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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Corrida Nº 266 - 1ª Cafelândia Run - Cafelândia-PR (23nov2025)

Três semanas depois de uma participação que ficou aquém do esperado na Maratona de Jurerê, resolvi encarar mais um desafio. Era a 15ª corrida do ano, e desta vez o destino foi a cidade de Cafelândia, palco da 1ª Cafelândia Run. Mesmo sabendo que não estava no meu melhor momento físico, fui para a prova de 10 km — que acabou sendo, sem dúvidas, uma das participações mais duras do ano nessa distância.

"Não foi fácil, não foi rápido, mas foi com coragem até o fim."



Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 266
Nome da prova: 1ª Cafelândia Run
Cidade: Cafelândia-PR
Data: Domingo, 23 de Novembro de 2025
Distância: 10kms
Tempo: 36min40seg
Média por quilômetro: 3min40seg
Classificação geral: 7º lugar
Atletas no geral: 46 atletas concluintes
Classificação na categoria por faixa etária 45/49 anos: 1º lugar
Atletas na faixa etária: 4 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 151 pódios
Pódios por classificação geral: 67 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 76 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 8 pódios
Número de peito: 286


Na manhã de
domingo, 23 de novembro de 2025, segui rumo a Cafelândia ao lado da Ester e da Dayane, com o objetivo de prestigiar a primeira corrida de rua da cidade. Eu vinha de uma maratona poucas semanas antes, com pouquíssimos treinos desde então. O cansaço acumulado, principalmente por conta do trabalho, não me permitiu a recuperação adequada após os sofridos 42 km em Jurerê.
E para completar, no sábado, véspera da prova, passei o dia inteiro trabalhando agachado e ajoelhado, lixando pisos de madeira ao redor de uma piscina. O resultado foi formigamento na perna esquerda, dores musculares intensas e uma noite em que nem o tradicional banho de gelo conseguiu fazer milagre.

Diante desse cenário, segui para Cafelândia
sem qualquer expectativa de desempenho. Ainda assim, ajustei o Garmin para um pace de 3min40/km, mais como um desafio pessoal do que como uma meta realista.

Chegamos ao local cerca de 50 minutos antes da largada, marcada para as 7h30, sob um clima que já indicava um dia quente.

Peguei o kit, me preparei e fiz um breve aquecimento apenas para “sentir” o corpo. O desconforto era evidente. Mesmo assim, alinhei-me na largada.
Abortar não era uma opção. Eu estava ali representando meus apoiadores, os Postos BCA, e precisava entregar o meu melhor — mesmo sabendo que aquele “melhor” estaria longe do ideal.

A prova prometia ser duríssima. Conversando com outros atletas antes da largada, ficou claro: os
10 km estavam repletos de corredores de alto nível. Só feras mesmo.
Os 5 km pareciam um pouco mais acessíveis, mas não havia tempo — nem vontade — de mudar. Afinal,
nada melhor do que se testar onde estão os melhores.

Com o sinal da largada, saí forte. O primeiro quilômetro veio em
3min33, o segundo em 3min37. No terceiro, uma subida fez o ritmo subir para 3min42. Após um retorno no percurso, contei cerca de 12 atletas à minha frente, sem conseguir distinguir quem fazia 5 ou 10 km, já que os numerais eram iguais. Sabendo que o pódio geral era improvável, segui focado apenas em concluir bem a primeira volta, que fechei ao cruzar o pórtico em aproximadamente 17min55s.

Se tivesse optado pelos 5 km, aquele ritmo me renderia um
5º lugar geral. Mas a escolha foi pelos 10 km — e isso significava sofrer mais um pouco. rsrs

A temperatura girava em torno dos
25°C, mas a sensação térmica, para quem corria sob o sol, certamente beirava os 30°C.

Na segunda volta, o corpo começou a cobrar a conta. O ritmo caiu. Calor, cansaço, dores, o sol forte e novamente a subida mais exigente antes do primeiro retorno tornaram tudo ainda mais pesado. Mesmo assim, consegui uma ultrapassagem antes desse retorno. E contando os atletas do outro lado, eram seis à frente — ou seja, eu era o
7º colocado geral.

E não tinha o que fazer. Alcançar o quinto colocado para subir no pódio geral não dava mais. Os atletas estavam muito longe. Buscar o sexto colocado não adiantava, pois, nas categorias não haviam premiação em dinheiro e tanto fazia pra mim ficar em primeiro, segundo, terceiro ou nem subir no pódio e então mantive essa posição até o final.

