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sexta-feira, 31 de julho de 2026

A Minha 6ª Maratona (Rio de Janeiro 2012)

A minha sexta maratona aconteceu no Rio de Janeiro, no dia 8 de julho de 2012.
Eu já cheguei com uma vantagem importante: meu irmão morava lá, o que facilitou muito ter onde ficar e não precisar me preocupar com isso.

Mas o dia da prova já começou daquele jeito.
Acordamos com o tempo fechado, céu carregado, e ainda caiu uma chuva pouco antes de sair. Até aí, nada demais. O problema foi o caminho até a largada. Foram três ônibus, cada um com mais dúvida do que certeza se realmente chegaria ao Recreio dos Bandeirantes. O tempo passando, a ansiedade aumentando… até que não teve jeito: pegamos um táxi e fomos praticamente correndo contra o relógio. Chegamos quase na hora. Aquela correria que já te deixa com o coração acelerado antes mesmo da largada.
E como se não bastasse, a chuva voltou exatamente na hora da largada. E não foi embora mais.

Eu também não estava no melhor momento. Tinha vindo de uma gripe e praticamente não treinei direito nas semanas anteriores. Corri pouco, e quando corri, foi num ritmo abaixo do que eu fazia antes. Comparando com a preparação que tive pra maratona de Curitiba no ano anterior, a diferença era grande. Por isso, larguei com a cabeça no lugar. Sem inventar moda.

O objetivo era claro: tentar manter um ritmo que me levasse a menos de 3 horas, mas sem forçar demais no começo pra não quebrar depois.
Só que a largada estava congestionada. O primeiro quilômetro saiu em 4:40. O segundo já melhorou um pouco, 4:20. No km 5 eu estava perto de 21 minutos, e no km 10 passei com 41 minutos cravados. Era um tempo bom, dentro do que eu precisava, então segui controlando.

Lá pelo km 15 começaram os problemas.
Primeiro veio uma dor na virilha. Depois a coxa direita começou a incomodar. E não parou por aí. A sola do pé também entrou na conta, principalmente na parte da frente e no dedão. Teve hora que parecia que estava queimando. Literalmente.
 




E aí veio uma mudança curiosa. No início eu desviava de todas as poças d'água para não molhar o tênis. Depois comecei a fazer o contrário. Passava dentro delas de propósito, tentando aliviar aquela sensação de calor no pé. Era o jeito que dava pra continuar.

Na meia maratona passei com pouco menos de 1h26. Ainda estava dentro da meta, mas já lidando com desconforto em vários pontos. A partir dali, cada quilômetro virou um cálculo. Eu ficava o tempo todo fazendo conta na cabeça, tentando garantir que o sub 3 ainda era possível.

Do km 32 em diante, a briga ficou mais mental do que física. A dor na virilha até sumiu, mas o pé e a coxa continuavam ali, lembrando a cada passo que nada seria fácil.

Quando cheguei no km 39, percebi que tinha uma pequena margem de tempo. Não era grande coisa, mas era suficiente pra tomar uma decisão. Em vez de apertar mais, preferi aliviar um pouco o ritmo. Passei a correr entre 4:45 e 5:00 por quilômetro. Não valia a pena arriscar piorar tudo naquele ponto.

E então veio aquele momento que todo maratonista espera.
Eu avistei o pórtico de chegada.
Ali eu tive certeza. Não precisava mais calcular nada, não precisava mais segurar nada. Era só chegar.

Cruzei a linha de chegada com o tempo líquido oficial de
2h54min36seg, confirmando mais uma vez o sub 3.

Minha chegada.


O corpo estava cansado, sentindo cada dor que apareceu no caminho. Mas por dentro, a sensação era outra. Era felicidade pura. Aquela satisfação de saber que, mesmo sem estar no melhor preparo, mesmo com todos os problemas, eu consegui.
Sexta maratona concluída. Quinta abaixo das 3 horas.

Recebi a medalha, e o staff que me entregou ainda confirmou com um sorriso: - 
“É sub3.”
Eu só agradeci e segui.

