quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Corrida Nº 172 - 6ª Etapa do Circuito de Corridas de Goioerê - 09dez2018

.
... Postagem atrasada ...
.

.
Querendo vencer mais uma corrida no geral, lá fui eu para a cidade de Goioerê, cidade vizinha aqui de Ubiratã.
Sabia que a prova lá era bem simples e fraca no quesito 'performance' dos atletas.
Haja vista que, o vencedor das últimas duas etapas era um amigo meu da cidade de Corbélia e eu havia chegado na frente dele em todas as vezes que participamos de uma corrida juntos.
Não quero aqui dizer que ele corre mal não. Pelo contrário. No último ano ele melhorou e muito o seu desempenho. Porém, eu ainda consigo chegar na frente dele nas nossas disputas particulares. Só não sei até quando isso vai durar. rsrs
Mas, sabendo que eu tinha chances de vencer mais uma no geral eu não podia deixar escapar esta oportunidade. rsrs


Segue abaixo os dados gerais da prova



Prova número: 172
Nome da prova: 6ª Etapa do Circuito de Corridas de Goioerê
Cidade: Goioerê-PR
Data: 9 de dezembro de 2018
Distância: 9,6kms
Tempo: 35min10seg
Media por quilômetro: 3min39seg
Colocação geral: 1º lugar
Atletas no geral: 13 corredores
Pódios na faixa etária: 53
Pódios no geral: 27
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 80
Número de peito: 402



A princípio iríamos em quatro atletas de Ubiratã para a prova que tinha inscrição gratuita e podia-se fazer na hora. Mas, dois desistiram em cima da hora e acabamos indo somente o Júlio César e eu, além da minha esposa Cileide que foi como acompanhante, e desde já quero deixar o meu agradecimento pelo translado ao "Juninho" como ele é conhecido aqui.

Chegamos próximo das oito da manhã ao local e havia pouquíssimos atletas.
Depois ficamos sabendo que a cidade, que não é muito grande, estava tendo três eventos esportivos naquele mesmo dia. Uma caminhada, um evento de mountain bike e esta corrida. E com isso os atletas se dividiram.

Ao chegarmos pegamos os nossos numerais que eram "confeccionados" na hora, com tecido tnt, e fomos nos preparar para a corrida.
Troca de camiseta, aquecimento, etc, etc, etc...
Antes, porém, acabei tendo um "dedinho" de prosa com o Tite, o tal amigo de Corbélia que citei acima, e com outros corredores da cidade dele.

Por volta das 08:15h foi dada a largada com menos de 25 corredores somado o masculino e o feminino.
Achei estranho por não haver batedor.
Antes da prova o Tite já havia me alertado para isso e que era preciso ficar atento aos cones, pois haviam marcações próximo deles indicando o caminho a seguir.

Dada a largada tem sempre uns "loucos" que disparam na frente. Como eu não conhecia o real ritmo destes "loucos" fui no embalo deles. De um deles, mais precisamente.
No entanto, o Tite também já havia me alertado para isso antes da prova e fomos nós dois num mesmo ritmo.
Com menos de dois minutos depois da largada eu e o Tite já dividíamos a liderança da prova e por duas ocasiões eu ia passando direto. Mesmo vendo os cones. Por sorte estava junto com o Tite e ele apontou a direção a seguir nas duas ocasiões. Somente num terceiro cone foi que reparei no chão a flecha apontando para onde deveria virar.

