domingo, 13 de janeiro de 2019

Corrida Nº 171 - Maratona de Curitiba - Curitiba-PR (18nov2018)

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Com apenas dez semanas de preparação, sendo que uma delas ainda foi perdida por conta de uma contusão durante uma partida de futebol, eu não poderia me cobrar muito na Maratona de Curitiba deste ano de 2018.
Ainda assim, fiz o meu segundo melhor tempo das quatro participações que fiz na capital paranaense.


"O sucesso nasce do querer, da determinação e da persistência em se chegar a um objetivo. E que mesmo não se atingindo o alvo principal, quem busca vencerá obstáculos e conquistará coisas incríveis e memoráveis."



Segue os dados gerais da prova:
Prova número: 171
Nome da prova: Maratona de Curitiba
Cidade: Curitiba-PR
Data: 18 de novembro de 2018
Distância: 42,2kms
Tempo: 3h09min50seg
Media por km: 4min29seg
Colocação geral: 126º lugar
Atletas no geral: 2.222 atletas concluintes
Colocação na faixa etária de 40 a 44 anos: 16º lugar
Atletas na faixa etária: 429 atletas concluintes
Número de peito: 394



Esta foi uma das piores preparações que fiz para uma maratona.
O fato de eu ter lesionado o joelho em junho e os longos três meses que levei para recuperar contribuíram para isso.
Quando estava recuperado, haviam apenas dez semanas para a prova e fiz algo que seria condenado por qualquer médico ou treinador que era, sair de um período lesionado e já de cara iniciar um treinamento para uma maratona. Mas, eu sabia o que estava fazendo. E se eu me complicasse ainda mais, seria por minha conta e risco.
Dizem que quem não arrisca não petisca, então eu arrisquei.

Porém, ainda assim, fiquei com receio de não dar conta de completar a prova.
Não sentia mais a lesão, mas o longo período de recuperação me tiraram toda a velocidade e principalmente a resistência que eu tinha.
No início estava sendo super, hiper, mega difícil fazer treinos acima de dez quilômetros. Mas, com o passar das semanas fui ganhando resistência novamente.

Fiz uma meia maratona nas três fronteiras (Paraguai/Brasil/Argentina) abaixo de 1h24 e isso me animou bastante. No entanto, em termos de treinos longos eu não conseguia encaixar nenhum.
O mais longo que fiz foi um treino de 28kms e cheguei exausto em casa.
Nas últimas duas semanas, devido a pancada que levei num futebolzinho de final de semana encaixei alguns treinos de bike. Um deles chegando a 100km na quinta-feira, quase véspera da prova.
Na semana que antecedeu a corrida recebi um incentivo extra de uma amiga ultra-maratonista de Cascavel, Vanuza, e isso me motivou a ir e correr a prova.

Apesar de não ter tido uma meta ousada, sub-3h, por exemplo, queria completar abaixo de 3h49min59seg. Tempo este que me daria direito a um Diploma de Maratonista que é elaborado pela Revista Contra Relógio.
Como eu não tinha participado de nenhuma maratona oficial no Brasil este ano, esta seria a minha última oportunidade e eu não poderia ficar sem este diploma justamente no ano em que completei 10 anos da minha primeira maratona.
Se eu ia conseguir ou não, isso já era outros 'quinhentos'. rsrs
Mas, a princípio o ritmo seria tranquilo, 5min27seg por km.

Porém, a perca do ônibus que me levaria para Curitiba na sexta-feira a noite complicou um pouquinho.
Comprei a passagem, mas não conferi o horário. Como em 2017 o ônibus saiu as 21:45h, achei que o horário seria o mesmo. Mas, mudaram.
Anteciparam em uma hora e só fiquei sabendo quando cheguei na rodoviária e vi tudo fechado e apagado.
Conversei com um guarda que faz a segurança noturna do local e ele me disse da mudança de horário que foi confirmada ao ver a passagem.
No momento eu não tive o que fazer a não ser voltar pra casa.
Antes, porém, usei o Wi-fi da própria rodoviária e entrei no site da empresa de ônibus e conferi os horários e verifiquei que havia um para a manhã do dia seguinte.

