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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Corrida Nº 271 - 2ª Corrida Night Run - Ubiratã-PR (21mar2026)

"Nem sempre a gente chega pronto. Mas, mesmo com o corpo limitado e a preparação longe do ideal, encontrei na raça, na energia da minha cidade e na força da mente o caminho para superar mais um desafio e provar, mais uma vez, que desistir nunca foi uma opção."

"Entre dores, dúvidas e cansaço… foi a alma que me trouxe até aqui."


Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 271
Nome da prova: 2ª Ubiratã Night Run
Cidade: Ubiratã-PR
Data: Sábado, 21 de Março de 2026
Distância: 9,9kms
Tempo: 35min58seg
Média por quilômetro: 3min37seg
Classificação geral: 6º lugar
Atletas no geral: 52 concluintes
Classificação na categoria por faixa etária 40/49 anos: 1º lugar
Atletas na categoria: 11 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 155 pódios
Pódios por classificação geral: 69 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 78 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 8 pódios
Número de peito: 112


Na corrida, nem sempre a gente chega pronto… mas, às vezes, é justamente quando não está, que mais se descobre do que é capaz.

O ano de 2026 não começou como eu gostaria. Lesões, afastamento dos treinos, incertezas… e uma preparação longe do ideal tanto para provas longas, como principalmente para provas curtas. Ainda assim, havia algo dentro de mim que não aceitava ficar de fora. E foi assim que encarei a 2ª Corrida Ubiratã Night Run — não como alguém no auge da forma, mas como alguém disposto a lutar.

No sábado, o cansaço já vinha comigo desde cedo. Um dia inteiro de trabalho e, junto com ele, aquela sensação silenciosa de desmotivação. Os números também não animavam: meu melhor treino no percurso tinha sido 39 minutos — bem distante dos pouco mais de 36 que eu havia feito no ano anterior. Mas corrida nunca foi feita só de números… e eu sabia disso.

À medida em que me aproximava da Praça Horácio José Ribeiro, algo começou a mudar. A energia da minha cidade, o carinho das pessoas, os gritos de incentivo… aquilo reacendeu algo que nenhum treino consegue medir. Ali, lembrei do porquê eu corro. E mesmo sem a preparação ideal, eu sabia: ia dar o meu máximo. Como sempre faço independente das circunstâncias.

Alinhei na largada com o coração acelerado — não só pela prova, mas por tudo que ela representava.
Correr em casa. No olhar de tantas pessoas conhecidas. Eu não podia decepcionar.

O tiro de largada veio, e com ele a responsabilidade de escolher o ritmo certo. Sabendo do “cotovelo” logo no início, optei por largar na cautela. Mas bastou entrar na reta da Avenida Nilza para começar a construir minha prova. As ultrapassagens vieram, uma a uma, no tempo certo.

O plano era correr para 3:40/km. Mas o corpo respondeu diferente: primeiro km em 3:23. Forte. Talvez até ousado demais. No retorno, contei 12 atletas à frente, mas como as largadas dos 5 e 10kms foram simultâneas, a leitura não era exata. Ainda assim, eu sentia… estava competitivo.

No km 2, uma leve subida fez o ritmo cair um pouco. Mas no km 3, voltei a pressionar — 3:22 — e, ao passar novamente pelo ponto de largada, a vibração da galera foi ainda mais intensa e isso foi como um combustível à parte. Cada grito parecia empurrar mais um pouco. Cada incentivo ajudava a calar qualquer dúvida que eu tinha.

Descemos na Avenida Brasil, rumo a Coagru, e no retorno veio a subida mais forte do percurso.  A subida da Vencedora. Ali o ritmo estourou: 3:53. Mas, ali não era pra correr bonito ou fazer um pace fabuloso. Ali era só resistir.

Já na sequência fechei a primeira volta com uns 18 minutos de prova, aproximadamente. Ainda inteiro… mas já sentindo o peso da falta de preparação.