Cruzei a linha de chegada com
36min32s, mas como faltou alguns metros para dar a distância oficial, segui até completar, finalizando em 36min40s, com pace médio de 3min40/km. Dentro do que era possível naquele dia.

Foi o
meu pior tempo em provas de 10 km no ano, mas também um dos resultados mais valiosos pelo contexto. Mesmo assim, terminei em 7º geral e fui campeão da minha categoria por faixa etária.

"As dificuldades ficam pelo caminho, mas a satisfação em completar mais uma prova ficam para sempre."


Depois da prova, teve o que toda corrida boa proporciona: resenha, fotos, pódio e aquela sensação de missão cumprida.
Mais uma corrida de rua concluída, mesmo quando tudo parecia conspirar contra.

Sobre a prova: organização muito boa, inscrição acessível (R$ 75,00 + 1 kg de alimento), três pontos de hidratação no percurso de 5 km, com uma subida um pouco mais forte, mas nada que comprometesse o desempenho de quem estivesse bem treinado — o que, definitivamente, não era o meu caso. rsrs
Elevação acumulada de 74 metros, e no pós-prova teve banana, maçã, barra de cereal e mini refrigerantes. Medalha simples, porém bonita. O troféu, sinceramente, deixou a desejar na minha opinião.

E é isso. Bora para as próximas. rsrs

Agradecimento especial aos Postos BCA de Ubiratã
, pelo apoio de sempre e a Ester, pela carona.

E assim seguimos, porque correr não é só sobre tempo e pódio — é sobre
resistir, insistir e continuar, mesmo nos dias mais difíceis.


Segue abaixo algumas fotos:

A medalha da prova.
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"Cada prova tem seus desafios, e completar mais uma sempre é motivo de orgulho."
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Pódio da categoria 45/49 anos.
1º - Tutta 36min32seg
2º - Rogério Weyn 39min51seg
3º - Sidinei Lemos 45min06seg.
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Os 10 primeiros colocados nos 10kms masculino.
Até a data desta postagem os resultados completos poderiam ser visualizados no site da Four Eventos.
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"O pódio não define quem sou, mas valoriza tudo o que construí até aqui."
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Com as gêmeas ubirataneses: Carla (1ª na categoria e 6ª geral) e Camila (5ª geral) e a atleta Jyssica de Corbélia (vice-campeã) Ambas fizeram os 10kms.
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Parte da delegação de Ubiratã.
Marluce, 2ª na categoria nos 10kms.
Tutta, 1º na categoria nos 10kms.
Carla, 1ª na categoria nos 10kms.
Camila, 5ª geral nos 10kms.
Rosana, 1ª na categoria nos 5kms.
Débora correu os 10kms e
Dayane, vice-campeã nos 5kms.
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A medalha, o numeral e o troféu.



terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Corrida Nº 264 - 3ª Maratona de Criciúma (Criciúma-SC) 28set2025

 Acreditar é o primeiro passo de toda grande conquista. E foi com essa confiança no preparo, especialmente na reta final dos treinos, que parti para mais uma maratona em solo catarinense. 

"O relógio marca o tempo, mas é você quem marca a história."




Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 264
Nome da prova: 3ª Maratona de Criciúma
Cidade: Criciúma-SC
Data: Domingo, 28 de Setembro de 2025
Distância: 42,2kms
Tempo: 2h45min31seg
Média por quilômetro: 3min55seg
Classificação geral: 6º lugar
Atletas no geral: 87 atletas concluintes
Classificação na categoria por faixa etária 45/49 anos: 1º lugar
Atletas na faixa etária: 17 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 149 pódios
Pódios por classificação geral: 67 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 74 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 8 pódios
Número de peito: 40


A viagem começou em Ubiratã, na manhã do dia 26 de setembro de 2025, com o coração leve e a mente firme no propósito: dar o meu melhor na 
Maratona de Criciúma.
Foram mais de 18 horas de estrada, cruzando cidades, paisagens e pensamentos. Cada quilômetro percorrido no ônibus era também um lembrete do quanto havia me dedicado até ali — e o quanto aquela jornada representava mais do que apenas correr. Representava constância, disciplina e amor pelo esporte.

