sexta-feira, 23 de março de 2018

Corrida Nº 162 - 2ª Corrida Cidade das Flores - Corbélia-PR (11mar2018)

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A minha estreia em corridas no ano de 2018 não poderia ter sido melhor.


"Podemos conquistar tudo aquilo que queremos.
Basta termos fé e acreditar em nossa capacidade."



Segue os dados gerais da prova:

Prova Número: 162
Nome da Prova: 2ª Corrida Cidade das Flores
Cidade: Corbélia-PR
Data: Domingo, 11 de março de 2018
Distância: 6kms
Tempo: 20min20seg
Colocação geral: 1º lugar
Total de pódios (fora de Ubiratã): 74
Número total de pódio no geral: 24
Número de atletas: 83 corredores
Número de peito: 406



Fui para Corbélia com o objetivo de acompanhar de perto o atleta Jilmar (com “J” mesmo) de Nova Aurora. Ele, provavelmente, seria o melhor atleta presente na corrida e eu tinha o desejo de fazer uma boa prova e nada melhor do que acompanhar o melhor atleta presente no evento.
O acompanhando eu poderia, de repente, quem sabe, surpreendê-lo no final e até vencer a corrida e com isso eu manteria o excelente desempenho que venho tendo nos últimos pódios conquistados, onde, todos os últimos 7 foram de primeiro lugar.
Isso já era um recorde gigantesco para a minha simples carreira de atleta amador e se pudesse aumentar ainda mais esse recorde, seria mais que extraordinário pra mim.

Se acaso eu não conseguisse manter o ritmo do Jilmar, ou dos demais bons competidores que por ventura poderiam estar na prova, eu simplesmente diminuía o ritmo ou parava. Simples assim.
Esse era o meu pensamento. Não tinha nada a perder mesmo. Então, vam’bora arriscar tudo. rsrs

Na viagem para Corbélia tive a companhia do Alisson e do Júlio Cesar que nos levou com seu carro e quero aqui agradecer pelo apoio.
Chegamos na Cidade das Flores por volta das 06h40h da manhã. A largada estava marcada para as 07:00h, mas houve um pequeno atraso e largamos as 07:20h com os termômetros marcando 24 graus.

O percurso  foi de apenas 6kms sem muita subida.
A largada foi em descida no sentido contrário ao centro da cidade, mas com pouco mais de 300 metros fizemos o retorno e passamos novamente em frente ao pórtico e do ginásio de esportes e seguimos rumo ao centro.

Como não haviam muitos corredores, larguei bem na frente e fiz uma boa largada e mesmo tendo alguns atletas abrindo certa distância naquele início eu procurei seguir o meu objetivo que era acompanhar de perto o Jilmar e assim eu ia fazendo.


Momentos antes da largada.


Ao chegarmos no primeiro retorno eu estava cerca de 2 metros na frente dele que acabou cortando caminho pelo canteiro e quando nos “aprumamos” novamente em linha reta ele já estava uns cinco metros na minha frente. Tudo por conta do corte sobre o canteiro.

Antes daquele primeiro retorno eu era o quinto colocado e após, caí para oitavo devido a outros corredores também terem passado pelo canteiro.
Cobrei esse corte, principalmente do Jilmar, e ele alegou que não dava para passar pela rua por que iria “trombar” em outros corredores.
Até aí tudo bem, mas na minha opinião, ele  deveria diminuir o ritmo na sequência e deixar quem estava na frente dele passar. Mas, não.
Ele cortou caminho e acelerou muito na subida assumindo na sequência a liderança da prova.

Em conversa com o secretário de esportes ao final da corrida e com o apoio de outros corredores que também foram prejudicados naquele início, o secretário disse que dá próxima vez irá colocar fitas para evitar estes cortes.
Assim espero.


Mas, voltando a corrida...

Como citei acima, após o retorno o Jilmar puxou muito o ritmo na subida e abriu boa vantagem.
Até chegarmos novamente em frente ao pórtico de largada ele já estava a uns 15 metros ou mais na minha frente e eu que havia recuperado algumas colocações vinha em terceiro.
Assumi a vice-liderança logo em seguida. Por volta do km 1 que passei com 3min17seg e segui em busca do líder.
Se ele é bom em subida, eu sou bom em descida e após o primeiro quilômetro pegamos uma descida até perto do km 2 onde eu já tinha tirado a diferença e estava lado a lado com ele.

