3min56seg por quilômetro. E consegui manter essa media abaixo dos 4 minutos até lá pelo km 25. Porém, já havia feito um ou outro quilômetro acima destes quatro minutos. Mas, a media geral ainda estava muito boa e abaixo dos 4 minutos.
Eu vinha correndo muito bem. Sem cansaço, sem dores, se nada.
Estava solto na prova... Só que, me fizeram errar o caminho.


Assim que chegamos, praticamente em frente a rodoviária, os maratonistas deveriam seguir e passar por baixo da mesma. Mas, no momento em que cheguei ali, não havia ninguém e nenhuma placa indicando isso e como não vi nenhum maratonista na minha frente seguindo em diante, acabei fazendo a curva a esquerda e acompanhando os meio-maratonistas.
Só me dei conta de que estava no caminho errado quando vi a placa de 42 quilômetros na minha frente.
Nesse momento diminuí o ritmo e fiquei olhando para os lados para ver se via alguma passagem que me levasse a passar por baixo da rodoviária, pois eu sabia que deveria passar por lá. No dia anterior o João havia me dito isso, mas ali, durante a prova eu acabei me esquecendo. Como não vi nada, perguntei para algumas pessoas e fotógrafos para onde que eu deveria seguir. Ninguém me disse nada e continuei seguindo. Olhei para os lados e só via numeral cinza. Ou seja, atletas que estava na meia maratona. Quem fazia a maratona estava de amarelo.


Mesmo assim continuei seguindo achando que teria alguma passagem ao lado do pórtico de chegada. A esta altura eu não conseguia mais raciocinar e lembrar que teria que voltar. A rodoviária era lá atrás. Eu só pensava em seguir e achar o caminho rumo aos 42 quilômetros.
Cheguei a uns 50 metros do pórtico de chegada e ouvi alguém falando no microfone mais ou menos assim: "atleta dos 42 quilômetros chegando, mas deve estar errado, pois ainda não é hora."
Ao ouvir isso dei meia volta e retornei. Me lamentei muito nesse retorno, pois havia percorrido uma distância enorme em vão.

Ao chegar no local do erro, já tinha por lá pessoas indicando o caminho e fornecendo água aos maratonistas e disse que eu havia errado o caminho e seguido até quase a chegada. Não me falaram nada. Só me deram um copo d'água e segui. Agora no caminho certo. Mas, numa desmotivação danada. Pois, como eu disse, eu vinha correndo muito bem e errar o caminho num momento tão crucial abala qualquer um.
O problema ainda era maior, pois como eu corria com o celular, a cada quilômetro ele dava a parcial e dizia qual a quilometragem e eu estava, nada mais, nada menos do que dois quilômetros atrás do percurso oficial.
Ou seja, quando o aplicativo falava quilômetro 30, eu estava no 28. Quilômetro 35, eu estava no 33 e assim sucessivamente. Aquilo era frustrante e desanimador. Mas, continuei com ele ligado, pois assim dava para saber em qual ritmo eu ia seguindo e em muitas ocasiões ainda corria abaixo dos 4 minutos por quilômetro. Em outros chegava em 4'15, as vezes um pouco mais, outras um pouco menos. Ainda seguia num bom ritmo. O problema era só aqueles quilômetros a mais na conta...

Pouco após o local onde errei, alcancei um atleta com uma camiseta de marcador de ritmo para sub-3. Ao conversar com ele, ele me disse que havia quebrado e que não era para o acompanhar e me mostrou um outro atleta mais a frente que estava no ritmo certo.
Acelerei um pouco e alcancei o tal atleta e perguntei se ele estava realmente no ritmo para sub-3. Ele disse que sim e disse a ele o que acabara de me acontecer, mas mesmo assim ia tentar brigar por essa marca e o acompanhei por uns 4 ou 5 quilômetros.
Lá no retorno da Asa Sul (ou Norte, já nem sabia mais), após um ponto de hidratação ele abriu certa vantagem e não mais o alcancei.
Seguia-o meio de perto, mas, a cada quilômetro ele se distanciava um pouco mais e cheguei em determinado momento que vi que não teria condições de buscar esta meta depois daqueles dois quilômetros percorridos a mais lá no início da Asa e fui me contentando com o que viesse.