Ao chegar em Criciúma, o céu azul e o vento forte me receberam com energia. Fiz questão de buscar o kit a pé, explorando a cidade e respirando o ambiente que em breve seria palco de mais uma batalha pessoal. Depois de um bom almoço e um merecido descanso no hotel, me preparei com serenidade para o grande dia.

Mas como toda boa história de superação, a prova começou antes mesmo do tiro de largada. Às 3h30 da manhã, o som da chuva fina me despertou. A ansiedade pré-prova resolveu aparecer, e o sono foi curto. Às 4h15, já estava de pé, tomando café e mentalizando o desafio. Mesmo debaixo da chuva, segui confiante para o ponto de partida. Cheguei encharcado, mas com o espírito aceso — afinal,
a chuva nunca foi obstáculo para quem carrega o sol dentro de si.

O plano era ousado: completar a maratona na casa das 2h45 e, quem sabe, lutar por um lugar no pódio geral. Ajustei o Garmin para o ritmo-alvo e, ao soar a largada, o corpo respondeu. Logo nos primeiros quilômetros, já estava entre os líderes. A adrenalina falou mais alto e saí forte, mas com consciência — maratona é estratégia, é controle, é saber dosar o coração entre a empolgação e a resistência.

Passei os 10 kms em 37 minutos. Cheguei no km 15 com 56, e a meia-maratona foi completada em 1h20. Eu era o quarto colocado geral.
O corpo respondia bem, mesmo com o leve incômodo nas coxas — talvez lembrança do pedal de 110 km feito dias antes. Nada que pudesse me deter. O foco estava ali, firme, entre o suor e o vento.

Mas, ao chegar no km 29, dois atletas me ultrapassaram em ritmo impressionante. Tentei acompanhá-los até o 30º, mas foi em vão. O peso da longa viagem, talvez também o pedal com uma elevação enorme na semana anterior e o ritmo mais forte que imprimi até a metade da prova começou a cobrar um preço. Comecei a sentir muito cansaço. O ritmo ia caindo e ali compreendi: o segredo não era competir com os outros, mas com
a minha própria superação. E segui, lutando contra o cansaço, o vento e o relevo.

Aos 38 kms, o ritmo caiu drasticamente, mas o coração seguia firme. O vento contra, as pernas pesadas e o corpo pedindo pausa… mas a mente gritava mais alto: “Segue! Você veio até aqui para terminar com orgulho!”.
E segui.

Passei pelo km 40 com 2h35. O relógio marcava o esforço, mas o espírito marcava a vitória. E quando finalmente cruzei a linha de chegada, com o tempo de
2:45:31, senti o peso da conquista. Sexto colocado geral e campeão da categoria — um resultado de respeito, fruto de preparo, disciplina e coragem.

Não houve pódio geral dessa vez, mas o sentimento de dever cumprido foi maior do que qualquer troféu. Afinal, conquistei o que mais importa: a certeza de que
cada treino, cada sacrifício e cada gota de suor valeram a pena.

Depois, veio a celebração: frutas, energético, sorvete, chopp e o sorriso no rosto de sempre ao subir no pódio. O corpo estava cansado, mas a alma estava leve. Voltei para casa exausto, sim — mas com a sensação de ter deixado mais uma marca no caminho da minha história.

E que venha a próxima, porque o espírito de quem ama correr nunca descansa.

Gratidão especial ao
José Bocalon, dos Postos BCA, pelo apoio e patrocínio — parceiros assim tornam o impossível apenas uma questão de tempo.

Maratona número 43 concluída.
Mais do que uma prova, uma lição de vida: quem acredita, resiste. E quem resiste, vence.



Segue abaixo algumas fotos:

Na retirada do kit.
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O kit.
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Momentos antes da largada.
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Após a prova.
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A medalha. Bem simplesinha.
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No pódio.
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Recebendo o troféu de campeão da categoria 45/49.
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O pódio 'incompleto' da categoria 45/49.
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Os 5 primeiros colocados da faixa etária 45/49 anos.
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O campeão tinha o direito de tocar o sino.
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Os 10 primeiros colocados nos 42kms masculino.
Até a data desta postagem a classificação completa poderia ser acessada no site da ChipTiming.
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Troféu.





quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Corrida Nº 233 - Maratona de Jurerê - Florianópolis-SC (05nov2023)

No dia 3 de novembro de 2023, às 11:30h saí de casa rumo ao meu maior desafio, pelo menos de forma oficial, no atletismo que seria: fazer 3 maratonas em 21dias.

