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sábado, 20 de abril de 2024

Corrida Nº 240 - 9º Desafio Rota do Vinho - Bituruna-PR (04fev2024)

... Postagem Atrasada ...


Em busca de mais um pódio e sem medo das subidas infindáveis, segui para Bituruna onde também pude degustar o mais puro e delicioso vinho paranaense.

"Talento é dom.
E sucesso não tem nada a ver com sorte.
Mas, sim, com determinação e confiança."



Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 240
Nome da prova: 9º Desafio Rota do Vinho
Cidade: Bituruna-PR
Data: Domingo, 04 de Fevereiro de 2024
Distância: 16kms
Tempo: 1h11min01seg
Média por quilômetro: 4min26seg
Colocação geral: 15º lugar
Atletas no total geral: 211 atletas
Colocação na categoria por faixa etária de 45 a 49 anos: 2º lugar
Atletas na faixa etária: 47 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 130 pódios
Pódios por classificação geral: 55 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 69 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 6 pódios
Número de peito: 254


Saí de Ubiratã às 04:30h da manhã na companhia do Fernando que passou de carro em casa para me buscar à
s 05:40h e logo em seguida seguimos para o ginásio Ciro Nardi, local do embarque, e saímos em definitivo às 07:20h da manhã e seguimos direto para Bituruna.
Desta vez não teve parada pra almoçar para poder adiantar um pouco mais a viagem.

Chegamos em Bituruna às 13:30h e fomos direto procurar um restaurante para almoçar. Mas, nem almocei. Achei o cardápio muito fraco pelo alto valor da refeição. Comi apenas algum lanche que havia levado e após o almoço seguimos para o hotel e posterior retirada dos kits que ficava ao lado do hotel.


Na retirada dos kits.


Feito o check-in e o kits em mãos, saí com o Fernando para fazer um treininho básico para manter o Desafio-366 ativo.

"O Desafio-366 foi criado pelo Sérgio Rocha do canal Corrida no Ar e consiste em correr todos os dias de 2024. A distância mínima exigida é de apenas 1km. Mas, desde o início do Desafio eu venho fazendo em torno de 5kms nos dias em que não tenho treinos programados. Não sei se vou levar o Desafio até o final. Mas, vou tentando correr todo dia deste ano e para não passar em branco e ficar de fora, fiz um treino de 5km bem leve em Bituruna. Já o Fernando correu 2kms.
Eu segui do hotel até o garrafão de vinho e voltei. E ainda fiz um pequeno giro pelo centro da cidade e fechei o treino com 26min43seg.

Passando pelo garrafão.
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Fazendo um giro pela cidade.
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Após o treino saí com a galera para um passeio nas vinícolas da região.
Tomei tanto vinho que se tivesse mais umas duas vinícolas acho que nem conseguia correr no dia seguinte. kkkk

Vinícola Di Sandi
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Vinícola Bertoletti
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Vinícola Sanber
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Vinícola Vinhos Dionízio
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Retornamos por volta das 19:00 horas e às 20:30h saímos para jantar.
No retorno ao hotel, deixei tudo preparado e fui dormir perto das 23:00 horas.
Demorei um pouco para pegar no sono e acordei umas duas vezes na noite e às 06:00h da manhã a galera do quarto, estávamos em 5 pessoas, acordaram e já foram se preparando. Enquanto eu ainda fiquei mais uns 40 minutos na cama e só fui me preparar depois.

Por volta das 07:20h desci para a largada, que era em frente ao hotel, e fui me aquecer um pouco e na sequência fui para o local de largada que estava marcada para às 08:00h. Achei bem tarde.
O sol já estava apertando um pouco.

E desta vez, por conta do hotel ser em frente à largada e chegada da prova, corri sem o celular. Fui apenas com a GoPro para registrar um pouco da prova.