Nesse momento começou mais uma subidinha leve, mas ele não conseguiu abrir.
Mantive-me firme ao lado dele até completarmos o quilômetro 2 onde o meu tempo foi de 3’25.
Corremos alguns metros juntos e depois tomei a dianteira para não deixar mais.
Porém, como o percurso ali era em subida, apesar de não ser uma subida muito forte, me poupei um pouco, mas mesmo assim comecei a abrir certa distância.
Ao chegar no km 3, já em descida, o meu cronometro marcou 3’31 e ao chegar no retorno, após o km 3, eu já seguia mais de 30 metros na frente do Jilmar. Que segundo me relatou no final da prova, ali ele passou antes da placa. Ou seja, cortando mais alguns metros do percurso. Tanto é que o garmin dele marcou apenas 5.921 metros. Enquanto o meu Strava marcou os 6kms redondinhos.

Pouco depois do retorno um dos staffs que estavam entregando água até brincou comigo dizendo para diminuir um pouco o ritmo para dar chance aos outros. Apenas sorri e segui rumo a linha de chegada. rsrs

O percurso ali era bom.
Uma leve descida até esse retorno e depois uma leve subida, tipo um plaino-falso, seguida de um longo trecho de descida até próximo do quilômetro cinco e meio, mais ou menos.
Os meus tempos ali foram bons: km 4 em 3’24 e km 5 em 3’23.
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Já estava bem cansado e até pensei naquela ideia do início: de diminuir ou talvez até parar. Mas, como eu estava na liderança e com boa vantagem para o segundo colocado, essa ideia de parar não vinha ao caso. E nem diminuir o ritmo. Já que estamos aqui, vamos até o fim e continuei forçando.
Ao chegar na avenida do ginásio de esportes pensei em olhar para trás para saber a diferença que estava, mas, como ali começava a última subida do percurso resolvi manter-me focado na prova para não me desconcentrar e nem para dar a impressão ao adversário de que eu estava preocupado com ele.

Do mesmo jeito que eu vinha do percurso em descida eu subi aqueles pouco mais de 300 metros e desci mais uns 300 para cruzar a linha de chegada com o tempo de 20 minutos e 20 segundos (3’20 no último km) e fechar a prova como CAMPEÃO GERAL e assim iniciei o ano com o pé direito.
Juntamente com o esquerdo também. rsrs


Completando a prova como campeão geral.


Até já perdi as contas de quantas vezes eu venci uma prova no geral. Sei que foram poucas. Umas cinco ou seis eu acho. rsrs
Mas, foram o suficiente para marcar a minha carreira. E poder aumentar este número, mesmo já estando com quase 41 anos nas costas é bom demais.
Assim que eu contabilizar certinho quando provas venci no geral eu volto aqui e reedito o texto.
Por enquanto fica assim mesmo. rsrs

O Jilmar chegou 33 segundos depois de mim me parabenizando e dizendo que corri muito.
E graças a Deus corri mesmo. Media de 3 minutos e 23 segundos por quilômetro.
Correndo como um menino. Apesar dos meus quase 4.1 rsrs

Após a prova recebi minha medalha e fui me reidratar com água gelada e algumas bananas e fiquei na expectativa da disputa dos dois ubiratanenses para saber quem era o segundo melhor corredor da cidade e desta vez deu Alisson.
Ele terminou em oitavo no geral com o tempo de 23min22seg e venceu a categoria 18/24 anos.
O Júlio Cesar completou com 25min07seg e foi o segundo da categoria 30/34 anos.

Logo após ao término da prova houve uma caminhada e duas corridas infantis para somente depois sermos premiados no pódio e na sequência já voltamos para casa onde eu ainda fui para o campo e joguei mais uns 25 minutos de futebol como lateral e não tomamos nenhum gol durante o tempo em que estive atuando. Apesar de termos perdido a partida por 9 a 4. rsrs

E assim foi mais uma prova, a primeira de 2018, na vida de deste corredor amador.