Mal abriu a rodoviária no sábado de manhã e eu já estava lá na porta.
Conversei com o atendente e ele me disse que só poderia remarcar a passagem com três horas de antecedência para o embarque, mas faltava apenas uma hora e não tinha jeito.
Só poderia remarcar para o final da tarde. Mas, eu não poderia chegar em Curitiba no domingo de manhã e a uma hora antes da corrida. Eu acho que nem conseguiria correr. Sem contar que eu perderia a diária do hotel que já estava paga.
Daí ele deu uma ideia de remarcar em branco aquela passagem perdida para usar em outra ocasião e comprar uma nova. Foi o que fiz. E embarquei as 07:25h da manhã de sábado dia 17 de novembro, véspera da corrida.


Quanto ao kit, não daria tempo para chegar em Curitiba e retirá-lo. Por sorte, eu fiz muitos amigos nestes quase 20 anos de atletismo e tenho dois grandes amigos da equipe Baleias que moram na capital (Ezilda e Waldeci) e eles fizeram a gentileza de pegar pra mim e deixar no saguão do hotel.
Agora era só tentar descansar um pouco mais para chegar bem de viagem lá na capital.
Viagem esta que demorou mais de dez horas e cheguei em Curitiba quase seis da tarde e fui direto, e a pé, para o hotel e já em seguida saí para jantar e logo retornei e por volta das 22 horas fui dormir.


Camiseta e numeral da prova.


Acordei as 5:00h da manhã. Aliás, quase nem consegui dormir, tamanho era o barulho de carros e pessoas nas ruas próximo ao hotel.
Antes das 5:30h desci, tomei o meu café da manhã e encontrei dois grandes amigos no refeitório. Carlos Bento de Belo Horizonte que iria fazer sua 98ª maratona, se não me falha a memória, e Walter Barbosa de São Bernardo do Campo. Ambos estavam acompanhados. Um com uma amiga e o outro com a esposa, respectivamente. Conversamos um pouco e em seguida nos despedimos e cada um foi para o seu quarto e em seguida para a largada da prova.

Antes da largada ainda houve tempo para um encontro com mais amigos onde registramos o momento com uma foto e logo em seguida todos procuraram se perfilar na avenida em frente ao Palácio do Governador, que agora não em recordo o nome. rs


Waldeci, Izabel, Carlos Bento, Shirlei - amiga do Carlos, Ezilda, esposa do Júlio, Júlio Cordeiro, Paulo Picanha e eu lá no fundo.
Autor da foto: João - marido da Izabel.


Como as pretensões eram menores que em 2017, me perfilei lá no fundão.
Dada a largada, demorei quase quatro minutos para cruzar a linha e iniciar em definitivo a minha corrida.
Procurei não sair forte demais, porém, não muito devagar também.
O objetivo era manter um ritmo médio de no máximo 4min30seg por quilômetro até a metade da prova, ou até um pouco mais. Pois sabia que poderia quebrar bastante no final e aí seria a hora de administrar o tempo ganho no início para assim chegar no objetivo que era conquistar o diploma da revista Contra relógio.

Havia previsão de chuva para a prova. Mas, veio apenas um chuvisqueiro a partir do quilômetro 16 e esse persistiu por mais ou menos uma hora e meia. A tarde, após a prova, aí sim, caiu água com força.
Mas, vamos por partes.

Dada a largada saí caminhando até cruzar a linha e depois fui num trotezinho bem leve, pois a quantidade de atletas era enorme naquele início.
Passei a marca do primeiro quilômetro com 4min08seg. Ritmo esse que me daria mais um sub-3h na maratona. Mas, sabia que este objetivo era ousado demais para quem não havia feito uma preparação adequada.
Mas, segui perto deste ritmo por um bom tempo.
Passei a marca dos 10kms com 42 minutos cravados.