"O primeiro passo para tornar um sonho realidade é acreditar que ele é possível."




Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 233
Nome da prova: Maratona de Jurerê
Cidade: Florianópolis-SC
Data: Domingo, 05 de novembro de 2023
Distância: 42,2kms
Tempo: 2h41min06seg
Media por quilômetro: 3min49seg
Colocação geral: 9º lugar
Atletas no geral: 273 atletas
Colocação na categoria por faixa etária 45/49 anos: 1º lugar
Atletas na fixa etária: 31 corredores
Número de pódios (fora de Ubiratã): 126 pódios
Pódios por classificação geral: 53 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 68 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 5 pódios
Número de peito: 42353


Um mês e meio após a Maratona de Gramado, lá já estava eu novamente embarcando para viajar e encarar mais uma maratona. E desta vez, seriam 3 maratonas em sequência num único mês.
A começar por Jurerê em Santa Catarina no dia 05/11, depois dia 19/11 em Curitiba e por fim, dia 26/11 em Sorocaba. E em Sorocaba é bem provável que terá desafio extra. Mas, este ficará como surpresa. rsrs

Mas, vamos pelo começo.

Às 12:30h embarquei no ônibus da empresa Expresso Maringá e segui até Cascavel.
Cheguei lá às 14:30h. Mas, como a viagem com a equipe Força Runners do Carlos e Acorrer Cascavel seria só às 19:00 horas. Ao desembarcar na rodoviária, segui direto até a Catedral de Nossa Senhora Aparecida e fiquei boa parte da tarde por lá. E só sai para procurar algum restaurante para poder jantar por volta das 18 horas. Mas, como não encontrei nada ali no centro de Cascavel, o jeito foi comer um simples pastel e fui para o embarque no Ginásio Ciro Nardi de onde saímos as 19:30h.

Desta vez fomos com o ônibus da empresa Kaire de 40 lugares.
Relativamente bem confortável. Poltronas largas, porém não reclinavam tanto. Fui numa poltrona individual, mas como foi na primeira poltrona da parte de baixo, não tinha espaço o suficiente para esticar as pernas (que não são pequenas kkkk) pois à frente havia a parede do ônibus que separava a parte dos passageiros com o corredor e o banheiro. E praticamente não consegui dormir durante a viagem. Ficava me virando o tempo todo procurando uma boa posição para dormir mas, foi meio em vão. rsrs
Só consegui mesmo é dar umas pequenas cochiladas. rsrs

E por fim, chegamos em Jurerê po
r volta das 10 horas da manhã ou um pouquinho antes. E de imediato fomos direto e reto retirar os kits e ficamos um tempão por lá e só nos encaminhamos para o hotel próximo ao horário de check-in. E após feito, fomos almoçar.

O kit top da Maratona de Jurerê com direito a personalização gratuita na camiseta.


Após o almoço, muitos preferiram ir para à praia, mas eu segui para o hotel para descansar porque os meus objetivos eram o de fazer uma prova sub-3h no dia seguinte.

Dormi boa parte da tarde e só acordei para assistir a vitória do Fluminense sobre o Boca Juniors na final da Libertadores. Em seguida, fui no mercado pegar uma Coca-Cola e uma água de coco e nem saí para jantar. Comi os lanches que eu havia levado de casa mesmo e fui dormir novamente após às 21:30h. Mas, demorei uma eternidade para pegar no sono. Acho que fiquei mais de duas horas para conseguir dormir de verdade. rsrs
Apesar de já estar bem experiente em maratonas, às vezes a adrenalina é demais e a ansiedade bate forte. rsrs

Dormi bem pouco e acordei às 03:30h da manhã e enrolei uns minutinhos até me levantar em definitivo às 04:00h, pois às 04:30h o ônibus nos levaria para a largada que começaria às 05:30h com a meia maratona e 15 minutos depois era a vez da maratona.

Na praia de Jurerê próximo ao local da largada alguns minutos antes da corrida.


Raramente faço aquecimentos para uma maratona e assim que fomos liberados para entrar no local de acesso à largada, segui para bem próximo ao portal e quando deu a largada, saí num ritmo, aparentemente, confortável. Mas, na grande maioria das vezes o tempo batia na casa dos 3min40seg por km ou até menos. E isso que eu quase nem estava fazendo tanto esforço.
Percurso plano, fácil de correr. Foi top demais.