Completamos o primeiro quilômetro com 3 minutos e 16 segundos. Bem forte.
No segundo marcamos 3 minutos e 30 segundos e dali em diante já comecei a ganhar alguns metros de vantagem do Tite que vem numa evolução fantástica neste último ano (2018).
O terceiro quilômetro completamos com 3 minutos e 39 segundos e na sequência pegamos uma forte e longa subida e com vento contra e ali abri imensa vantagem mesmo completando o quilômetro quatro com 4 minutos e 12 segundos.
Pouco depois completei a metade da prova passando pelo local da largada e não vi ninguém no local. Todos estavam dentro da Biblioteca Municipal. Só saíram quando eu já estava passando. rsrs

O Tite havia ficado bem para trás e sem ninguém mais para ameaçar a minha vitória procurei não quebrar muito o ritmo e segui para a vitória completando os 9,6kms do percurso com o tempo de 35 minutos e 10 segundos.
O Tite chegou bem depois na segunda colocação seguido do seu amigo, Carvalho, para fechar o pódio geral e o ubiratanense Juninho foi o quarto colocado.

Uma coisa que achei errado na prova foi a dupla premiação. Ou seja, quem subiu no pódio geral, também subiria nas categorias. A princípio até comentei sobre isso, mas me informaram que já começaram o circuito dessa forma e não iam mudar isso no meio da disputa. Ou no caso, na última etapa do ano.
Espero que em 2019 voltem com este circuito e que mudem o formato de premiação. Pois, assim dará oportunidade para outros corredores sentirem o gostinho de estar no pódio.
O legal também seria ter medalhas de participação. Coisa que não houve em toda as seis etapas deste circuito e só ganharia quem subisse ao pódio. Menos mal que para os atletas de Goioerê foi entregue troféus para os melhores do circuito em suas respectivas categorias.

E após os meus dois pódios, campeão na categoria e no geral voltamos para casa.
E assim foi mais uma corrida na vida deste atleta amador que vos escreve.


Segue abaixo algumas fotos:
.

Antes da prova.

.
.

Júlio César, eu, Tite, Carvalho, Rodrigo e sua mãe.
.
.


Os poucos atletas perfilados para a largada.
.
.


Chegando para completar a prova como campeão geral com o tempo de 35 minutos e 10 segundos para os 9,6 quilômetros do percurso.Já comentei outras vezes que preciso contar o número de vezes que venci no geral. Ainda vou ficar devendo desta vez. Não tive tempo de contar. rsrss
.
.


Pódio da categoria 40/49 anos.
Pódio número 53 na faixa etária e 79 no total.

.
.


Pódio geral.
2º Tite, 1º eu, 3º Carvalho.
Pódio número 27 no geral e 80 no total.

.
.


Acima a chegada do ubiratanense 'Juninho' e abaixo ele no pódio da categoria 30/39 anos.
.
.


O Juninho e eu após o pódio.
.

.


As medalhas.
A segunda dá pra perceber que foi sobra de outras etapas, pois tem uma mancha de tinta preta bem no local que indicava a etapa. rs

.
.


O numeral confeccionado com tecido tnt.
.
.


Vídeo com a chegada dos 13 atletas da prova masculina.
Lembrando que a prova feminina foi apenas uma volta. Ou seja, 4,8km.






Agradecimentos:
A Deus em primeiro lugar pelo dom da saúde.
A Academia Boa Forma pelo trabalho de fortalecimento.
Ao Júlio César pela carona.
A minha esposa Cileide que torce por mim e me acompanha sempre que dá.
E a todos os amigos e inimigos que torcem, ou deixam de torcer por mim. Que Deus lhes permitam muita paz, saúde e sucesso...


#tuttamaratonista

domingo, 13 de janeiro de 2019

Corrida Nº 171 - Maratona de Curitiba - Curitiba-PR (18nov2018)

.
Com apenas dez semanas de preparação, sendo que uma delas ainda foi perdida por conta de uma contusão durante uma partida de futebol, eu não poderia me cobrar muito na Maratona de Curitiba deste ano de 2018.
Ainda assim, fiz o meu segundo melhor tempo das quatro participações que fiz na capital paranaense.


"O sucesso nasce do querer, da determinação e da persistência em se chegar a um objetivo. E que mesmo não se atingindo o alvo principal, quem busca vencerá obstáculos e conquistará coisas incríveis e memoráveis."