Busquei correr mais na beirada da rua tentando buscar um pouco de sombra mais era quase em vão. O sol predominava naquele belo céu azul de Brasília.
Quando cheguei no quilômetro 40 da prova (42 já percorrido) o cronômetro marcava 2h52min13seg. Nesse momento pra mim faltaria apenas 195 metros, que com certeza eu faria com menos de um minuto e, oficialmente, eu fecharia a prova abaixo de 3 horas. Mas, não era pra ser desse jeito. Ainda faltava mais de dois quilômetros de sofrimento, e ao mesmo tempo de garra e determinação para concluí-los. E o fiz com brilhantismo.
Não foi o que eu queria, mas, foi o que deu para fazer naquele dia.
Fechei a prova no tempo oficial de 3 horas, 2 minutos e 23 segundos. Isso para os pouco mais de 44 quilômetros que percorri. O que deu uma média de 4 minutos e 5 segundos por quilômetro. Ou seja, média de tempo para sub-3h.
E se fosse para descontar estes dois últimos quilômetros percorridos, o meu tempo oficial seria em torno de 2h53min04seg. Mas, como eu errei, não há como voltar atrás e vou ter que amargar este tempo oficial acima das três horas. Que não deixa de ser um tempo excelente. Porém, quando a gente corre em busca de uma meta, qualquer tempo acima daquilo, é um desastre total. Ainda mais depois de ter cometido um erro, como foi o meu caso.


Mas, como eu disse, não foi tão ruim assim. Terminei em 15º lugar na classificação geral (que poderia ter sido 10º) e em 3º lugar na minha faixa etária (que seria o 3º mesmo se não tivesse errado).
Não teria melhorado as colocações de 2013. Teria apenas empatado nas duas.

Mas, faz parte e se a prova acontecer novamente em 2020, estarei por lá, se assim Deus quiser.
E irei em busca da 'revanche' e de uma melhor colocação e tempo. rsrs 


Após finalizada a prova, peguei minha medalha de participação, encontrei com a Wilma que havia feito os 10kms e em seguida fui medir o percurso que eu havia feito a mais e acabei confirmando a distância de 1km pra vim e outro pra voltar. Totalizando 2kms a mais. Como já mencionei acima.
E já aproveitei, passei na rodoviária e comprei uma Coca Cola para matar a sede e depois retornei ao local de chegada para aguardar os demais amigos da equipe e antes da chegada deles fui premiado por duas vezes.
Primeiro recebi a medalha Top-42, por ter completado a prova entre os 42 primeiros colocados no geral e em seguida fui chamado ao pódio para receber o troféu de 3º lugar na faixa etária dos 40 aos 44 anos.


Já após todos completados a prova, fomos para casa e depois para um almoço que durou a tarde toda e com direito a muita chuva que chegou a molhar até dentro da lanchonete onde estávamos.
Na rua em frente alagou que até carro ficou submerso.

Ao final da tempestade, nos despedimos e segui com a Isabel e com o João até a casa deles onde passaria mais algumas horas até pegar os voo as 06:00h da manhã de segunda-feira dia 22 de abril rumo a Maringá e depois de ônibus até Ubiratã onde cheguei perto das 20 horas.

Um último detalhe que não mencionei no texto foi que, no dia da prova (21/04) era aniversário de Brasília e teve show aéreo com a esquadrilha da fumaça e a noite teria show ao vivo e gratuito com a cantora Anita. Mas, não fui ao show.
E também, acabei perdendo de assistir Gama e Brasiliense na final do campeonato distrital no estádio Mané Garrincha no sábado onde o Gama se sagrou campeão.
Dá próxima vez vou ficar mais atento para não perder detalhes como estes, pois já não é fazer conseguir dinheiro para ir tão longe e quando vou, preciso aproveitar ao máximo.

Outros detalhes a respeito da prova que não mencionei, é que faltou água no percurso. Principalmente na parte final e o lanche no final foi uma banana, quase verde e uma mini maçã e água, que não estava gelada. Acho que precisam melhorar nessa hidratação.
Uma outra coisa que achei errado foi a massagem acabar antes dos maratonistas completarem a prova. Assim que cheguei fui na tenda, mas ao entrar na fila me informaram que já estava encerrando. Um absurdo deixar os maratonistas na mão nestes quesitos citados. Mas, enfim... vamos que vamos, pois o show não pode parar ...