A segunda volta foi um verdadeiro teste mental.
O ritmo já não obedecia como antes. Os quilômetros passaram a exigir mais do que o corpo queria entregar.

No retorno da Avenida dos Pioneiros, fiz a contagem: cinco atletas à minha frente. Eu era o sexto. Estava bem colocado…Porém, longe do atleta que seguia na 5ª colocação... mas segui lutando, não em buscar uma ultrapassagem ou uma colocação melhor. Segui lutando contra algo muito mais forte que os adversários — a minha própria limitação.

Ainda consegui um km forte no oitavo, abaixo de 3:30. Mas no km 9, novamente na subida da Vencedora, a realidade bateu de vez. O ritmo encostou nos 4 minutos. As pernas pesadas, a respiração mais curta… e a mente tendo que assumir o controle.

Ali, já não era ritmo. Era resistência.
Venci a subida como deu. Sem pensar em pace, em colocação… só em seguir. Passei pela prefeitura, virei à direita na rua Brasília e cheguei de braços abertos para cruzar a linha de chegada da 2ª Ubiratã Night Run com o tempo de 35min58seg para os 9,9kms do percurso. Pace médio de 3min37s.

Talvez, em outro momento, eu olharia para esse tempo com outros olhos. Mas naquele dia… ele tinha um valor enorme. Porque não era só um tempo no cronômetro. Era tudo o que eu precisei superar para estar ali.

Peguei minha medalha, Dei um beijo na minha esposa e junto com ela fui celebrar e comemorar com outros amigos mais este desafio superado.
Veio fruta, coca-cola, pizza… e aquele sentimento simples, mas poderoso: do dever cumprido.

Depois, o chopp com os amigos, o pódio… e a certeza de que cada prova é mais do que uma disputa. É um capítulo escrito na base da raça e da superação.

Correr, pra mim, nunca foi apenas estar pronto.
É sempre estar disposto — mesmo quando tudo diz que não.
Porque no fim… não é o melhor dia que define um atleta.
É a coragem de não desistir nos dias difíceis.


Segue abaixo algumas fotos:

Meu numeral fixado na camiseta da Ubira Run.
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Com o Édelson Ávila que foi o campeão dos 10kms com o tempo de 29min29s e o amigo Osmir que fez o 5kms com 21min35s.
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Na descida da Vencedora - subida após o retorno lá na Avenida Valdir D'Alécio.
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“Nem sempre é a melhor preparação que te leva mais longe… às vezes é a coragem de alinhar na linha de largada, mesmo em dúvida, porque é só assim que vamos descobrir do que somos capazes. 
E confesso: Não foi fácil chegar até aqui.
Mas correr em casa, e em alto nível, faz cada dificuldade valer a pena."
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Completando os 9,9kms do percurso com o tempo líquido oficial de 35min58s.
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Com minha esposa após a prova.
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Com os amigos Fábio e Solange de Cascavel, minha esposa e o Fernando.
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Com Fernando, Enzo - o Ultra Maratonista e a Lenda Magaiwer.
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Com Cafezito - vice campeão geral dos 5km.
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Pódio da Categoria 40/49 anos.
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Subir no pódio já é especial…
Agora, fazer isso em casa, em uma prova de alto nível, tem um significado ainda maior.
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Os 10 primeiros colocados dos 10kms masculino.
Até a data desta postagem a classificação completa poderia ser acessada no site da Four Eventos.
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O troféu e a medalha da prova.
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Equipe Ubira Run.
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Vídeo da minha chegada...

“Nem sempre é a melhor preparação que te leva mais longe… às vezes é a coragem de alinhar, mesmo em dúvida, e descobrir do que você ainda é capaz.”

terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Corrida Nº 221 - Maratona de Curitiba - Curitiba-PR (20nov2022)

E lá vamos nós para mais uma maratona. A 5ª em 2022.

"O tempo de vencer é agora e quanto mais você se dedica a alcançar aquilo que almeja, maiores são as chances de conseguir."




Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 221
Nome da prova:  Maratona de Curitiba
Cidade: Curitiba-PR
Data: Domingo, 20 de novembro de 2022
Distância: 42,2kms
Tempo: 2h49min04seg
Media por quilômetro: 4min
Colocação geral: 29º lugar
Atletas no geral: 1.774 corredores
Colocação na categoria por faixa etária dos 45 aos 49 anos: 1º lugar
Atletas na faixa etária: 250 atletas
Número de pódios (fora de Ubiratã): 116 pódios
Pódios por classificação geral: 46 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 66 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 4 pódios
Número de peito: 429


Na tarde de sexta-feira, dia 18 de novembro de 2022, segui de Van até Campo Mourão onde às 22:45h embarquei no luxuosíssimo ônibus da empresa Garcia e quase 500kms depois já estava desembarcando na rodoviária de Curitiba.

Como eu só podia adentrar ao hotel às 13:00 horas, deixei os pertences no guarda-volumes da rodoviária e segui com minha esposa até o Parque do Tanguá, em seguida fomos até o Parque Tiguí e por volta do meio-dia já tínhamos feito a visita nos dois parques e estávamos almoçando e depois seguimos até o Museu do Olho retirar o kit e após as 13:00 horas fizemos o check-in no hotel Blumenau e dormimos um pouco.

Minha esposa e eu na entrada do Parque Tanguá.
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Memorial da Imigração Ucraniana - Parque Tinguí.
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Com o 'parceraço' Sérgio Rocha do Corrida No Ar na estrega de kits.


Acordamos perto das 17:00 horas, tomamos um banho e saímos para passear mais um pouco.
Passamos pela Catedral e Rua das Flores.
Depois voltamos até o Shopping Miller, comemos um lanche e retornamos para o hotel onde preparei todo o 'equipamento' para a prova do dia seguinte e por volta das 21:30h fomos dormir.

Catedral Nossa Senhora da Luz.
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Tomando um chopp até a chegada dos lanches. rsrs


No dia seguinte acordamos perto das 4 da manhã e às 04:30h segui para a largada que seria às 05:00hs
Minha esposa preferiu ficar dormindo.

Na verdade eu não acordei, pois nem dormi direito. rsrs.
O nosso quarto era de frente para a rua e devido ao barulho dos carros, motos e gente gritando quase a noite toda eu não conseguia fechar os olhos. Acho que olhei no relógio umas 42 vezes até me levantar em definitivo às 03:55h. rsrs

Me preparei, tomei meu café e segui para o local da largada. 
Cheguei faltando menos de meia hora para a largada e logo adentrei ao Setor B, que correspondia ao pace de 4:00 a 4:29. E pontualmente às 5 da manhã foi dada a largada.

A temperatura estava perfeita. 
Em torno de 13 a 15 graus no início.
Saí sem desespero e dentro do planejado. Ou seja, 4min por km.
Na verdade, o primeiro km deu 4:02 e nos kms seguintes já fazia bem mais baixo.
Mesmo sem forçar, parece que o ritmo fluía naturalmente. Então deixei me levar. rsrs

Cheguei no km 10 com 39'10, aproximadamente.
E nos 15kms com 58'20.
Teve alguns km que fiz até abaixo dos 3min40.
E se o planejado foi chegar aos 15kms com no máximo uma hora, a meta foi cumprida. E segundo o mesmo planejado, do km 16 ao 30 eu teria que reduzir e manter um Pace médio de no máximo 4min15. Mas, como a temperatura estava super agradável e o percurso mais que favorável (pelo menos pra mim, rsrs). Então resolvi manter o pace abaixo dos 4 minutos até pelo menos a metade da prova que passei com pouco mais de 1h21min.