Abraço e até a próxima...



Segue abaixo mais algumas fotos:
 
Meu número que precisou ser devolvido depois para ser usado na 2ª edição do Circuito Cidade das Flores que começará em maio.
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 Júlio, Tutta e Alisson antes da prova.
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Com o amigo Tite que foi o segundo colocado dos moradores de Corbélia e seu filho e sobrinha que participaram da corrida infantil.
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Pódio da categoria 18/24 anos.
1º Alisson
2º Diego
3º Mayki
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Pódio da categoria 30/34 anos.
1º Cristiano
2º Júlio Cesar
3º Sandro
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Pódio geral masculino:
1º Tutta
2º Jilmar
3º Renato
4º José Carlos
5º Sidnei
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Júlio, Tutta e Alisson após a prova.
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Vídeo do pódio geral masculino.
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Percurso da prova.
 


Agradecimentos:
Primeiramente a Deus pelo dom da saúde, a academia Boa Forma pela parceria na parte de reforço muscular, ao Paulão Silva pelos suplementos e novamente ao Júlio César pela carona.


Tutta Maratonista
www.correndocorridas.blogspot.com.br

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Corrida Nº 161 - 93ª Corrida Internacional de São Silvestre - São Paulo-SP (31dez2017)

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Em busca do meu melhor resultado na mais tradicional prova de rua do Brasil lá fui eu para mais uma Corrida Internacional de São Silvestre.


Feliz por estar participando pela 12ª vez da prova mais famosa do Brasil.



Segue os dados gerais e prova:

Prova Número: 161
Nome da Prova: 93ª Corrida Internacional de São Silvestre
Cidade: São Paulo-SP
Data: Domingo, 31 de dezembro de 2017
Distância: 15kms
Tempo: 58min06seg (tempo bruto: 58’46)
Media: 3min52seg por km
Colocação geral: 170º lugar
Atletas no geral: 18.006 corredores
Colocação na faixa etária de 40 a 44 anos: 16º lugar
Atletas na faixa etária: 2.864 corredores
Número de peito: 1874



Aqui na região onde moro eu vinha fazendo boas participações nas corridas de rua no ano de 2017 e segui para São Paulo tentando trazer para casa o meu melhor resultado em tempo e em colocação da mais tradicional corrida da rua do Brasil.

Saí de Ubiratã com destino a capital paulista na noite do dia 29 de Dezembro.
Mas, já na metade da viagem me arrependi de não ter ido um dia antes.
A viagem estava sendo muito cansativa e eu não conseguia pegar no sono.
Só consegui dormi um pouquinho após a parada no restaurante Paloma. Mas isso já era mais de três horas da manhã. E não foi aquele sono onde você consegue descansar totalmente. Eram apenas uns cochichos mais profundos.
Mas, para o final de 2018 pretendo viajar um dia antes para ter mais tempo para descansar antes da prova paulistana.

Cheguei na rodoviária da Barra Funda  em São Paulo as 08:30h da manhã depois de quase uma hora de atraso devido às chuvas que pegamos pelo caminho.
O clima estava perfeito em São Paulo.
Os termômetros na Avenida Paulista marcavam 21 graus e eu fiquei torcendo para estar daquele jeito no dia seguinte.

Como sempre faço, fui a pé até o ginásio do Ibirapuera retirar o kit e o ubiratanense João, que havia viajado no mesmo ônibus que eu e que faria sua primeira participação na prova, foi comigo.



O kit da prova que veio ainda com uma sacola de plástico e um monte de papel.
PS: a camiseta é bem fraquinha. A que os ambulantes estavam vendendo por 30 reais eram bem melhores que as originais da prova.



Após retirado os kits ele ficou por lá vendo alguns produtos na feirinha enquanto eu retornei para a Paulista e de lá segui para o Bairro de Perus rever meus tios e primos e passei a tarde toda por lá.
Só retornei para o centro as 20 horas e as 21:30h eu já estava hospedado no Soul Hostel e por volta das 22:30h fui dormir para tentar descansar um pouco para o grande dia, onde eu faria a minha décima segunda participação na Corrida Internacional de São Silvestre. Onze delas em sequência.