Logo após o primeiro retorno contei 16 atletas à minha frente e demorei para começar a ganhar alguma colocação.

Na marca dos 10kms estava com cerca de 38 minutos e cheguei nos 21km com aproximadamente 1h18. Talvez um pouquinho mais. O  meu relógio deu 'zica' e não conseguia ver as parciais dos kms e como eu acionei o Strava bem antes da largada, ele não "falava" o tempo correto. Sem contar que a distância do Strava nunca batia com a marcação da quilometragem da prova e com isso eu corri o tempo todo quase sem saber ao certo qual era realmente o meu tempo de prova e qual era o tempo de cada km. E acredito que isso me prejudicou um pouco, pois, no final eu poderei fazer algum sprint e quem sabe, até poderia ter feito recorde pessoal. Mas, agora já foi e isso agora nem vem mais ao caso. kkkkk
Mas, já estou providenciando um Garmin e acredito que isso me dará mais controle do tempo que eu estarei fazendo em cada km da prova e no tempo total também.

Mas, voltando à prova.
Após o retorno do km 21 ganhei uma colocação e depois passou a ser frequente. E quando cheguei na primeira e única subida do percurso, após quilômetro 30. Uma subida bem leve, eu já havia ganho umas 4 ou 5 colocações.

Passei alguns atletas de elite caminhando e/ou trotando bem de leve. E por fim, após o km 36 ganhei mais duas colocações e a partir do km 38 comecei a diminuir o ritmo. O calor já estava apertando um pouco e o cansaço também. E
 como eu estava bem à frente dos demais competidores e não tinha ninguém na minha frente para buscar, me acomodei um pouco e segui apenas administrando até cruzar a linha de chegada da minha 34ª maratona na carreira com o tempo líquido oficial de 2h41min06seg. Fui o 9° colocado na classificação geral e venci, com sobras, a minha categoria por faixa etária chegando mais de 22 minutos à frente do segundo colocado.

E aí foi só pegar a minha belíssima medalha e esperar a demorada premiação. Mas, antes, ainda conheci a Sandra Cella, organizadora da Maratona do Vinho em Bento Gonçalves que havia me presenteado com uma inscrição para 2024.

Com a organizadora da Maratona do Vinho, Sandra Cella.

Fiz foto também com o atleta e treinador Tiago Mecabo (ele estava caminhando todo 'torto' após a prova, enquanto eu estava inteiraço. kkk).
E reencontrei o amigo das antigas, André Savazoni. Fomos parceiros de pace sub-1h45 na Meia de Pomerode em 2012.



Com Tiago Mecabo na foto acima e abaixo com André Savazoni.




E por fim, fui chamado para subir ao pódio
 e receber o meu 5° troféu em 5 maratonas no ano.

Chegando no pódio.


Em seguida segui para hotel e às 13 horas embarcamos de volta para casa.
E a viagem de volta foi uma festa só dentro do ônibus.
Caso queiram conferir um pequeno vídeo é só clicar aqui.

Chegamos em Cascavel às 05:00h da manhã e a convite do Schmitt, fiquei na casa dele até às 10 horas onde pude dormir e descansar um pouco e em seguida ele me levou para a rodoviária e às 10:50h 
embarquei em definitivo para Ubiratã onde cheguei às 13:00h e dormi o restante da tarde. rsrs

E assim foi mais uma corrida de rua na vida deste atleta amador que vos escreve...


Segue abaixo mais algumas fotos:

Na entrega dos kits.
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Pouco antes da largada.
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No início da prova atrás de um fera do atletismo, Célio Roberto.
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"Os bons resultados surgem quando o foco no objetivo se torna um hábito."
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"Nem sempre há flores e alegrias durante os 42kms. Mas, a dor e o sofrimento fazem parte e para alcançar os nossos objetivos é preciso mantermos firmes e seguir em frente."
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Durante a única subida do percurso.
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Completando a minha 34ª maratona na carreira com o tempo líquido oficial de 2h41min06seg.
Fui 9º colocado na classificação geral e CAMPEÃO da categoria 45/49 anos.
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Após a prova.
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Campeão da categoria 45/49 anos.
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Os 3 primeiros colocados da categoria 45/49 anos.
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Os 15 primeiros colocados nos 42kms masculino.
Resultados (não sei até quando) AQUI.
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"Cada novo passo que dou à frente é uma nova conquista na história da minha vida."
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A bela medalha da prova.
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Numa da praias de Jurerê já pronto para voltar pra casa.
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Galera de Cascavel presente em Jurerê-SC.
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As 15 primeiras colocadas nos 42kms feminino.
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Agradecimento:
Primeiramente a Deus pelo dom da saúde e por ter me proporcionado correr mais uma prova em alto nível.
Agradecimentos também ao Carlos pelo excelente excursão realizada e ao Schmitt e sua esposa pelo repouso até a hora do meu embarque para casa.