Depois encontrei a galera dos Baleias, conversamos bastante, demos risada, tiramos fotos no Bar Belmonte… aquele clima que só quem corre sabe como é.

E no fim do dia, voltei pra casa do meu irmão em Jacarepaguá andando todo travado, parecendo um robocop. 
Mas feliz. rsrs
Porque mais uma maratona tinha entrado pra conta. Mesmo sem saber, naquele momento, que aquilo era só o começo de uma grande jornada.


📖 Continua na série: Tutta e suas 50 maratonas.









domingo, 26 de dezembro de 2021

Corrida Nº 207 - Maratona Internacional do Rio de Janeiro (15nov2021)

... Postagem atrasada ...


Sem uma preparação adequada nos últimos 45 dias para encarar uma maratona, mesmo assim eu fui me desafiar na Maratona Internacional do Rio de Janeiro e o resultado não poderia ser diferente, se não o pior dentre as minhas 21 maratonas oficiais completadas.

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"A corrida nem sempre é para o mais rápido. Mas sim, para aquele que continua correndo ..."!
Ou andando. kkkkk



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 207
Nome da prova: Maratona Internacional do Rio de Janeiro
Cidade: Rio de Janeiro-RJ
Data: Segunda-feira, 15 de Novembro de 2021
Distância: 42,2kms
Tempo: 3h57min28seg
Média por quilômetro: 5min36seg
Colocação geral: 630º lugar
Atletas no geral: 1.545 corredores
Colocação na faixa etária 40/44 anos: 169º lugar
Atletas na faixa etária: 357 corredores
Número de peito: 1935


Fiz excelentes treinos no mês de setembro e completei dentro do previsto a Meia Maratona Univel em Cascavel no dia 10 de outubro. Mas, não dei  uma sequência legal no treinamento após essa prova. Rodei apenas 100kms no mês de outubro e no início de novembro peguei um resfriado e fiz apenas dois treinos leves de 12kms.

Pedalei bastante nesse período (outubro/novembro). Mas, não foi o suficiente para fazer uma boa "reestreia" em maratonas oficiais depois de praticamente dois anos sem correr essa distância em uma prova oficial e presencial por conta da maldita pandemia do covid-19.
É claro que, as quase 23 horas de viagem também pesaram um pouco.
Outro erro foi o de ter saído mais forte do que o pretendido.

Mas, vamos do início...

Saí de Ubiratã com destino ao Rio de Janeiro na sexta-feira dia 12 de novembro de 2021 às 19 horas.
Com problemas no ônibus, durante as primeiras horas de viagem tivemos que parar e trocar de condução em Londrina.
Menos mal, pois este segundo ônibus era bem mais confortável do que o primeiro.
Mas, a viagem foi longa demais. O ônibus passava em muitas cidades e deve ter dado mais de 1.500kms percorridos.

Cheguei na rodoviária Novo Rio no Rio de Janeiro somente às 17:30h do dia 13. Ou seja, 22 horas e 30 minutos de viagem.
Muito cansativo. 

Me encaminhei direto para um hotel bem simples onde dormi até quase às 10 da noite. Nem jantei naquele dia. Apenas comi alguma coisa que havia levado de casa. Tomei banho e voltei a dormir e só acordei às 08:30h do dia 14. Domingo.

Tomei o meu café, fiz check'out no hotel. Assisti uma missa na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro e me encaminhei para a Marina da Glória retirar o meu kit.
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Já após a Missa na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro.


Com o kit em mãos, segui para o hotel Vitória, que ficaria mais perto da largada e chegada da prova no dia seguinte, e após fazer o check-in às 13 horas fui almoçar e retornei ao hotel para descansar mais um pouco. 

Estava até com planos de assistir Fluminense e Palmeiras no Maracanã pelo Brasileirão. Mas, acabei mudando de ideia e passei parte da tarde e início de noite com alguns amigos Baleias.


Eu, Carlos Bento, Shriley, Izabel, João, José Maia e Tinil.

Retornei ao hotel por volta das 21 horas e cerca de uma hora depois fui dormir, pois precisava acordar às 4. Porque as largadas começariam às 5 da manhã. No entanto, o meu setor, que foi o amarelo, largou às 5:20h.