Havia me programado para acordar as 06:30h, mas como no Hostel estava lotado de corredores eu fui acordado por uma gritaria e cantoria de alguns atletas uma hora antes. Porém, só me levantei as 06:15h e logo após o café segui para a Avenida Paulista e fui direto para a frente do Masp onde havia combinado com o ubiratanenses João para fazer uma foto as 07:15h, mas o miserável não apareceu.
Ao final da prova ele me disse que preferiu ficar lá na frente para pegar um bom local de largada.
Fiquei das 07:00 as 07:30h esperando o camarada e o maldito nem pra avisar que não viria.
Mas, enfim... Cada um age da forma que deve querer que os outros agem com eles. Penso assim...

Após as 07:30h fui para o setor azul e fiquei por lá até o momento da largada as 09:00h.
Antes, porém, fui encontrado pela amiga Cláudia de Minas Gerais.
Ela que, mesmo sem treinos, estava ali para fazer sua primeira e última prova do ano e foi muito bem. Completou os 15kms com 1h28min49seg.
Após um rápido bate papo e uma foto seguimos para a largada.


Eu e Cláudia na Avenida Paulista.


As 08:00h começou a chover e ficou assim até momentos antes da largada. Estava tudo do jeito que eu queria para correr. Temperatura na casa dos 20 graus e ainda chuva. Aquele poderia ser o dia em que eu poderia fazer a minha melhor São Silvestre e de repente até ficar entre os 100 melhores da competição. Colocação esta que é o meu “sonho de consumo”. rsrs

Dada a largada começou o empurra empurra tradicional da prova.
Sempre me enrolo muito nessa largada. Mesmo tendo as duas pista da Paulista aberta não dá para correr direito. E momentos depois se afunila para uma pista e aí o congestionamento multiplica.

Mesmo eu tendo largado bem próximo do início do pelotão não deu para conseguir muitas ‘brechas’ para me livrar da multidão e assim que chegou na primeira forte descida eu não tinha espaço o suficiente para correr da maneira que eu queria. Fui para a calçada como dezenas de outros corredores, mas devido a chuva, tudo estava bem escorregadio e tive que ter cautela para não cair, como aconteceu com um dos atletas da elite que acabou caindo e levando um outro corredor com ele.

Pouco antes da descida do Pacaembu.


Já na descida do Pacaembu, mesmo ainda tendo milhares de corredores, já havia mais espaços e dali em diante já dava para começar a impor o ritmo planejado para a obtenção da minha melhor marca.

Cheguei no primeiro terço da prova, km 5, com 18min12seg, aproximadamente. Sendo que o km 3 foi o mais rápido com 3min17seg.
Perto do km 6 eu já comecei a sentir o cansaço da viagem.
Tinha fôlego de sobra mais estava começando a faltar pernas. Tanto é que no km 7 eu passei com pelo menos 15 segundos acima do programado (4min01seg). E claro por ali, senão me engano, teve algumas subidinhas e acabei caindo de rendimento.

Mas, achei o percurso da São Silvestre este ano mais plano. Não sei se mudaram ou se era pelo fato de não estar quente como nos últimos anos. Mas, achei muito bom o percurso este ano. Até o km 11 quase sem subidas. Com apenas algumas elevações nada muito íngremes ou longas demais. O único problema era que eu não estava tendo pernas para manter um ritmo melhor. Pois, com a temperatura que estava, em treinos, eu faria os 15km abaixo dos 56 minutos ‘brincando’.
Só que ali, estava sendo bastante difícil manter o ritmo abaixo dos 3min50seg por km que me levaria a obter o meu recorde na prova.
No entanto, ainda assim eu estava mantendo o ritmo.
Ao completar os 10 kms o tempo era de 37min48seg. Média de 3min46seg.
Mas, ainda havia a Brigadeiro lá na frente.