Segue os dados gerais da prova:
Prova número: 171
Nome da prova: Maratona de Curitiba
Cidade: Curitiba-PR
Data: 18 de novembro de 2018
Distância: 42,2kms
Tempo: 3h09min50seg
Media por km: 4min29seg
Colocação geral: 126º lugar
Atletas no geral: 2.222 atletas concluintes
Colocação na faixa etária de 40 a 44 anos: 16º lugar
Atletas na faixa etária: 429 atletas concluintes
Número de peito: 394



Esta foi uma das piores preparações que fiz para uma maratona.
O fato de eu ter lesionado o joelho em junho e os longos três meses que levei para recuperar contribuíram para isso.
Quando estava recuperado, haviam apenas dez semanas para a prova e fiz algo que seria condenado por qualquer médico ou treinador que era, sair de um período lesionado e já de cara iniciar um treinamento para uma maratona. Mas, eu sabia o que estava fazendo. E se eu me complicasse ainda mais, seria por minha conta e risco.
Dizem que quem não arrisca não petisca, então eu arrisquei.

Porém, ainda assim, fiquei com receio de não dar conta de completar a prova.
Não sentia mais a lesão, mas o longo período de recuperação me tiraram toda a velocidade e principalmente a resistência que eu tinha.
No início estava sendo super, hiper, mega difícil fazer treinos acima de dez quilômetros. Mas, com o passar das semanas fui ganhando resistência novamente.

Fiz uma meia maratona nas três fronteiras (Paraguai/Brasil/Argentina) abaixo de 1h24 e isso me animou bastante. No entanto, em termos de treinos longos eu não conseguia encaixar nenhum.
O mais longo que fiz foi um treino de 28kms e cheguei exausto em casa.
Nas últimas duas semanas, devido a pancada que levei num futebolzinho de final de semana encaixei alguns treinos de bike. Um deles chegando a 100km na quinta-feira, quase véspera da prova.
Na semana que antecedeu a corrida recebi um incentivo extra de uma amiga ultra-maratonista de Cascavel, Vanuza, e isso me motivou a ir e correr a prova.

Apesar de não ter tido uma meta ousada, sub-3h, por exemplo, queria completar abaixo de 3h49min59seg. Tempo este que me daria direito a um Diploma de Maratonista que é elaborado pela Revista Contra Relógio.
Como eu não tinha participado de nenhuma maratona oficial no Brasil este ano, esta seria a minha última oportunidade e eu não poderia ficar sem este diploma justamente no ano em que completei 10 anos da minha primeira maratona.
Se eu ia conseguir ou não, isso já era outros 'quinhentos'. rsrs
Mas, a princípio o ritmo seria tranquilo, 5min27seg por km.

Porém, a perca do ônibus que me levaria para Curitiba na sexta-feira a noite complicou um pouquinho.
Comprei a passagem, mas não conferi o horário. Como em 2017 o ônibus saiu as 21:45h, achei que o horário seria o mesmo. Mas, mudaram.
Anteciparam em uma hora e só fiquei sabendo quando cheguei na rodoviária e vi tudo fechado e apagado.
Conversei com um guarda que faz a segurança noturna do local e ele me disse da mudança de horário que foi confirmada ao ver a passagem.
No momento eu não tive o que fazer a não ser voltar pra casa.
Antes, porém, usei o Wi-fi da própria rodoviária e entrei no site da empresa de ônibus e conferi os horários e verifiquei que havia um para a manhã do dia seguinte.

Mal abriu a rodoviária no sábado de manhã e eu já estava lá na porta.
Conversei com o atendente e ele me disse que só poderia remarcar a passagem com três horas de antecedência para o embarque, mas faltava apenas uma hora e não tinha jeito.
Só poderia remarcar para o final da tarde. Mas, eu não poderia chegar em Curitiba no domingo de manhã e a uma hora antes da corrida. Eu acho que nem conseguiria correr. Sem contar que eu perderia a diária do hotel que já estava paga.
Daí ele deu uma ideia de remarcar em branco aquela passagem perdida para usar em outra ocasião e comprar uma nova. Foi o que fiz. E embarquei as 07:25h da manhã de sábado dia 17 de novembro, véspera da corrida.