Diferente do Desafio de Equipes, na semana anterior, quando fiz uma boa largada, aqui no Desafio Rota do Vinho me enrolei um pouco e só fui conseguir um bom espaço para correr após uns 100 ou 150 metros. E procurei seguir em um ritmo um pouco mais forte, aproveitando os 3 primeiros kms, pois tinha um percurso mais favorável naquele início. Mas, parecia que eu estava bem cansado. O ritmo não estava rendendo como o esperado. 
Não sei se foi por conta da viagem cansativa, ou por causa dos treinos diários devido ao Desafio 366. Ou ainda, por conta dos vinhos que tomei durante as degustações nas 4 vinícolas visitadas no dia anterior. Só sei que o ritmo não estava rendendo. rsrsrs



Fechei o primeiro km com 3min40.
O segundo foi com 3min47 e no terceiro km passamos por dentro da vinícola Bertolotti e na sequência passamos por debaixo da primeira parreira de uva e ao sair pegamos um trecho bem ruim de trilha numa mata fechada até sair no asfalto novamente.
E quando adentramos no asfalto, km 3, cruzamos a ponte sobre o Rio Jaracaca e aí foi 1 km de subida bem intensa. Cheguei no final dela com 5min09seg.
Depois dessa subida o percurso oscilou um pouco e cheguei no km 5 com 20min53seg.

Passando por baixo de uma das parreiras de uva do percurso.


Cerca de 300 metros depois, mais subida e essa foi longa. Seguimos por asfalto até uma igreja e viramos a esquerda numa estrada de terra e continuamos subindo mais um pouco até 'descambar' numa ribanceira onde chegamos na segunda vinícola. Local que seria a metade da prova, mas no meu Garmin marcava apenas 7,5km.

Após passar pelo pórtico do revezamento, seguimos e p
assamos por entre duas represas num percurso de pasto e continuamos por estradas de terra bem irregulares. Percurso bem complicado de correr, pois em qualquer descuido poderia se torcer o pé e se lesionar.
Procurei ir com mais cautela. Às vezes até perdendo alguma colocação. Mas, procurei me cuidar.

Mais para frente passamos por baixo de mais um parreiral e saímos na Vinícola Sanber com música ao vivo. Ali dava 10kms, ou quase isso, de prova. 
No meu Garmin marcou 9,7k e precisei caminhar uns 20 a 30 metros para recuperar um pouco as forças que já tinham se esgotado desde os primeiros kms. kkkkk.
Até ali já tinha quase 44 minutos de prova.

Ao vencer o top da subida voltei a correr e em seguida comecei a ver um cachorro a uns 100 metros de distância e era o mesmo que eu havia visto na largada.
Acredito que o bichinho correu a prova toda e deu trabalho alcançar e ultrapassar ele. kkkkk
Só consegui a ultrapassagem após o km 12.

O bichinho correu demais.


Faltando dois kms para o final, pegamos a última rampa da prova e ali precisei caminhar pela segunda vez. Era bem intensa.
Vencido o morro, voltei a correr e na sequência já passamos em frente ao garrafão e dali para a linha de chegada era só mais 1,5 km.
Comecei a acelerar ate cruzar a linha de chegada com altos 1h11min01seg.
Achei um tempo muito alto. Mas, foi o que deu pra fazer. kkkkk

Peguei minha belíssima medalha e fui tomar água, hidrotonico e comer alguns pedaços de melancia e bananas enquanto conversava com alguns amigos sobre a prova.

Em seguida resolvi ir no hotel, que ficava ao lado e já tomei banho para adiantar o check-out e antes de voltar para o local da premiação, o Fernando me avisou que eu havia ficado em 2° lugar na minha categoria. 
Bom demais.
Não foi uma prova perfeita. Mas, ainda assim deu bom. rsrs

Depois foi só aguardar a premiação que, como sempre, demora uma barbaridade, e ao chegar na hora, subi no pódio e recebi mais um belíssimo, porém, bem pequeno troféu. O segundo de 2024.
E que venha os próximos. kkkkk

E depois de tudo pronto, seguimos para o almoço e às 14:00 horas começamos o retorno para Cascavel onde chegamos por volta das 21 horas, talvez um pouquinho mais, e chovia muito no momento. Demoramos bastante tempo para sair do ônibus e ir pegar o carro na casa do Carlos e só chegamos em Ubiratã por volta da meia-noite.