Despesas: 

Inscrição: R$149,90
Ônibus Ubiratã/Cascavel ida e volta: R$84,71
Ônibus Cascavel Jurerê ida e volta + hotel: R$650,00
Alimentação + gastos extras: R$350,00

Total: R$1.234,61


terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Corrida Nº 221 - Maratona de Curitiba - Curitiba-PR (20nov2022)

E lá vamos nós para mais uma maratona. A 5ª em 2022.

"O tempo de vencer é agora e quanto mais você se dedica a alcançar aquilo que almeja, maiores são as chances de conseguir."




Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 221
Nome da prova:  Maratona de Curitiba
Cidade: Curitiba-PR
Data: Domingo, 20 de novembro de 2022
Distância: 42,2kms
Tempo: 2h49min04seg
Media por quilômetro: 4min
Colocação geral: 29º lugar
Atletas no geral: 1.774 corredores
Colocação na categoria por faixa etária dos 45 aos 49 anos: 1º lugar
Atletas na faixa etária: 250 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 116 pódios
Pódios por classificação geral: 46 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 66 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 4 pódios
Número de peito: 429


Na tarde de sexta-feira, dia 18 de novembro de 2022, segui de Van até Campo Mourão onde às 22:45h embarquei no luxuosíssimo ônibus da empresa Garcia e quase 500kms depois já estava desembarcando na rodoviária de Curitiba.

Como eu só podia adentrar ao hotel às 13:00 horas, deixei os pertences no guarda-volumes da rodoviária e segui com minha esposa até o Parque do Tanguá, em seguida fomos até o Parque Tiguí e por volta do meio-dia já tínhamos feito a visita nos dois parques e estávamos almoçando e depois seguimos até o Museu do Olho retirar o kit e após as 13:00 horas fizemos o check-in no hotel Blumenau e dormimos um pouco.

Minha esposa e eu na entrada do Parque Tanguá.
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Memorial da Imigração Ucraniana - Parque Tinguí.
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Com o 'parceraço' Sérgio Rocha do Corrida No Ar na estrega de kits.


Acordamos perto das 17:00 horas, tomamos um banho e saímos para passear mais um pouco.
Passamos pela Catedral e Rua das Flores.
Depois voltamos até o Shopping Miller, comemos um lanche e retornamos para o hotel onde preparei todo o 'equipamento' para a prova do dia seguinte e por volta das 21:30h fomos dormir.

Catedral Nossa Senhora da Luz.
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Tomando um chopp até a chegada dos lanches. rsrs


No dia seguinte acordamos perto das 4 da manhã e às 04:30h segui para a largada que seria às 05:00hs
Minha esposa preferiu ficar dormindo.

Na verdade eu não acordei, pois nem dormi direito. rsrs.
O nosso quarto era de frente para a rua e devido ao barulho dos carros, motos e gente gritando quase a noite toda eu não conseguia fechar os olhos. Acho que olhei no relógio umas 42 vezes até me levantar em definitivo às 03:55h. rsrs

Me preparei, tomei meu café e segui para o local da largada. 
Cheguei faltando menos de meia hora para a largada e logo adentrei ao Setor B, que correspondia ao pace de 4:00 a 4:29. E pontualmente às 5 da manhã foi dada a largada.