Quanto ao kit, não daria tempo para chegar em Curitiba e retirá-lo. Por sorte, eu fiz muitos amigos nestes quase 20 anos de atletismo e tenho dois grandes amigos da equipe Baleias que moram na capital (Ezilda e Waldeci) e eles fizeram a gentileza de pegar pra mim e deixar no saguão do hotel.
Agora era só tentar descansar um pouco mais para chegar bem de viagem lá na capital.
Viagem esta que demorou mais de dez horas e cheguei em Curitiba quase seis da tarde e fui direto, e a pé, para o hotel e já em seguida saí para jantar e logo retornei e por volta das 22 horas fui dormir.


Camiseta e numeral da prova.


Acordei as 5:00h da manhã. Aliás, quase nem consegui dormir, tamanho era o barulho de carros e pessoas nas ruas próximo ao hotel.
Antes das 5:30h desci, tomei o meu café da manhã e encontrei dois grandes amigos no refeitório. Carlos Bento de Belo Horizonte que iria fazer sua 98ª maratona, se não me falha a memória, e Walter Barbosa de São Bernardo do Campo. Ambos estavam acompanhados. Um com uma amiga e o outro com a esposa, respectivamente. Conversamos um pouco e em seguida nos despedimos e cada um foi para o seu quarto e em seguida para a largada da prova.

Antes da largada ainda houve tempo para um encontro com mais amigos onde registramos o momento com uma foto e logo em seguida todos procuraram se perfilar na avenida em frente ao Palácio do Governador, que agora não em recordo o nome. rs


Waldeci, Izabel, Carlos Bento, Shirlei - amiga do Carlos, Ezilda, esposa do Júlio, Júlio Cordeiro, Paulo Picanha e eu lá no fundo.
Autor da foto: João - marido da Izabel.


Como as pretensões eram menores que em 2017, me perfilei lá no fundão.
Dada a largada, demorei quase quatro minutos para cruzar a linha e iniciar em definitivo a minha corrida.
Procurei não sair forte demais, porém, não muito devagar também.
O objetivo era manter um ritmo médio de no máximo 4min30seg por quilômetro até a metade da prova, ou até um pouco mais. Pois sabia que poderia quebrar bastante no final e aí seria a hora de administrar o tempo ganho no início para assim chegar no objetivo que era conquistar o diploma da revista Contra relógio.

Havia previsão de chuva para a prova. Mas, veio apenas um chuvisqueiro a partir do quilômetro 16 e esse persistiu por mais ou menos uma hora e meia. A tarde, após a prova, aí sim, caiu água com força.
Mas, vamos por partes.

Dada a largada saí caminhando até cruzar a linha e depois fui num trotezinho bem leve, pois a quantidade de atletas era enorme naquele início.
Passei a marca do primeiro quilômetro com 4min08seg. Ritmo esse que me daria mais um sub-3h na maratona. Mas, sabia que este objetivo era ousado demais para quem não havia feito uma preparação adequada.
Mas, segui perto deste ritmo por um bom tempo.
Passei a marca dos 10kms com 42 minutos cravados.


Depois do quilômetro 10 o ritmo caiu um pouquinho. Na verdade nem tentei manter o ritmo inicial.
Apesar da queda do ritmo eu estava bem e a media por quilômetro não ultrapassava os 4min30seg, com exceção do km 11 que foi de 4'40.
Por volta do km 16 começou um chuvisqueiro e nesse momento alcancei e ultrapassei um atleta que seguia como marcador de ritmo para 4'45 por km. Ele seguia mais forte que o normal. Bem como o atleta dos 4'30 que alcancei e o ultrapassei por volta do km 23.