E assim foi mais uma corrida de rua na vida deste atleta amador...


Segue abaixo mais algumas fotos:

O kit da prova.
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Não tive o patrocínio dos Postos BCA, mas mesmo assim corri com a camiseta da empresa que é quem mais me ajuda financeiramente nas corridas.
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"Vencer não é apenas cruzar a linha de chegada.
Mas, sim, aproveitar cada passo antes disso."
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Cruzando a linha de chegada lado a lado com esse 'tiozinho' aí.
Eu alcancei ele por volta do km 13, mas não consegui ultrapassá-lo. rsrs
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Após a prova.
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A bela medalha da prova.
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Os 15 primeiros colocados dos 16kms da prova masculina.
Na data da publicação deste texto a classificação poderia ser acessada pelo site da chiptiming.
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Conhecendo pessoalmente o Valdir Marafigo do Desafio Feras do Brasil no início da pandemia.
Ele fechou os 16kms com 1h37min14seg.
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Recebendo mais um troféu na carreira.
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Pódio da categoria 45/49 anos.
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Classificação dos 5 primeiros colocados da categoria 45/49.
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"A dedicação e a rotina são chaves constantes e fundamentais para a evolução na corrida.
Sem isso, fica impossível alcançar os seus objetivos."
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Mais um pra coleção.
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Olha só o tamaninho do troféu.
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Galera de Cascavel.
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Uva da parreira mais antiga de Bituruna na Vinícola Sanber.
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Vinhos adquiridos nas 4 vinícolas.
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O Ubiratanense Fernando Matiusse que fez uma excelente prova em Bituruna.
Ele completou os 16kms com 1h17min25seg e foi o 6º em sua categoria.
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Agradecimentos:
Primeiramente a Deus pelo dom de saúde e por me permitir correr mais uma prova.
Agradecimento também ao Fernando pela carona de ida e volta à Cascavel e ao Carlos por ter organizado mais esta excursão maravilhosa.





Despesas: 

Inscrição: R$ 97,20
Viagem de Cascavel à Bituruna (ida e volta) + hotel: R$ 390,00
Alimentação: R$ 149,90
Gastos extras: R$ 113,00

Total: R$ 637,10

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Corrida Nº 199 - 6º Desafio Internacional Rota do Vinho - Bituruna-PR - 02fev2020

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Mesmo não estando com os treinos em dia, encarei minha primeira competição de 2020 nos 16kms de muita ladeira na Rota do Vinho em Bituruna e o resultado foi fantástico... Ou; nem tanto. rsrs

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"O desafio de correr não é querer realizar alguma coisa que ninguém fez antes. Mas sim, continuar fazendo aquilo que qualquer um pode fazer."



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 199
Nome da prova: 6º Desafio Internacional Rota do Vinho
Cidade: Bituruna-PR
Data: Domingo, 02 de fevereiro de 2020
Distância: 16kms
Tempo: 1h08min33seg
Media: 4min17seg por quilômetro
Colocação geral: 20º lugar
Atletas no geral: 408 corredores
Colocação na faixa etária de 40 a 44 anos: 2º lugar
Atletas na faixa etária: 48 atletas
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 101
Pódios por classificação geral: 39
Pódios na faixa etária: 60
Pódios em equipes e/ou duplas: 2
Número de peito: 446



Acertei a minha ida à Bituruna em setembro com a equipe Icorreu do amigo Maicon de Cascavel.
De lá para cá vim pagando os valores referentes ao ônibus, hotel e inscrição. No total paguei 280 reais.
Chegando no dia da viagem eu só teria que pagar as despesas até Cascavel e alimentação em Bituruna.


Saí de Ubiratã com destino à Cascavel na noite de sexta-feira dia 31 de janeiro. Minha esposa foi comigo e passamos a noite na casa do Maicon.
No dia seguinte, às 05:30h da manhã, embarcamos num ônibus fretado para a equipe e partimos para Bituruna. Terra da uva e do vinho.