Após o km 11, não sei se é o cansaço que pegou de vez, mas comecei a sentir que estava aparecendo mais subidas do que anteriormente. E a cada passada que se dava parece que a intensidade da subida aumentava mais e quando chegou de vez na Brigadeiro aí não teve jeito.
Tentei, mais não deu para manter uma media de no máximo quatro minutos por quilômetro nesse trecho.

Cheguei, de certa forma, até bem no km 13.
O meu tempo era de 49min45seg. Media de 3min49seg.
Só que do km 13 até o 14 eu fiz com 4min45seg e isso prejudicou muito o objetivo que eu tinha em mente.
No segmento do aplicativo Strava, os 2kms da Subida da Brigadeiro eu fiz com 8min49seg e estes quarenta e nove segundos acima da media dos quatro minutos por quilômetro foi que fez com que eu não obtivesse o meu melhor tempo na prova.

Após completada a subida as pernas, que já não vinham nada bem, pioraram ainda mais e não consegui impor um Sprint final da forma que deveria. Inclusive fui até ultrapassado nos metros finais por um senhor que comemorou uma barbaridade por ter conseguido fazer a ultrapassagem e cheguei em seguida para completar minha 12ª Corrida Internacional de São Silvestre com 58min10seg. Tempo anotado no meu cronometro. No tempo oficial divulgado somente no dia 3 de janeiro ainda ganhei quatro segundos ficando com 58min06seg.

Não deu recorde. Mas, ainda assim foi um tempo muito bom. Se não fosse o tempo perdido na Brigadeiro eu tinha feito abaixo dos 57min30seg que é o meu melhor tempo até hoje nesta prova.
Se por um lado eu não obtive o melhor tempo, por outro consegui a melhor colocação.
No dia 3 de janeiro, quando saiu a classificação oficial, eu estava em 164º lugar na classificação geral. Mas, na data desta publicação (15/01/2018) havia subido para a colocação de número 170 dentre os 18.006 corredores que completaram a prova.A minha melhor colocação até então era a de número 190.
Já na faixa etária de 40 a 44 anos dentre os 2.864 atletas eu fui o 16º colocado.

Após a prova antes de sair e pegar minha medalha e pegar o kit lanche, que este ano havia mais coisas, encontrei com um paranaense, o Bruno de Ibiporã que completou a prova com 54min46seg e na conversa que tivemos, segundo ele, no km 10 ele estava com mais ou menos no mesmo tempo que eu.
Se tivesse visto ele naquele momento, tentaria acompanhá-lo e aí sim, o recorde teria saído. rsrs
Já em seguida fizemos algumas fotos e cada um seguiu para os seus respectivos hotéis.


O kit lanche após a prova.
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Eu e o Bruno de Ibiporã.


Depois do check’out no hostel fui me alimentar na lanchonete Pão de Ló que fica do lado do Soul Hostel onde conheci um maringaense e após o lanche seguimos de Uber para o aeroporto de Congonhas e fomos para Maringá em voos diferentes.
Mas, chegando em Maringá o meu amigo de treinos nas segundas-feiras na pista de atletismo de Ubiratã, o Marcos, estava a minha espera para me levar para a rodoviária onde embarquei as 18:30h para Ubiratã e cheguei em casa as 22 horas para fazer uma surpresa para minha esposa e após 11 anos, passei novamente a virada de ano na minha cidade.

E assim foi a minha última prova de 2017.
Espero estar aqui de novo em 2018 para novos desafios.
Abraço a todos e feliz Ano Novo.

Segue abaixo algumas fotos:


Meu numeral.

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Antes da prova.
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Durante o percurso.
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Durante a o percurso.
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Se não me engano aqui era na Avenida Paulista quase chegando.
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Após a prova.
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Após a prova.
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A bela medalha da prova.
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Pódio geral masculino.
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Classificação dos 10 primeiros colocados no geral masculino.
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Pódio geral feminino.
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Classificação das 10 primeiras colocadas no geral feminino.
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Minha colocação no geral.
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Minha colocação na faixa etária de 40 a 44 anos.
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O ubiratanense João em sua primeira São Silvestre.
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Colocação do João.