Passei na marca da meia maratona com cerca de 1h32 e seguia tranquilo.
Cheguei no vigésimo oitavo quilômetro e lembrei que esse havia sido a distância do meu maior treino para esta prova. Isso me preocupou um pouquinho, pois não sabia o que poderia acontecer dali para frente. No entanto, eu me sentia bem fisicamente e tinha tempo de sobra para alcançar o objetivo. Quase duas horas para apenas 14 quilômetros. Até caminhando eu conseguiria completar dentro do tempo limite da minha faixa etária e assim conquistar o diploma de maratonista de 2018. Mas, caminhar não era o objetivo. Alias, me surpreendi nessa maratona. Apesar dos poucos treinos, corri sem caminhar um metro sequer. É claro que, a temperatura sempre ali abaixo dos 20 graus a chuvinha que caiu ajudou bastante.

Lá no km 35 avistei o amigo Sérgio Rocha do Canal Corrida no Ar. Nós havíamos sido marcadores de ritmo numa meia maratona em Pomerode em Santa Catarina no ano de 2012 quando ele trabalhava na revista Contra Relógio.
Alcancei ele no quilômetro seguinte conversamos um minutinho e segui. Ao avistar um fotógrafo, diminuí o meu ritmo para fazermos uma foto juntos e na sequência segui.


Amigo Sérgio Rocha do Canal Corrida no Ar no Youtube.


Num retorno, quase no km 38 avistei outro amigo, desta vez o André Savazone da Revista Contra Relógio. Cumprimentei ele, mas por estar concentrado na prova ele acabou não me vendo. Acelerei e o alcancei em seguida e segui no ritmo dele os últimos quatro quilômetros relembrando a parceria que fizemos em Pomerode onde fui parceiro de ritmo com ele.


Com o amigo André Savazone.


Nos últimos metros acelerei um pouquinho e cruzei a linha de chegada da minha 16ª maratona (das 17 oportunidades que tive em provas de 42kms) com o tempo de 3h09min50seg e conquistei o meu Diploma de Maratonista de 2018.


Completando com o tempo líquido de 3h09min50seg.

Curiosidade: somando o tempo dá 17 (3+9+5) e esse é o número de maratonas que eu participei. Porém, completei apenas 16. Uma eu abandonei no km 38. Mas, não deixei de participar. Apenas não completei. rs
.
.

Colocação 174 de 1.061 atletas que ingressaram na faixa etária 40/44.



Na sequência, cumprimentei parabenizando o André pela prova e saí, peguei minha medalha, lanche e sorvete e fui para um canto me hidratar e descansar um pouco.
Depois, após fazer alguns registros fotográficos, me encaminhei para hotel onde descansei um pouco e a tarde fui caminhar por Curitiba.
Fui até a Torre Panorâmica. Na volta aproveitei a chuva para almoçar e em seguida fui ao encontro dos amigos Baleias e por volta das 18:30h me encaminhei para a rodoviária.


Visão de Curitiba da Torre Panorâmica
.
.

Confraternização pós-prova no Bar do Alemão



Acabei antes passando na Igreja Nossa Senhora de Guadalupe onde assisti o finalzinho da missa celebrada pelo Padre Reginaldo Manzotti e depois me encaminhei em definitivo para a rodoviária. Porém, demorei um 'bocado' para chegar até lá, pois acabei errando o caminho. Mas, no final deu tudo certo.
Embarquei as 21:15h e as 07:20h da manhã já estava em casa e logo em seguida, as 08:00 da manhã já estava no trabalho voltando à vida real. rs


No finalzinho da missa na Igreja Nossa Senhora de Guadalupe.


E assim, com quase dois meses de atraso, foi o relato da minha 16ª maratona completada.


Segue abaixo mais algumas fotos:



Saindo do hotel para mais uma maratona.
.
.

Shirlei em sua estréia, Carlos Bento para sua 98ª e eu para a 17ª.
.
.