Depois do quilômetro 10 o ritmo caiu um pouquinho. Na verdade nem tentei manter o ritmo inicial.
Apesar da queda do ritmo eu estava bem e a media por quilômetro não ultrapassava os 4min30seg, com exceção do km 11 que foi de 4'40.
Por volta do km 16 começou um chuvisqueiro e nesse momento alcancei e ultrapassei um atleta que seguia como marcador de ritmo para 4'45 por km. Ele seguia mais forte que o normal. Bem como o atleta dos 4'30 que alcancei e o ultrapassei por volta do km 23.

Passei na marca da meia maratona com cerca de 1h32 e seguia tranquilo.
Cheguei no vigésimo oitavo quilômetro e lembrei que esse havia sido a distância do meu maior treino para esta prova. Isso me preocupou um pouquinho, pois não sabia o que poderia acontecer dali para frente. No entanto, eu me sentia bem fisicamente e tinha tempo de sobra para alcançar o objetivo. Quase duas horas para apenas 14 quilômetros. Até caminhando eu conseguiria completar dentro do tempo limite da minha faixa etária e assim conquistar o diploma de maratonista de 2018. Mas, caminhar não era o objetivo. Alias, me surpreendi nessa maratona. Apesar dos poucos treinos, corri sem caminhar um metro sequer. É claro que, a temperatura sempre ali abaixo dos 20 graus a chuvinha que caiu ajudou bastante.

Lá no km 35 avistei o amigo Sérgio Rocha do Canal Corrida no Ar. Nós havíamos sido marcadores de ritmo numa meia maratona em Pomerode em Santa Catarina no ano de 2012 quando ele trabalhava na revista Contra Relógio.
Alcancei ele no quilômetro seguinte conversamos um minutinho e segui. Ao avistar um fotógrafo, diminuí o meu ritmo para fazermos uma foto juntos e na sequência segui.


Amigo Sérgio Rocha do Canal Corrida no Ar no Youtube.


Num retorno, quase no km 38 avistei outro amigo, desta vez o André Savazone da Revista Contra Relógio. Cumprimentei ele, mas por estar concentrado na prova ele acabou não me vendo. Acelerei e o alcancei em seguida e segui no ritmo dele os últimos quatro quilômetros relembrando a parceria que fizemos em Pomerode onde fui parceiro de ritmo com ele.


Com o amigo André Savazone.


Nos últimos metros acelerei um pouquinho e cruzei a linha de chegada da minha 16ª maratona (das 17 oportunidades que tive em provas de 42kms) com o tempo de 3h09min50seg e conquistei o meu Diploma de Maratonista de 2018.


Completando com o tempo líquido de 3h09min50seg.

Curiosidade: somando o tempo dá 17 (3+9+5) e esse é o número de maratonas que eu participei. Porém, completei apenas 16. Uma eu abandonei no km 38. Mas, não deixei de participar. Apenas não completei. rs
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Colocação 174 de 1.061 atletas que ingressaram na faixa etária 40/44.



Na sequência, cumprimentei parabenizando o André pela prova e saí, peguei minha medalha, lanche e sorvete e fui para um canto me hidratar e descansar um pouco.
Depois, após fazer alguns registros fotográficos, me encaminhei para hotel onde descansei um pouco e a tarde fui caminhar por Curitiba.
Fui até a Torre Panorâmica. Na volta aproveitei a chuva para almoçar e em seguida fui ao encontro dos amigos Baleias e por volta das 18:30h me encaminhei para a rodoviária.


Visão de Curitiba da Torre Panorâmica
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Confraternização pós-prova no Bar do Alemão



Acabei antes passando na Igreja Nossa Senhora de Guadalupe onde assisti o finalzinho da missa celebrada pelo Padre Reginaldo Manzotti e depois me encaminhei em definitivo para a rodoviária. Porém, demorei um 'bocado' para chegar até lá, pois acabei errando o caminho. Mas, no final deu tudo certo.
Embarquei as 21:15h e as 07:20h da manhã já estava em casa e logo em seguida, as 08:00 da manhã já estava no trabalho voltando à vida real. rs


No finalzinho da missa na Igreja Nossa Senhora de Guadalupe.