Chegamos na cidade após o meio-dia e antes de irmos ao hotel já fizemos a retirada dos nossos kits.
Depois seguimos ao hotel e posteriormente ao almoço e após o almoço visitamos uma vinícola.
Aproveitei que a vinícola tinha um enorme parreiral de uva ao lado e comi muita uva. rsrs
Em seguida ainda fui fazer uma boa degustação de vinho (e não comprei nada, rsrs) e ao final, por volta das 16:00 horas, retornamos ao hotel.

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Na retirada dos kits.
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Toda a Equipe Icorreu.
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Após o almoço com a Equipe Icorreu.
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Na parreira de uva da Vinícola Sanber.
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Parreira de uva na Vinícola Sanber.



Querendo conhecer um pouco mais da cidade (porém, não há muito o que ver por lá) saí a pé e sozinho, pois minha esposa preferiu ficar no hotel.
Aproveitando que estava sozinho, andei bastante pela cidade.
Primeiro fui ao garrafão. Cheguei a ir até a entrada de uma outra vinícola (passamos dentro dela no dia da corrida).
No retorno segui até o centro e de lá fui até a estátua de Santa Bárbara, padroeira da cidade.
A estátua tem 34 metros de altura. Linda. E dá uma visão bem legal da cidade. Pois, a imagem fica no alto de um morro.

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No garrafão.
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No morro da Santa Bárbara.
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Bituruna vista lá do alto.


E lá no morro da santa, acabei encontrando alguns amigos da equipe Força Runners de Cascavel que também fariam a prova no dia seguinte e acabei recebendo um convite de representá-los no Desafio de Equipe no meio do ano e aceitei prontamente. Eu também havia recebido um convite para correr para eles na edição de janeiro, mas como retornava aos treinos por aqueles dias acabei recusando e agora eu não poderia recursar novamente. rsrs

Em seguida eles desceram o morro e eu fiquei por alguns minutos na capelinha que fica embaixo dos pés da santa agradecendo pela viagem e pedindo para que eu pudesse fazer uma boa prova no domingo e que tivéssemos uma boa viagem de volta para casa após a corrida.
Pedidos e orações feitos foi hora de descer e descendo fui ao hotel onde tomei banho e saí com minha esposa para jantar.
Preferimos não ir ao jantar de massas e comemos uma pizza numa lanchonete ao lado junto com alguns amigos do ônibus.
Após a comilança demos uma caminha até o local da largada, que ficava ali pertinho, e em seguida voltamos ao hotel para dormir e descansar os 'cambitos' para a prova do dia seguinte.


Como a largada seria somente às 08:30h, deu para dormir e descansar bastante.
Acordei às 07:00h e nem desci para tomar café. Sempre levo alguma coisa de casa para evitar exageros e coisas diferentes no café da manhã nos hotéis. rsrs
Às 08:00h fizemos a foto 'oficial' em frente ao hotel e logo seguimos para a largada que ficava a menos de 500 metros dali.

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Momentos antes da largada.
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O tempo amanheceu com jeito de chuva.
Aliás, já estava até garoando quando descemos do quarto. No dia anterior, estava bem quente e havia sim previsão de chuva para o dia da prova. E isso deixava todos os atletas em alerta, pois como o percurso passava por bastante estrada de terra, trilhas e parreirais de uva, todo cuidado seria pouco. Ainda mais num percurso com muitos aclives e declives intensos. O risco de escorregar, cair e se machucar era constante. Inclusive, teve um amigo meu que caiu e fez um corte enorme pouco abaixo do joelho. Por sorte, nada muito sério.

Desta vez preferi nem me aquecer e faltando uns 10 minutos para a largada já me perfilei logo mais à frente.
Estava meio sem ritmo, mas não queria perder muito tempo na largada não. rsrs
Após a contagem regressiva largamos rumo aos morros biturunenses (não sei se é assim que se escreve, rsrs).