Acordei bem cedo e cheguei no local da largada bem antes das 5 da manhã
Na ida encontrei com o Tinil e fomos conversando e antes da largada ainda encontramos com o Júlio Cordeiro e pouco depois adentrei ao meu setor e antes de de iniciar a prova ainda reencontrei o Carlos Bento com a Shirley e em seguida com o Maia e pouco depois foi dada a largada da onda amarela.


Com o Tinil (3h30'00) e Júlio Cordeiro (4h29'39).
Ambos com mais de 100 maratonas cada um.
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Me encaminhando para o setor de largada.
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Já dentro do setor amarelo aguardando a largada.


Larguei num ritmo bem tranquilo, pois eu não havia feito treinos adequados nos últimos 45 dias.
No entanto, por volta do quilômetro 5 emparelhou comigo um atleta de Sete Lagoas-MG e me perguntou pra quanto eu queria fechar a prova. Disse que o objetivo era 3h30 e ele me disse que então eu estava muito modesto, pois ele queria fechar com 2h59 e vinha mantendo o ritmo que daria o sub-3h.

Até respondi que então eu precisaria diminuir. Mas, não diminui. Não vinha fazendo esforço algum para manter o ritmo entre 4'10 e 4'15 que estávamos correndo. E fui seguindo com ele.

Em determinado momento ele me disse que se não conseguisse fazer com 3 horas era pra mim puxar ele. Mas, r
espondi dizendo que eu não havia treinado para o sub-3h e que mais cedo ou mais tarde eu teria que diminuir o ritmo.


Com o atleta de Sete Lagoas-MG, Álvaro Carvalho, que fazia a sua estreia em maratonas e graças a Deus conseguiu o seu objetivo de fechar sub-3 (2h55'42). Parabéns.

Mas, demorou um pouco para que eu pudesse me dar conta que aquele ritmo forte poderia me prejudicar lá no final. E após o km 24 eu disse para ele seguir porque eu precisava diminuir, pois eu já vinha fazendo algum esforço para manter o ritmo.
Desejei boa prova pra ele, ele retribuiu e seguiu.

Logo fizemos o retorno lá no Leblon e ele já havia aberto uns 400 metros de distância.
Todo o meu retorno foi meio sofrido.
O ritmo caiu drasticamente.
Vinha rodando próximo aos 5 minutos por quilômetro e logo precisei dar uma caminhada de uns 100 metros e depois começou a ser constante até que cheguei no km 34 e o corpo não conseguia mais manter-se correndo. 
Tinha fôlego. Faltavam pernas.
Estavam muito doloridas. E qualquer movimento mais forçado queria dar câimbras.
O jeito então era caminhar e logo muitos corredores começaram a me passar.
Alguns até me incentivavam a voltar a correr. Mas, eu não estava em condições e dizia que não dava.
E não dava mesmo. rsrs

Até tentei dar um trotezinho na saída de um túnel quando avistei um fotógrafo fazendo fotos e queria sair, menos 'feio' na foto.
Mas, mal dei dois passos e deu câimbras no pé esquerdo. E ficou meio torto por uns 5 minutos. Kkkkk 
Não conseguia ter forças para endireitá-lo. E tive que caminhar com ele meio "aberto pra fora" até amenizar a câimbra.

Depois disso nem fiz mais movimento de corrida e segui caminhando mesmo.
Só fui "ensaiar' um trote faltando uns 400 metros para o final e só fiz isso de tanto o público incentivar e para não passar a linha de chegada caminhando. rsrs
 Porém, o ritmo de corrida era tão lento quanto uma caminhada.

E assim cruzei a linha de chegada da minha 21ª maratona oficial com o pior tempo dentre todas 3h57'28.
Mas, satisfeito por poder ter voltado a completar uma maratona presencial depois de praticamente 2 anos devido à pandemia.

No entanto, durante a pandemia eu fiz alguns treinos de 42kms (6 ou 7) uma maratona virtual, além de alguns treinos de 50, 51, 52, 53 e 62kms.