E assim, com quase dois meses de atraso, foi o relato da minha 16ª maratona completada.


Segue abaixo mais algumas fotos:



Saindo do hotel para mais uma maratona.
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Shirlei em sua estréia, Carlos Bento para sua 98ª e eu para a 17ª.
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Carlos Bento, Izabel e eu.
Belo Horizonte-MG, Brasília-DF e Ubiratã-PR.
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Izabel, Paulo Picanha, Eu, Carlos Bento e João.
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A galera toda.
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Museu Oscar Niemayer - quase no início da prova.
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Acredito que aqui seja antes da metade da prova.
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Já bem mais pra frente da metade.
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Em torno do km 30, mais ou menos.
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Por volta do km 41 em descida sentindo mais dores do que em subida.
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Km 42 quando o André pega o seu filho pela mão para completar os 195 metros finais com ele.
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Nos últimos metros onde já começo a deixar o André mais para trás e destravo a tela do celular para parar o exercício do Strava que marcou 43kms. rs
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Finalizando a prova com o segundo melhor tempo das quatro participações em Curitiba.
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Mais uma maratona concluída.
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Tempo e distância marcado pelo Strava.
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Minha colocação geral, faixa etária e tempo bruto e líquido.
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Os 10 primeiros no geral masculino.
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As 10 primeiras no geral feminino.
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A bela medalha da prova.
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Videozinho do percurso feito pelo relive.cc




Agradecimentos:
Sempre e em primeiro lugar a Deus pelo dom da saúde.
Agradecimento também à Academia Boa Forma de Ubiratã.
À minha esposa, família e amigos que me incentivam a todo instante...


Abraços e até a próxima...



#tuttamaratonista

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Corrida Nº 170 - Mini Maratona dos Jogos Abertos Municipais - Jamu's - Ubiratã-PR (14nov2018)

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Pelo fato de eu não ter participado de algumas provas de pista nos Jogos Abertos Municipais aqui em Ubiratã, a minha equipe (Panorama) acabou perdendo a segunda colocação geral dos jogos e para tentar "compensar" isso que fiz, resolvi participar da última prova. A tal Mini-Maratona.

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Vencer é uma mistura de luta, esforço, otimismo e principalmente não desistir nunca...



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 170
Nome da prova: Mini-Maratona dos Jogos Abertos Municipais - Jamu's
Cidade: Ubiratã-PR
Data: 14 de novembro de 2018
Distância: 4,6kms
Tempo: 16min01seg
Media por quilômetro: 3min28seg
Número de atletas: não divulgado
Equipe Representada: Panorama (Conj. Novo Ubiratã, Parque do Lago e Ipê e Jardim Panorama)



Devido a bagunça feita nas provas de pista dos Jogos Abertos Municipais aqui em Ubiratã neste ano de 2018, eu acabei ficando muito insatisfeito com os organizadores e acabei não participando de algumas provas de pista e isso acabou custando a queda do Panorama, bairro que represento, do segundo para o terceiro lugar na classificação geral.
Para tentar redimir essa minha atitude feita, acabei aceitando o convite para correr e montar uma boa equipe para participar da última prova dos jogos intitulada como Mini-Maratona.

Não foi fácil, pois ninguém queria correr.
Uns diziam ter compromissos, outros estavam lesionados e outros por motivos pessoais não queriam participar. Enfim... Não foi nada fácil mesmo.
Porém, apesar de tudo eu tinha que dar o exemplo e fazer a minha parte.


No dia da prova apareceram várias pessoas. No entanto, foram apenas para participar e não para competir, pois diziam não ter velocidade para correr.
Os poucos que foram para competir tentei dar algumas dicas e partimos para a largada que teve mudança este ano e que também desaprovei e com isso o percurso foi reduzido.