Carlos Bento, Izabel e eu.
Belo Horizonte-MG, Brasília-DF e Ubiratã-PR.
.
.

Izabel, Paulo Picanha, Eu, Carlos Bento e João.
.
.

A galera toda.
.
.

Museu Oscar Niemayer - quase no início da prova.
.
.

Acredito que aqui seja antes da metade da prova.
.
.

Já bem mais pra frente da metade.
.
.

Em torno do km 30, mais ou menos.
.
.

Por volta do km 41 em descida sentindo mais dores do que em subida.
.
.

Km 42 quando o André pega o seu filho pela mão para completar os 195 metros finais com ele.
.
.

Nos últimos metros onde já começo a deixar o André mais para trás e destravo a tela do celular para parar o exercício do Strava que marcou 43kms. rs
.
.

Finalizando a prova com o segundo melhor tempo das quatro participações em Curitiba.
.
.

Mais uma maratona concluída.
.
.

Tempo e distância marcado pelo Strava.
.
.

Minha colocação geral, faixa etária e tempo bruto e líquido.
.
.

Os 10 primeiros no geral masculino.
.
.

As 10 primeiras no geral feminino.
.
.

A bela medalha da prova.
.
.

Videozinho do percurso feito pelo relive.cc




Agradecimentos:
Sempre e em primeiro lugar a Deus pelo dom da saúde.
Agradecimento também à Academia Boa Forma de Ubiratã.
À minha esposa, família e amigos que me incentivam a todo instante...


Abraços e até a próxima...



#tuttamaratonista

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Corrida Nº 170 - Mini Maratona dos Jogos Abertos Municipais - Jamu's - Ubiratã-PR (14nov2018)

.
Pelo fato de eu não ter participado de algumas provas de pista nos Jogos Abertos Municipais aqui em Ubiratã, a minha equipe (Panorama) acabou perdendo a segunda colocação geral dos jogos e para tentar "compensar" isso que fiz, resolvi participar da última prova. A tal Mini-Maratona.

.
Vencer é uma mistura de luta, esforço, otimismo e principalmente não desistir nunca...



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 170
Nome da prova: Mini-Maratona dos Jogos Abertos Municipais - Jamu's
Cidade: Ubiratã-PR
Data: 14 de novembro de 2018
Distância: 4,6kms
Tempo: 16min01seg
Media por quilômetro: 3min28seg
Número de atletas: não divulgado
Equipe Representada: Panorama (Conj. Novo Ubiratã, Parque do Lago e Ipê e Jardim Panorama)



Devido a bagunça feita nas provas de pista dos Jogos Abertos Municipais aqui em Ubiratã neste ano de 2018, eu acabei ficando muito insatisfeito com os organizadores e acabei não participando de algumas provas de pista e isso acabou custando a queda do Panorama, bairro que represento, do segundo para o terceiro lugar na classificação geral.
Para tentar redimir essa minha atitude feita, acabei aceitando o convite para correr e montar uma boa equipe para participar da última prova dos jogos intitulada como Mini-Maratona.

Não foi fácil, pois ninguém queria correr.
Uns diziam ter compromissos, outros estavam lesionados e outros por motivos pessoais não queriam participar. Enfim... Não foi nada fácil mesmo.
Porém, apesar de tudo eu tinha que dar o exemplo e fazer a minha parte.


No dia da prova apareceram várias pessoas. No entanto, foram apenas para participar e não para competir, pois diziam não ter velocidade para correr.
Os poucos que foram para competir tentei dar algumas dicas e partimos para a largada que teve mudança este ano e que também desaprovei e com isso o percurso foi reduzido.


No ano passado a largada foi na Avenida Nilza esquina com a Rua Brasília, praticamente em frente ao Banco do Brasil e seguia até a Avenida dos Pioneiros e voltava. Passava em frente ao banco e descia até a esquina com a Rua Ernesto Novais de Souza e fazia o retorno e finalizava em frente ao banco (local da largada).
Mulheres fazia uma volta (2.550 metros) e homens duas voltas (5.100 metros).