Agradecimentos:
A Serraria Zampieri agradecimento especial ao Leonardo Zampieri, ao Personal Trainer Paulão Silva e a minha tia Maria que mora no bairro de Perus em São Paulo. Sem eles com certeza eu não teria participado desta corrida. Muito obrigado e que Deus multiplique em milhares e milhares de vezes o que vocês fizeram por mim.
Não posso deixar de agradecer também a Academia Boa Forma em nome dos proprietários Ricardo e João pelos dois anos e quatro meses de parceria.
E claro, um agradecimento não menos especial a Deus, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida e do Sagrado Coração de Jesus por me proporcionou uma boa viagem, prova e uma saúde perfeita para poder fazer o que eu mais gosto que é correr.

Finalizando quero deixar um beijo super especial à minha esposa que amo muito, Cileide, e um abraço a todos os amigos que me incentivam e me seguem nas redes sociais.


Tutta Maratonista
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sábado, 30 de dezembro de 2017

Corrida Nº 160 - Corrida Solidária - SuperAção - Jesuítas-PR (17dez2017)

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Mesmo sem intensão de participar da prova e apesar de ter feito treinos fortes em dois dias seguidos e também na manhã que antecedeu a corrida, além do jogo de futebol que participei por alguns minutos, fui para Jesuítas e fiz uma participação perfeita.
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"Os grandes feitos são conquistados não pela força. Mas sim, pela perseverança."

Com o organizador da prova, Jeferson. 



Segue os dados gerais:

Prova Número: 160
Nome da Prova: Corrida Solidária – SuperAção
Cidade: Jesuítas-PR
Data: Domingo, dia 17 de dezembro de 2017
Distância: 3kms
Tempo: 10min29seg
Media: 3min29seg
Colocação geral: 1º lugar
Atletas no geral: não divulgado
Número de peito: 45
Pódio: Não houve



Por conta da caminhada da Amizade do Jardim São Paulo de Ubiratã e por pensar que a corrida seria na parte da manhã eu havia descartado a possibilidade de participar desta prova em Jesuítas.  Um dos fatores também que me fez descartar a ideia de ir para Jesuítas era pelo fato de não ter premiação. Ou seja, não haveria pódio. Apenas medalha de participação.
Porém, após a caminhada aqui em Ubiratã e o treino de corrida de 3kms feito no percurso da caminhada, além da partida de futebol que participei, o Júlio César me disse que a corrida seria na parte da tarde e que tinha interesse em ir e me convidou.
Como percebi a imensa vontade dele para poder participar eu aceitei o convite e a pedido dele, fui em busca de outros corredores para podermos dividir as despesas.

O fato da corrida estar marcada para as 17:30h em época de horário de verão, praticamente ninguém se interessou. Mas, ainda assim consegui outros dois guerreiros. Um foi a minha esposa e o outro foi o Alisson e seguimos em quatro atletas para Jesuítas.

Saímos de Ubiratã as 15:30h, pois só haveria kit com bolsa de costas e mini toalhinha para os 50 primeiros que chegassem ao local. E como o pessoal que estavam organizando disse que a procura estava grande procuramos nos adiantar.


Chegamos em Jesuítas por volta das 16:30h ou menos e já de imediato retiramos os nossos kits, que foi bem simplesinho, e depois ficamos aguardando dar o horário da largada.
Nesse dia, estava sendo realizado o Dia da Partilha em Jesuítas com várias apresentações de danças, musicais, além de brinquedos para a criançada brincar e várias barraquinhas com doces, salgados e sorvete.

E por esse acontecimento a inscrição era de um quilo de alimento que seria doado para pessoas carentes do município.
Apesar de terem falado que a procura para a prova era grande, poucos compareceram ao local.

O percurso era curto.
Segundo o Jeferson, corredor e organizador da corrida, daria em torno de 3,7kms.
Mas, deu menos.

Após algumas instruções e informações repassadas por ele foi dada a largada em leve descida e o próprio Jeferson foi o batedor, pois como deu menos de 50 atletas a Polícia Militar não disponibilizou homens para fazer esse trabalho.
Nem ambulância havia no local. E precisava, pois o calor era demais.
A largada aconteceu com 33 graus de temperatura.