No ano passado a largada foi na Avenida Nilza esquina com a Rua Brasília, praticamente em frente ao Banco do Brasil e seguia até a Avenida dos Pioneiros e voltava. Passava em frente ao banco e descia até a esquina com a Rua Ernesto Novais de Souza e fazia o retorno e finalizava em frente ao banco (local da largada).
Mulheres fazia uma volta (2.550 metros) e homens duas voltas (5.100 metros).

Já este ano a largada foi no centro da Praça Horácio Ribeiro, que também fica em frente ao banco e fazia praticamente o mesmo trajeto. A única diferença é que o retorno era feito em frente ao banco, não descendo até a rua Ernesto. Mulheres faziam uma volta (2.300 metros) e homens duas voltas (4.600 metros).
Essa mudança se deu porque alegaram que a lombada gigante que tem em frente à prefeitura quando se subia do retorno da rua Ernesto Novais de Souza era perigosa e os atletas podiam tropeçar e cair. Porém, aleguei que ela era menos perigosa do que as placas de pisos quebradas e soltas a menos de 30 metros de onde seria a largada e posterior chegada. Sem contar que tínhamos que descer e subir um meio-fio para sair da praça e entrar na rua.
Seria mais fácil alguém tropeçar e cair por ali do que na lombada que tinha toda uma sinalização no chão. Diferente do meio-fio e pisos quebrados que iríamos enfrentar logo na largada e depois na chegada. Todo cuidado era pouco ali.
Mas, enfim... Vamos para a prova assim mesmo.

Como previsto, a largada se deu as 19:15h e como no ano passado saí no meu ritmo e vários atletas começaram na minha frente. Bem como, dois garotos da APAE. Mas, ninguém seria páreo pra mim. Pelo menos enquanto não houver um incentivo maior e um apoio com instruções, treinos e criação de uma equipe de corredores por parte da Secretaria Municipal de Esportes de Ubiratã eu serei sempre imbatível em provas de media e longa distância por aqui.
Não tô aqui querendo me engrandecer. Mas, essa é a realidade da minha cidade e tenho um sonho de ver isso mudado antes de parar de correr.
Se eu parasse hoje, a representatividade competitiva na modalidade de atletismo do município em outras cidades pararia junto. E eu não queria que isso acontecesse.
Mas, infelizmente é a realidade do município.

E apesar de levar o município "nas costas" não tenho apoio da secretaria de esportes local.
Mas, isso não vem ao caso. Vamos seguir falando da prova...


Após dada a largada e ao sair da praça e entrar na avenida eu estava ali entre os dez primeiros e fui pegando um a um.
O Sassá, um garoto da APAE disparou, e assim como no ano passado, eu só fui alcançá-lo próximo ao Banco Itaú. Uns 800 metros após a largada e mais uns 100 metros depois assumi a liderança da corrida e segui para a vitória sem grandes preocupações.

Um atleta que poderia me dar um pouco mais de trabalho era o Clodoaldo Prestes de Juranda que foi convidado à participar dos jogos por trabalhar em uma empresa abatedora de frangos em Ubiratã.
Sabendo disso procurei manter um ritmo forte desde o início.
Passei o primeiro quilômetro com 3min17seg.
Após o primeiro retorno eu estava a uns 50 metros de distância dele e continue firme.
Pouco depois completei o quilômetro dois com 3min27seg e segui para fechar a metade da prova. Acabei não olhando o tempo nesse momento, mas a distância havia aumentado.

Lá em cima no último retorno, na Avenida dos Pioneiros, eu estava mais de 200 metros de vantagem e o que fiz foi apenas administrar essa distância na volta para cruzar a linha de chegada com o tempo de 16 minutos e 1 segundo.

Apesar da minha vitória, que garantiria 10 pontos para a minha equipe, eu tinha que torcer para não ter dois atletas do Bairro Josefina entre os seis primeiros colocados, pois, isso não nos garantiria mais o vice campeonato dos jogos municipais.