E é isso... Até uma próxima...



Segue abaixo mais fotos:
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O kit da prova.
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Na Asa Sul, durante a caminhada vindo do aeroporto na sexta-feira.
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Chegando na Esplanada depois da chuva.
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Na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida.
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Chegando no Congresso Nacional.
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Na Câmara dos Deputados.
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No Senado.
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Supremo Tribunal Federal.
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Palácio da Justiça.
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Palácio Itamaraty.
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Aqui acho que é a Praça dos Três Poderes.
Lá atrás, não lembro qual palácio é.
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O Belo arco-íris após a chuva.
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No Estádio mané Garrincha.
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Antes da prova.
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Em torno do km 9 após voltar do trecho aos fundos do Congresso.
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Superação.
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Esta foto eu não sei sé é quando eu já estava para chegar ou foi no momento do erro. Mas, ficou top. rsrs
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Mais uma ficou legal.
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Chegando 1.
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Chegando 2.
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 Chegando 3.
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E a minha chegada gloriosa. Porém, sofrida...
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Imediatamente após a chegada.
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Após a prova.
Só faltou mudar o 42 por 44 aí na placa. rsrs
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Mais um pódio pra coleção.
Já é o quinto do ano em 5 provas.
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Os 15 primeiros colocados da minha categoria (40/44).
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Sem comentários pra esta foto.
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Todas as minhas conquistas em Brasília.
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Shriley, eu, João e Paulo Picaña.
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No almoço após a prova e a chuva caindo dentro da lanchonete mais ao fundo.
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Pelo vídeo dá pra ver melhor.
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Um carro ali em baixo d'água a poucos metros da lanchonete onde estávamos.
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Wilma, completou os 10kms com 1h29min33seg.
Terminou em 252º lugar no geral e em 14º  lugar na sua categoria.

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Bento, se poupando para cirurgia completou os 21kms em 2h55min38seg.
Terminou em 520º lugar no geral e em 34º lugar em sua categoria.

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Apesar da comemoração, João abandonou a prova por estar sem treinos adequados.
Ele fez apenas 28kms com 3h39min25seg, mas seu nome consta na listagem oficial pelo fato dele ter passado pelo pórtico de chegada após o abandono.

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Maia completou os 42kms com 4h52min45seg.
Ficou em 424º lugar no geral e em 7º lugar em sua categoria.
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Izabel acabou não chegando até o final da Asa Sul e retornou faltando cerca de 2kms do ponto oficial. Devido ao calor ela percorreu cerca de 38kms em 5h38min26seg e seu nome consta na listagem com este tempo.
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Paulo Picaña completou os 42kms com 5h48min10seg.
Ficou em 544º lugar no geral e em 61º lugar em sua categoria.

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Shirley completou sua segunda maratona com o tempo de 5h48min51seg.
Ela ficou em 85º no geral e em 10º lugar em sua categoria.

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Fernando completou os 42kms com 5h50min08seg.
Ficou em 547º no geral e em 87º em sua categoria.

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Resultados Chip Brasil
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Resultados no site oficial
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 5kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 5kms.
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 10kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 10kms.
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 Classificação das 30 primeiras colocadas nos 21kms.
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Classificação dos 30 primeiros colocados nos 21kms.
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Classificação das 35 primeiras colocadas nos 42kms.
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Classificação dos 35 primeiros colocados nos 42kms.
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Agradecimentos:
Primeiramente a Deus por intercessão de Nossa Senhora Aparecida e Sagrado Coração de Jesus pelo dom da saúde e por me proporcionar uma ótima viagem, estadia e prova em Brasília.
Agradecimento também a Academia Boa Forma de Ubiratã pelo apoio na parte de reforço muscular e um agradecimento mega especial ao casal de amigos Isabel e João pela hospedagem, translados e até mesmo a alimentação na Capital Federal e a sua filha Isabela pelas fotos do pódio e até mesmo a sua outra filha, que agora me foge o nome, que estava em viagem e acabou "cedendo" o seu quarto.


#tuttamaratonista