Mas, enfim. Cada momento é um momento e foi isso que deu para fazer no Rio de Janeiro naquele dia 15 de novembro de 2021.

Após completada a prova, peguei minha medalha e o lanche (duas bananas, duas maçãs, uma barra de cereal e um Gatorade) e fui descansar. Mas, logo precisei dar uma "corridinha" no ambulatório médico devido a umas tonturas, náuseas e um pouco de calafrio devido a queda da temperatura. Por sorte foi só um pequeno susto e não agravou. Pois, se agradasse eu estaria perdido, pois achei o atendimento muito lento e fraco. Mas, enfim... nem vou me alongar muito nisso e depois do susto fui para beira da praia ver os aviões pousaram e decolarem do aeroporto Santos Dumont e após, já bem melhor, segui para hotel e sem ânimo e condições físicas para tomar um banho, me deitei daquela forma mesmo na cama e somente lá pelas 13 horas e que consegui coragem para me levantar e ir tomar o banho.

Saí para almoçar depois disso e após o almoço fui encontrar os Baleias que ainda estavam no Rio
 e mais tarde nos despedimos e cada um tomou o seu rumo.

Eu voltaria para casa somente no dia seguinte onde aproveitei e fiz uma caminhada até o aeroporto, Museu do Amanhã e na praia próxima a Marina da Glória.

Voltei para o hotel às 11 horas, fiz check'out, almocei e me encaminhei para a rodoviária Novo Rio e embarquei às 13 horas para Cascavel onde cheguei às 13:40h de quarta-feira. Ou seja, quase 24 horas de viagem.

Em Cascavel, aproveitei para pegar o meu passaporte na Polícia Federal e ao retornar à rodoviária encontrei com o amigo Tite de Corbélia que estava comprando a sua passagem para a São Silvestre e voltei com ele até Corbélia e à
s 18 horas embarquei em definitivo para Ubiratã onde cheguei às 19:30h.

E assim se foi mais uma corrida na vida deste atleta amador que vos escreve.


Segue abaixo algumas fotos.

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Meu numeral.
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No hotel.
Momentos antes de me encaminhar para o local da largada.
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Próximo ao Museu do Amanhã.
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Passando ao lado do Museu do Amanhã.
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No início tudo vai bem.
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Aqui já estava começando a sofrer para manter o ritmo.
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Em certos momentos parecia estar bem. Mas, ...
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Após o retorno fiquei sozinho e daqui pra frente foi só sofrimento.
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Sol, calor e hidratação só com água não dá.
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A quebra é inevitável.
É claro que a péssima preparação também ajuda nestes casos de quebra. rsrs
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E do km 34 em diante foi assim ...
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A linha de chegada parece não chegar nunca.
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E depois de quase 4 horas de sofrimento, enfim o momento de glória.
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Tempo oficial líquido da minha 21ª maratona oficial: 3h57'28.
Colocação geral: 630 de 1.545 concluintes.
Faixa etária 40/44 colocação: 169 de 357 concluintes.
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Após a prova.
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A medalha mais sofrida.
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Durante a parte final da maratona ainda reencontrei um dos Baleias que não via a muito tempo.
Marcelinho. Ele completou a maratona com 3h37'47. E isso depois de ter feito a meia maratona no dia anterior.
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No Aeroporto Santos Dumont.
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Igreja da Candelária.
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Praia próxima à marina da Glória.
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Os 10 primeiros colocado no geral masculino nos 42kms.
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Minha colocação.
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Certificado de conclusão da prova.
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Agradecimentos:

Primeiramente sempre a Deus pelo dom da saúde e por me proporcionar  momentos únicos em cada competição que participo.
Agradecimento também às varias pessoas que seguem o meu canal de loterias no YouTube (Canal Pé Frio Loterias) por terem contribuído para que eu pudesse estar presente nesta prova.



Despesas:

Inscrição: R$ 189,90
Passagens: R$ 517,60
Hotel: R$182,00
Transporte: R$ 75,00
Alimentação: R$ 165,00
Outros: R$ 10,00

Total: R$ 1.139,50


Tutta Maratonista ...