Então fui aguardando a chegada dos atletas e um minuto e seis segundos depois chegou o Clodoaldo que representava o Distrito de Yolanda e marcou 7 pontos para eles.
Em seguida veio o Baiano do Josefina marcando 5 pontos e a preocupação aumentou.
Mas, por sorte deu tudo certo. Em quarto lugar chegou o Júlio César da Recife, Roni também da Recife  em quinto e Manu do Boa Vista sexto lugar. 3, 2 e 1 pontos, respectivamente.
Com isso passamos o Josefina em 1 ponto. Mas, eu havia esquecido de um detalhe importantíssimo: A prova feminina.

Ao lembrar deste "detalhes" fui imediatamente fui ver o resultado com o pessoal da Secretária de Esportes e fiquei aliviadíssimo ao ver duas atletas do Panorama entre as seis primeiras colocadas e nenhuma do Josefina.
Enfim, o segundo lugar geral dos Jamu's 2018 era nosso. Era do Panorama.
Inclusive a confraternização está acontecendo hoje. Eu acabei não indo. Acho que não fiz por merecer.

Após a prova naquele dia. Todos foram convidados a irem no Ginásio de Esportes para a demorada cerimônia de premiação que foi criticada até pelo prefeito que alegou que a premiação das modalidades deveriam ser entregues no ato do término da modalidade e não no último dia, como é feito desde o ano passado, pois assim a demora é demais.
Concordei com ele. Mas, isso parece não entrar na cabeça do secretário de esportes.

No momento da entrega da premiação para as equipes o ginásio já estava vazio.
Nem mesmo os atletas esperaram até o final. Uma pena.

E assim foi...


Segue abaixo algumas outras fotos:

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Parte dos corredores que representaram o Panorama nesta última prova dos Jogos Municipais.
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Largada.
O Sassá é este primeiro disparando aí na frente.
O segundo também estuda na APAE de Ubiratã.
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Quase chegando para a vitória
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Mais uma vitória nos Jogos Abertos Municipais.
Até já perdi as contas de quantas vezes venci a última prova do Jamu's. rsrs
Vou pesquisar nas minhas anotações e depois reedito aqui.
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Meio bagunçado, como o evento em si, o pódio da mini-maratona.
O de branco sou eu - CAMPEÃO
O de amarelo é o Clodoaldo - VICE
O de verde está representando - 3º Lugar
Os de azul são o Júlio e o Roni - 4º e 5º Lugares e o 6º não compareceu.
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Classificação.
Infelizmente não marcaram os tempos de ninguém.
O pessoal tem muito o que aprender.
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O pódio feminino.
Só quatro atletas apareceram.
A de azul estava representando a Pirinha. Bi-campeã da Mini-Maratona.
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Essa foi a classificação feminina.
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O troféu de vice-campeão da equipe Panorama.
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Com o Vanderlei que insistiu para que eu participasse dos jogos estes ano.
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A medalha.
Igual a do ano passado. Porém, este ano não veio o nome da modalidade disputada.
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E a classificação final do Jamu's 2018 ficou assim...




Agradeço a Deus por mais esta prova e um abraço a todos que me acompanham.


segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Corrida Nº 169 - Jogos Abertos Municipais - Jamu's - Ubiratã-PR (11nov2018)

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Mesmo sem querer, participei ontem (11/11/2018) dos 1.500 metros válidos pelos Jogos Abertos Municipais aqui em Ubiratã.
Estava escrito em outras distâncias, mas devido a bagunça e os inúmeros erros e falhas me fizeram desistir da competição e por pouco não vou embora da pista sem disputar nenhuma prova. Mas, acabei sendo convencido por alguns amigos da equipe do Panorama e disputei a prova dos 1.500, além do arremesso e salto.