Não sei se foi por falta de treinos, ou de aquecimento mesmo, mas me senti sem ritmo no início.
Corpo mole. Pernas pesadas.
Até tentei aproveitar os primeiros dois quilômetros que era em asfalto e um percurso sem subidas para ganhar alguns segundos preciosos, mas não adiantou muita coisa não. rsrs
Após a Maratona de Manaus que fiz em novembro, tirei o pé, literalmente, dos treinos de corrida.
Vinha pedalando bastante. Mas, como os movimentos do pedal são diferentes dos de corrida, eu acho que isso estava me fazendo sentir muita dificuldade naquele início de prova.

Fechei o primeiro quilômetro com altos 3'56 e cheguei no quilômetro dois com 7mi47seg de tempo total.
Sabendo da dificuldade do percurso, queria manter uma media de no máximo 4'30. De repente até menos.
De acordo com os resultados do ano anterior (2019) o pódio da minha categoria começou com 1h10 (o 1º) e fechou com 1h17 (o 5º). E mesmo quase sem treinos, eu queria um pódio ali. rsrs
Então, eu precisava fechar a prova num tempo próximo aquele do ano passado. Se bem que, previ fechar com 1h10, o que poderia me garantir o título da catega. Poderia...
Porém, como o clima estava bastante favorável, os resultados poderiam ser melhores. Mas, independe disso, um pódio, independente da colocação, para iniciar o ano já estaria de bom tamanho. rsrs


Após os dois primeiros quilômetros em asfalto, passando por dentro da Vinícola Bertoletti e pouco após a saída lá de dentro, já entramos em estrada de terra e de cara passamos por debaixo de uma vinícola.
Essa eu nem reparei se tinha uvas (rsrs), só pensava em não perder muito tempo e tentava ultrapassar alguns atletas mais lentos que estavam em minha frente.
Passamos por alguns pontos bastante escorregadios, mata fechada, asfalto novamente e chegamos no quinto quilômetro e o meu tempo era muito bom, 21min09seg.
Até me surpreendi quando vi esse tempo no cronômetro, pois o trecho que passamos era bastante complicado. Talvez não tanto como o que vinha pela frente. Mas, era complicado. rsrs

Nossa, quanta subida tem naquele lugar.
Não mais que Bento Gonçalves, é verdade. Mas, as ladeiras ali também são de respeito. rsrs

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Passando por dentro da Vinícola Bertoletti.
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Após a passagem pela vinícola e parreira de uva entramos em mata fechada e os olhos deveriam estar bem atentos ao chão.
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A estrada ia meio que 'sigue-zagueando' pelo morro e a cada curva o desejo era de ter um 'refresco', um trecho plano, ou uma pequena descida, mas que nada. A cada curva, tinha nova subida.
Até nas descidas parece que tinha subidas. Incrível. rsrs
Logo passamos por novo parreiral de uva e ali sim, catei um ou dois cachinhos e fui comendo. rsrs


Na sequência teve bastante descida, porém bastante subidas também. rsrs
Só que, nas descidas dava para compensar o tempo perdido nas subidas.
Se bem que, mais para o final da prova eu estava correndo melhor na subida do que nas descidas devido há algumas dores na musculatura das duas coxas.
Inclusive, vim acompanhando um atleta e sempre nas descidas ele abria vantagem e na subida eu o alcançava. E foi assim por um bom tempo.


Ainda passamos por mais um parreiral de uva antes do final.
Se não me engano, após sair dele completamos o quilômetro 10 (se eu estiver errado e alguém que correu a prova ler este texto me corrija, rsrs).
Este parreiral era o da Vinícola Sanber, onde visitamos no dia anterior. Ali comi mais algumas uvas. rsrs
Antes de sair debaixo da parreira, até pensei em pegar um cachinho e levar para minha esposa lá na chegada. Só que, como ainda faltava muitos quilômetros até o final da prova, achei que poderia me atrapalhar, e não peguei. Mas, se tivesse alguma outra parreira antes do final da prova eu pararia para pegar. Era foi o meu pensamento.
Porém, infelizmente não teve.
Nem na hidratação pós-prova teve uva. Achei um baita sacanagem.
Disseram que teve vinho no percurso, mas acabei não vendo. Acho que seria melhor deixar de competir e ir mais devagar nas provas para assim aproveitar mais. rsrsrs