Agora sim, eu deveria reduzir para poupar energia porque na semana seguinte teria mais uma maratona. Mas, não consegui. Por mais que eu tentasse correr mais devagar, o ritmo permanecia basicamente o mesmo e cheguei no km 30 com 1h58, ou algo próximo disso.
Dali em diante eu já consegui correr mais devagar. kkkkk

O corpo começou a sentir um pouco de cansaço e os tempos começaram a ultrapassar os 4 minutos por km. Mas, sem preocupações, pois estava tudo dentro do planejado. E a ideia, era que os 12 últimos quilômetros fosse mantido uma media de 4min30seg. Então, estava tudo sob controle.
Porém, em alguns kms eu ainda corria abaixo dos 4 minutos.

Do quilômetro 32 em diante, mesmo que eu fizesse a 5min de media, daria sub-3h.

Cheguei no quilômetro 37, ou seja, faltando 5kms para o término da prova e o meu tempo era de 2h26min07seg e ao chegar no quilômetro 40 o tempo era de 2h39min13seg. Ou seja, tinha tempo de sobra. Eu poderia até andar agora que dava sub-3h. rsrs
Mas, isso não vinha ao caso, pois estava me sentindo muito bem. No entanto, no 
km 41 eu fiz o tempo mais alto de toda a prova até o momento, com o cronômetro batendo na casa dos 4min40seg.
Tudo isso devido a duas subidas que, se fosse a uns 10 ou 12kms atrás eu tiraria de letra. rsrs
Mas, a esta altura do campeonato, ou melhor, da maratona, qualquer quebra-molas se torna quase um Everest. rsrs.

Mas, nem fiz questão de forçar. Subi de boa e na sequência foi praticamente tudo descida até cruzar a linha de chegada com 2h49min04seg. Meu melhor tempo no ano e recorde na Maratona de Curitiba. Já que o meu melhor tempo ali na capital paranaense havia sido em 2011 quando completei com 2h51min54seg. Na ocasião eu fui o 13º no geral e conquistei um pódio ficando na 6ª colocação na categoria por faixa etária. Na época premiavam até o 10º nas categorias.

Nem esperava ir tão bem assim esse ano em Curitiba. Pois, vinha de outras 4 maratonas, três delas sub-3h e nas três últimas semanas antes da prova eu não fiz bons treino. Mas, acho que isso foi o diferencial, pois cheguei na corrida completamente inteiro, confiante e descansado. Com exceção da viagem, é claro. rsrs

Após cruzar a linha de chegada, peguei minha medalha, lanches e fui descansar um pouco.
Depois encontrei com minha esposa. Fiz uma pequena sessão de massagens e fiquei na expectativa da chegada de alguns amigos.

E minha surpresa e felicidade foi ainda maior quando vi no site que fui o 29° no geral e CAMPEÃO da categoria. Era só o que faltava para o final de semana se tornar perfeito. Ou seja, então não faltava mais nada. rsrs

E por fim, foi
 só esperar a premiação ansiosamente para coroar este final de semana e porque não dizer, coroar este ano de 2022 onde só tenho a agradecer a Deus por tantas provas fantásticas que venho fazendo.

E antes do pódio ainda brindei com algumas cervejas com os amigos de Ubiratã, Fernando que fez a sua segunda maratona (3h17min12seg) e Marluce que fez recorde pessoal na meia (1h57min36seg) e com minha esposa que veio prestigiar o maridão (kkkk) em mais uma maratona.


Após a premiação seguimos para o hotel onde fizemos o check-out, depois almoçamos e fomos ao encontro dos amigos Baleias no Bar do Alemão onde passamos um final de tarde fantástico.

Pra finalizar, assistimos uma missa na Catedral de Nossa Senhora da Luz e depois ainda pegamos um finalzinho da missa do padre Reginaldo Manzoti na Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe e às 22:30h embarcamos de volta para casa.

E assim se foi mais um final de semana de corrida na vida deste atleta amador.