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 169
Nome da prova: Jogos Abertos Municipais - Jamu's
Cidade: Ubiratã-PR
Data: 11 de novembro de 2018
Distância: 1.500 metros
Tempo: 4min51seg
Media por quilômetro: 3min14seg

Colocação geral: 1º lugar
Número de atletas: 6 corredores
Equipe representada: Panorama (Conj. Novo Ubiratã, Parques do Lago e Ipê e Jardim Panorama)



Muitos erros, panelagem, falhas que não poderiam acontecer, tudo isso e mais um pouco me desmotivou bastante na disputa das provas de pista deste ano dos Jogos Abertos Municipais. Sei que essa minha atitude de não disputar, principalmente os 400 e os 800 metros prejudicou bastante a equipe do qual represento, que é o Panorama. Mas, agora não tem mais o que lamentar. O que passou passou e não volta mais e não vou entrar em mais detalhes aqui para não disserem que sou chato. Disso eu já sei que sou. Porém, gosto das coisas certas. E esse ano fizeram lambança. Até atletas de outras cidades puderam participar. Nem parece que são jogos municipais. Mas, enfim... Deixa pra lá...

Estava prestes a vir embora, mas alguns amigos e amigas da equipe conseguiram me convencer a entrar na pista e a disputar os 1.500 metros.
Pouco antes, nos 800 metros um atleta de Juranda acabou vencendo a disputa com 2min39seg. Tempo alto. Eu venceria com tranquilidade.
Nos 400 metros não sei se daria para ajudar muito a equipe, pois venceram com 1min03seg. Porém, no ano passado em fiz um minuto cravado e fui vice campeão perdendo por apenas 28 centésimos de segundo para um outro atleta da minha equipe.
Mas, acabei não disputando estas provas este ano e entrei somente nos 1.500 metros para vencer com certa facilidade.


A prova foi disputada por volta das 11 horas da manhã e num calor, quase infernal, e saí no meu ritmo de sempre. mantendo ali na casa de 18, 19, as vezes 20 segundos a cada 100 metros.
Passei a primeira volta com 1min18seg e a segunda com 1min19seg e o atleta Clodoaldo de Juranda que representava o Distrito de Yolanda vinha na minha cola. Mas, como ele havia participado dos 200, 400 e 800 metros estava bem cansado e começou a ficar mais para trás após essa segunda volta. Depois disso ainda consegui melhorar um pouquinho o ritmo e só fui abrindo vantagem até cruzar a linha de chegada com o tempo de 3min51seg. Dez segundos mais rápido do que em 2017. Porém, no ano passado eu havia feito os 100, 400 e 800 metros antes.

Após concluída a prova segui no trotezinho por uns 100 metros e acabei nem olhando para trás e nem fui ver as súmulas depois, mas o atleta jurandense deve ter chegado quase 20 segundos depois.

No final ainda participei do arremesso de peso mais fui mal.
Lancei a bola que pesa 7 quilos e 250 gramas apenas 6,50 metros e nem olhei a colocação que fiquei.
E por fim, encarei pela primeira vez nos jogos abertos o salto em distância e por inexperiência acabei queimando os dois primeiros saltos e no último pisei bem antes da tábua que demarcava o local da pisada e saltei 4,25 metros e ainda conquistei o terceiro lugar.
o vencedor fez 4,77 metros.

Para 2019 pretendo mudar minha atitude e independente de falhas vindas da organização, que sei que vão acontecer, pois isso parecer ser uma "tradição" nos jogos aqui, irei participar de tudo que tiver direito e representarei com dignidade o meu bairro.

Quanto a premiação destes jogos, são apenas medalhas e nunca são entregues nos dias das disputas e sim, apenas no encerramento dos jogos que está marcado para a próxima quarta-feira dia 14 após uma provinha de 5kms que eles teimam em chamar de "mini-maratona".
Se vou participar ainda não sei. Pois, o nosso bairro não tem mais chances de ser campeão e após as disputas do xadrez no último sábado, caímos para a terceira colocação.
Mas, aguardemos até lá. Talvez eu mude de ideia. rsrs

Sem mais para hoje.


Segue abaixo algumas fotos e vídeos:


Prestes a completar a segunda volta e o atleta jurandense já ia ficando para trás.
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No Arremesso de Peso.
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No Salto em Distância.
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Um pequeno gif já na terceira volta.
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Completando os 1.500 metros com o tempo de 4min51seg.
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O Salto em Distância que garantiu o terceiro lugar.




Agradecimentos:
A Deus pela vitória e pela saúde de sempre.


#tuttamaratonista