Por não conhecer os adversários, saí cauteloso e mantendo um ritmo relativamente tranquilo e no início da prova ficamos perfilados em quatro atletas na liderança.
Com cerca de dois minutos de prova um atleta de Jesuítas começou a puxar um pouco mais o ritmo e fui junto.
Nisso, o Júlio César e um, dos vários haitianos, que moram na cidade começaram a ficar para trás.

Mas, o jesuitense que havia participado de uma corrida em Toledo na parte da manhã não suportou muito tempo e começou a diminuir a  velocidade. E como eu já vinha no embalo, acabei mantendo o ritmo e em seguida completei o primeiro quilômetro com o cronometro marcando 3min12seg.
Pouco depois fizemos o retorno e vi que já havia aberto mais de 50 metros para o segundo colocado.
Então, era só manter o ritmo que venceria mais uma na carreira.

Fechei o segundo km com (tempo) e aí começamos a subir para a chegada.
Não era uma subida muito intensa, mas como eu vinha de três treinos mais fortes na sexta, no sábado e no domingo de manhã, além de uns dez minutos de futebol em ritmo bem puxado, aquela leve subida, somada com o forte calor, mais parecia uma Avenida Brigadeiro, por exemplo. rsrs
Achei que poderia ser alcançado naquele final.
E como não queria olhar para trás para não dar a impressão aos adversários que eu vinha usando minhas últimas forças para fechar a prova segui tentando não diminuir muito o ritmo.

Mas, não teve jeito.
O meu ritmo caiu bastante naquela parte final, mas ainda assim não foi o suficiente para perder a posição e me mantive liderança para vencer a prova, que deu exatos 3kms, com o tempo de 10min29seg.

O segundo colocado chegou com 11min08seg e o ubiratanenses Júlio César foi o terceiro marcando 11min18seg de tempo.
O Alisson foi o sexto colocado com 14min48seg.

No feminino minha esposa foi a quinta colocada, das nove mulheres presentes.
Ela completou o percurso com exatos 19 minutos.

Como não havia premiação,  após o término da corrida só nos hidratamos um pouco e comemos algumas frutas e depois de fizemos algumas fotos para registrar o momento e logo em seguida retornamos para Ubiratã.

Ps: Uma pena a corrida não ter tido uma premiação, pois esta seria a oitava prova seguida que eu subiria ao pódio no lugar mais alto.
Mas, é como disse o Júlio César em sua postagem no Facebook: “Independente da classificação, ‘ou no meu caso, de um pódio’, o mais importante foi a doação de alimentos para as famílias carentes.”
E, quem sabe eu conquiste este feito em 2018. rsrs

Segue abaixo algumas fotos:
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Meu Numeral.
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Antes da prova.
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Assim que chegamos em Jesuítas.
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Preparados.
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Largada.
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Quase chegando.
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Sendo cumprimentado pelo organizador da prova que também é corredor.
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Chegada do Júlio César em 3º.
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Alisson em 6º.
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Leide em 5º no feminino.
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O pódio 'simbólico' masculino.
Júlio em 3º, Tutta em 1º, o número 51 foi o 2º e o 49, que puxou o ritmo no início da prova acabou ficando em 4º lugar.
O 5º colocado, numeral 53, já havia ido embora.
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O "pódio" feminino.
A atleta com numeral 52 foi a 2ª, a 41 ficou em 4º, a 60 foi a campeã, a Leide foi a 5ª e a com numeral 43 foi a 3ª colocada.
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Após a prova.
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A simples medalha, de Honra ao Mérito.
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Kit da prova.
Crédito da foto: Júlio César.
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Praticamente toda a galera que participou da prova, ou correndo ou ajudando na organização.
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Mais detalhes e fotos da corrida e do Dia da Partilha em Jesuítas pode ser conferido no Facebook na página oficial da Prefeitura Municipal de Jesuítas.
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Agradecimentos:
A Deus em primeiro lugar pelo dom da saúde.
Ao Júlio César pela carona.
A Academia Boa Forma.
E a todos que sempre me incentivam e me acompanham aqui no blog, no Facebook e também pelo Whatsapp.

Abraços e até a próxima.


Tutta Maratonista
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