O tal atleta que citei acima, que abria vantagem na descida e eu tirava a diferença na subida, abriu quase uns 200 metros numa das últimas, senão, a última descida do percurso.
Ah, só voltando um pouquinho: cheguei na marca dos 10kms com 42min42seg. Nada mal para um percurso dificílimo.


Mas, após finalizada a descida, começamos a subir em direção ao garrafão e posterior à chegada e nessa subida, acho que depois do quilômetro 14, eu tirei toda a diferença e abri mais de 200 metros dele até chegar no garrafão e dali para a chegada era um pulo e acelerei para não mais ser alcançado por ele e por mais ninguém e por uns dois segundos não faço como na final da São Silvestre, de ultrapassar um corredor praticamente em cima da fita de chegada. Se eu tivesse apertado o passo um pouco antes eu teria feito isso e completado a prova na 19ª colocação geral.
Mas, o resultado não deixou de ser satisfatório.
Cruzei a linha de chegada com o tempo de 1h08min33seg. Fui o 20º colocado na classificação geral e a expectativa para vitória na categoria era grande.

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Após cruzar a linha de chegada.
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Porém, não deu.
A prova este ano foi mais forte e acabei ficando dois minutos e meio atrás do primeiro colocado - meu amigo Renato "popular Bolacha" que ainda recebeu uma garrafa de vinho pela vitória.
Mas, ano que vem tem troco. rsrs
A prova foi fantástica. Mas, faltou o título na categoria para ficar 100%.
Mas, valeu pela experiência e por conhecer um lugar diferente.


Ah, esqueci de mencionar: os últimos dois quilômetros foi em chuva intensa que não parou até acabar a premiação.
Outra coisa que não mencionei no texto é que o padrinho da prova foi o Medalhista Olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima que correu os 5kms e foi o sexto colocado.
É claro que, ele deve ter tirado o pé, para não tirar a premiação em dinheiro dos 5 primeiros colocados.

Depois do troféu recebido, corri para o hotel e de lá para o almoço e do almoço para Cascavel onde tive que ficar até as 23:30h esperando um ônibus para Ubiratã onde cheguei, com minha esposa é claro, por volta das 02:00h da manhã.

E foi isso...
Vida de atleta amador e de esposa de atleta amador não é fácil não. kkkkk


Segue abaixo mais algumas fotos:

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O kit da prova.
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Fominha? Que nada! Tinha uva de sobra ali. rsrs
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Com minha esposa antes da largada.
Crédito da foto: Léo Nunes.
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Largada.
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Com pouco mais de 1km de prova.
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Subindo a rampinha na entrada da Vinícola Sanber.
Por volta do km9, aproximadamente.
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Praticamente não dava para correr aí.
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Essa parreira de uva é da Vinícola Sanber.
O percurso debaixo dela tem quase uns 800 metros.
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Retornando à cidade.
Pouco mais de 1km para o final da prova.
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Quase completando os 16kms.
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Enfim, finalizada a prova com o tempo de 1h08min33seg.
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Percurso.
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Vídeo do percurso no Relice.cc
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Após a prova.
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Medalha da prova.
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Com o mestre: Vanderlei Cordeiro de Lima.
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E no almoço também. Agora com a presença ilustre da minha querida esposa.
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No pódio e com muita chuva.
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Classificação dos 5 primeiros colocados da faixa etária de 40 a 44 anos.
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Classificação dos 20 primeiros no geral masculino.
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Com o belíssimo troféu da prova.
Crédito da foto: Léo Nunes

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Agradecimentos:
Primeiramente a Deus, depois ao Maicon de Cascavel e Academia Boa Forma de Ubiratã.


#tuttamaratonista