Segue abaixo mais algumas fotos:

Véspera da prova e pronto para a batalha.
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Pouco antes da largada.
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Durante a prova 1.
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Durante a prova 2.
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Se não bastasse correr, eu corri e gravei partes do percurso.
O vídeo pode ser visualizado no YouTube no Canal Correndo Corridas.
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Durante o percurso 3.
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A gravação e o pace seguem a todo vapor. rsrs
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Conferindo se o pace tá ok? E tava. rsrs
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Cheguei chegando.
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Fechando minha 28ª maratona na carreira. 5ª em 2022 com o tempo oficial de 2h49min04seg.
Melhor tempo em maratonas no ano e recorde na Maratona de Curitiba.
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Minha chegada gravada pela minha esposa.
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Após a prova.
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Com os amigos ubiratanenses.
Fernando completou sua 2ª maratona (3ª se for contar com a virtual de POA) com o tempo de 3h17min12seg. Ele foi o 213º no geral e 56º na sua categoria por faixa etária.
E Marluce que fez recorde pessoal na meia completando a prova com 1h57min36seg. Ela foi a 220ª no geral e 48ª em sua categoria por faixa etária.
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Com o amigo Carlos Bento de Belo Horizonte. Ele correu a meia e fechou com 2h07min05seg.
Ocupando a colocação de número 915 no geral e foi o 9º em sua categoria por faixa etária.
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Com o amigo José Maia que fez a maratona sem treinos nos últimos 30 dias.
Ele completou com 5h09min06seg e ficou em 1.606 no geral e foi o 23º em sua categoria por faixa etária.
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Comemorando a conclusão de mais uma prova.
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Mais um pódio na carreira.
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Meu 7º pódio no ano.
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Só tenho a agradecer a Deus por mais esta conquista.
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Os 10 primeiros colocados na categoria por faixa etária dos 45 aos 49 anos.
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Treinar para obter alta performance é sofrido. Mas, estar aqui em cima é bom demais. rsrs
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Rumo pra 2023, pois 2022 já foi. rsrs
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A medalha e o troféu.
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No Bar do Alemão.
Tutta, Maia, Wadeci e Júlio Cordeiro. 
Ubiratã, São Bernardo do Campo, Curitiba e Recife.
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Toda turma.
Waldeci na selfie. Depois da direita para a esquerda: Leide, Wilma, Ezilda, Júlio, Maia, Tutta, Bento, Shirley e a última eu não lembro.
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Os meus 3 'submarinos'. rsrs
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Wilma e Maia completando 42 anos de casados.
Parabéns.
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Agradecendo o Vereador Chula e o Pipoca pelo apoio.
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Agradecendo o Osdival da Farmácia Preço Baixo pelo apoio.
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Em entrevista na Rádio Cidade Web Ubiratã com o grande amigo radialista Jabuti Faceiro.
Valeu pela parceria.
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Faltou uma foto com o José Bocalon dos Postos BCA, mas devido aos inúmeros compromissos dele não foi possível encontrá-lo desta vez, mas fica aqui o meu agradecimento.
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Os 30 primeiros colocados no geral masculino da maratona.
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As 10 primeiras colocadas nos 42k feminino.
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Os primeiros 10 colocados nos 21k masculino.
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As 10 primeiras colocadas nos 21k feminino.
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Não sei até quando, mas as demais classificações estão no site da Chiptiming.



Agradecimentos:
Primeiramente sempre a Deus pelo dom da saúde e por me proporcionar correr e completar super bem mais esta prova.
Um agradecimento especial também aos amigos parceiros que me ajudaram a estar presente em Curitiba representando a nossa querida e amada Ubiratã: Vereador Chula, Pipoca da Secretária Municipal de Esportes, José Bocalon dos Postos BCA e Osdival da Farmácia Preço Baixo.



Despesas:

Inscrição: R$ 145,95
Passagens: 386,74
Lanches e refeições: R$ 250,00 (aproximadamente)
Hotel: R$ 171,00
Uber: R$ 67,78
Gastos extras: R$ 15,00

 Total: R$  1.036,47

Patrocínio: R$ 586,74

Saldo: - R$ 449,73




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