A temperatura estava perfeita. 
Em torno de 13 a 15 graus no início.
Saí sem desespero e dentro do planejado. Ou seja, 4min por km.
Na verdade, o primeiro km deu 4:02 e nos kms seguintes já fazia bem mais baixo.
Mesmo sem forçar, parece que o ritmo fluía naturalmente. Então deixei me levar. rsrs

Cheguei no km 10 com 39'10, aproximadamente.
E nos 15kms com 58'20.
Teve alguns km que fiz até abaixo dos 3min40.
E se o planejado foi chegar aos 15kms com no máximo uma hora, a meta foi cumprida. E segundo o mesmo planejado, do km 16 ao 30 eu teria que reduzir e manter um Pace médio de no máximo 4min15. Mas, como a temperatura estava super agradável e o percurso mais que favorável (pelo menos pra mim, rsrs). Então resolvi manter o pace abaixo dos 4 minutos até pelo menos a metade da prova que passei com pouco mais de 1h21min.

Agora sim, eu deveria reduzir para poupar energia porque na semana seguinte teria mais uma maratona. Mas, não consegui. Por mais que eu tentasse correr mais devagar, o ritmo permanecia basicamente o mesmo e cheguei no km 30 com 1h58, ou algo próximo disso.
Dali em diante eu já consegui correr mais devagar. kkkkk

O corpo começou a sentir um pouco de cansaço e os tempos começaram a ultrapassar os 4 minutos por km. Mas, sem preocupações, pois estava tudo dentro do planejado. E a ideia, era que os 12 últimos quilômetros fosse mantido uma media de 4min30seg. Então, estava tudo sob controle.
Porém, em alguns kms eu ainda corria abaixo dos 4 minutos.

Do quilômetro 32 em diante, mesmo que eu fizesse a 5min de media, daria sub-3h.

Cheguei no quilômetro 37, ou seja, faltando 5kms para o término da prova e o meu tempo era de 2h26min07seg e ao chegar no quilômetro 40 o tempo era de 2h39min13seg. Ou seja, tinha tempo de sobra. Eu poderia até andar agora que dava sub-3h. rsrs
Mas, isso não vinha ao caso, pois estava me sentindo muito bem. No entanto, no 
km 41 eu fiz o tempo mais alto de toda a prova até o momento, com o cronômetro batendo na casa dos 4min40seg.
Tudo isso devido a duas subidas que, se fosse a uns 10 ou 12kms atrás eu tiraria de letra. rsrs
Mas, a esta altura do campeonato, ou melhor, da maratona, qualquer quebra-molas se torna quase um Everest. rsrs.

Mas, nem fiz questão de forçar. Subi de boa e na sequência foi praticamente tudo descida até cruzar a linha de chegada com 2h49min04seg. Meu melhor tempo no ano e recorde na Maratona de Curitiba. Já que o meu melhor tempo ali na capital paranaense havia sido em 2011 quando completei com 2h51min54seg. Na ocasião eu fui o 13º no geral e conquistei um pódio ficando na 6ª colocação na categoria por faixa etária. Na época premiavam até o 10º nas categorias.

Nem esperava ir tão bem assim esse ano em Curitiba. Pois, vinha de outras 4 maratonas, três delas sub-3h e nas três últimas semanas antes da prova eu não fiz bons treino. Mas, acho que isso foi o diferencial, pois cheguei na corrida completamente inteiro, confiante e descansado. Com exceção da viagem, é claro. rsrs

Após cruzar a linha de chegada, peguei minha medalha, lanches e fui descansar um pouco.
Depois encontrei com minha esposa. Fiz uma pequena sessão de massagens e fiquei na expectativa da chegada de alguns amigos.

E minha surpresa e felicidade foi ainda maior quando vi no site que fui o 29° no geral e CAMPEÃO da categoria. Era só o que faltava para o final de semana se tornar perfeito. Ou seja, então não faltava mais nada. rsrs

E por fim, foi
 só esperar a premiação ansiosamente para coroar este final de semana e porque não dizer, coroar este ano de 2022 onde só tenho a agradecer a Deus por tantas provas fantásticas que venho fazendo.

E antes do pódio ainda brindei com algumas cervejas com os amigos de Ubiratã, Fernando que fez a sua segunda maratona (3h17min12seg) e Marluce que fez recorde pessoal na meia (1h57min36seg) e com minha esposa que veio prestigiar o maridão (kkkk) em mais uma maratona.


Após a premiação seguimos para o hotel onde fizemos o check-out, depois almoçamos e fomos ao encontro dos amigos Baleias no Bar do Alemão onde passamos um final de tarde fantástico.

Pra finalizar, assistimos uma missa na Catedral de Nossa Senhora da Luz e depois ainda pegamos um finalzinho da missa do padre Reginaldo Manzoti na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe e às 22:30h embarcamos de volta para casa.

E assim se foi mais um final de semana de corrida na vida deste atleta amador.


Segue abaixo mais algumas fotos:

Véspera da prova e pronto para a batalha.
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Pouco antes da largada.
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Durante a prova 1.
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Durante a prova 2.
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Se não bastasse correr, eu corri e gravei partes do percurso.
O vídeo pode ser visualizado no YouTube no Canal Correndo Corridas.
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Durante o percurso 3.
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A gravação e o pace seguem a todo vapor. rsrs
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Conferindo se o pace tá ok? E tava. rsrs
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Cheguei chegando.
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Fechando minha 28ª maratona na carreira. 5ª em 2022 com o tempo oficial de 2h49min04seg.
Melhor tempo em maratonas no ano e recorde na Maratona de Curitiba.
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Minha chegada gravada pela minha esposa.
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Após a prova.
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Com os amigos ubiratanenses.
Fernando completou sua 2ª maratona (3ª se for contar com a virtual de POA) com o tempo de 3h17min12seg. Ele foi o 213º no geral e 56º na sua categoria por faixa etária.
E Marluce que fez recorde pessoal na meia completando a prova com 1h57min36seg. Ela foi a 220ª no geral e 48ª em sua categoria por faixa etária.
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Com o amigo Carlos Bento de Belo Horizonte. Ele correu a meia e fechou com 2h07min05seg.
Ocupando a colocação de número 915 no geral e foi o 9º em sua categoria por faixa etária.
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Com o amigo José Maia que fez a maratona sem treinos nos últimos 30 dias.
Ele completou com 5h09min06seg e ficou em 1.606 no geral e foi o 23º em sua categoria por faixa etária.
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Comemorando a conclusão de mais uma prova.
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Mais um pódio na carreira.
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Meu 7º pódio no ano.
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Só tenho a agradecer a Deus por mais esta conquista.
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Os 10 primeiros colocados na categoria por faixa etária dos 45 aos 49 anos.
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Treinar para obter alta performance é sofrido. Mas, estar aqui em cima é bom demais. rsrs
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Rumo pra 2023, pois 2022 já foi. rsrs
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A medalha e o troféu.
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No Bar do Alemão.
Tutta, Maia, Wadeci e Júlio Cordeiro. 
Ubiratã, São Bernardo do Campo, Curitiba e Recife.
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Toda turma.
Waldeci na selfie. Depois da direita para a esquerda: Leide, Wilma, Ezilda, Júlio, Maia, Tutta, Bento, Shirley e a última eu não lembro.
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Os meus 3 'submarinos'. rsrs
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Wilma e Maia completando 42 anos de casados.
Parabéns.
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Agradecendo o Vereador Chula e o Pipoca pelo apoio.
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Agradecendo o Osdival da Farmácia Preço Baixo pelo apoio.
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Em entrevista na Rádio Cidade Web Ubiratã com o grande amigo radialista Jabuti Faceiro.
Valeu pela parceria.
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Faltou uma foto com o José Bocalon dos Postos BCA, mas devido aos inúmeros compromissos dele não foi possível encontrá-lo desta vez, mas fica aqui o meu agradecimento.
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Os 30 primeiros colocados no geral masculino da maratona.
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As 10 primeiras colocadas nos 42k feminino.
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Os primeiros 10 colocados nos 21k masculino.
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As 10 primeiras colocadas nos 21k feminino.
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Não sei até quando, mas as demais classificações estão no site da Chiptiming.



Agradecimentos:
Primeiramente sempre a Deus pelo dom da saúde e por me proporcionar correr e completar super bem mais esta prova.
Um agradecimento especial também aos amigos parceiros que me ajudaram a estar presente em Curitiba representando a nossa querida e amada Ubiratã: Vereador Chula, Pipoca da Secretária Municipal de Esportes, José Bocalon dos Postos BCA e Osdival da Farmácia Preço Baixo.



Despesas:

Inscrição: R$ 145,95
Passagens: 386,74
Lanches e refeições: R$ 250,00 (aproximadamente)
Hotel: R$ 171,00
Uber: R$ 67,78
Gastos extras: R$ 15,00

 Total: R$  1.036,47

Patrocínio: R$ 586,74

Saldo: - R$ 449,73




Tutta Maratonista ...