Já este ano a largada foi no centro da Praça Horácio Ribeiro, que também fica em frente ao banco e fazia praticamente o mesmo trajeto. A única diferença é que o retorno era feito em frente ao banco, não descendo até a rua Ernesto. Mulheres faziam uma volta (2.300 metros) e homens duas voltas (4.600 metros).
Essa mudança se deu porque alegaram que a lombada gigante que tem em frente à prefeitura quando se subia do retorno da rua Ernesto Novais de Souza era perigosa e os atletas podiam tropeçar e cair. Porém, aleguei que ela era menos perigosa do que as placas de pisos quebradas e soltas a menos de 30 metros de onde seria a largada e posterior chegada. Sem contar que tínhamos que descer e subir um meio-fio para sair da praça e entrar na rua.
Seria mais fácil alguém tropeçar e cair por ali do que na lombada que tinha toda uma sinalização no chão. Diferente do meio-fio e pisos quebrados que iríamos enfrentar logo na largada e depois na chegada. Todo cuidado era pouco ali.
Mas, enfim... Vamos para a prova assim mesmo.

Como previsto, a largada se deu as 19:15h e como no ano passado saí no meu ritmo e vários atletas começaram na minha frente. Bem como, dois garotos da APAE. Mas, ninguém seria páreo pra mim. Pelo menos enquanto não houver um incentivo maior e um apoio com instruções, treinos e criação de uma equipe de corredores por parte da Secretaria Municipal de Esportes de Ubiratã eu serei sempre imbatível em provas de media e longa distância por aqui.
Não tô aqui querendo me engrandecer. Mas, essa é a realidade da minha cidade e tenho um sonho de ver isso mudado antes de parar de correr.
Se eu parasse hoje, a representatividade competitiva na modalidade de atletismo do município em outras cidades pararia junto. E eu não queria que isso acontecesse.
Mas, infelizmente é a realidade do município.

E apesar de levar o município "nas costas" não tenho apoio da secretaria de esportes local.
Mas, isso não vem ao caso. Vamos seguir falando da prova...


Após dada a largada e ao sair da praça e entrar na avenida eu estava ali entre os dez primeiros e fui pegando um a um.
O Sassá, um garoto da APAE disparou, e assim como no ano passado, eu só fui alcançá-lo próximo ao Banco Itaú. Uns 800 metros após a largada e mais uns 100 metros depois assumi a liderança da corrida e segui para a vitória sem grandes preocupações.

Um atleta que poderia me dar um pouco mais de trabalho era o Clodoaldo Prestes de Juranda que foi convidado à participar dos jogos por trabalhar em uma empresa abatedora de frangos em Ubiratã.
Sabendo disso procurei manter um ritmo forte desde o início.
Passei o primeiro quilômetro com 3min17seg.
Após o primeiro retorno eu estava a uns 50 metros de distância dele e continue firme.
Pouco depois completei o quilômetro dois com 3min27seg e segui para fechar a metade da prova. Acabei não olhando o tempo nesse momento, mas a distância havia aumentado.

Lá em cima no último retorno, na Avenida dos Pioneiros, eu estava mais de 200 metros de vantagem e o que fiz foi apenas administrar essa distância na volta para cruzar a linha de chegada com o tempo de 16 minutos e 1 segundo.

Apesar da minha vitória, que garantiria 10 pontos para a minha equipe, eu tinha que torcer para não ter dois atletas do Bairro Josefina entre os seis primeiros colocados, pois, isso não nos garantiria mais o vice campeonato dos jogos municipais.

Então fui aguardando a chegada dos atletas e um minuto e seis segundos depois chegou o Clodoaldo que representava o Distrito de Yolanda e marcou 7 pontos para eles.
Em seguida veio o Baiano do Josefina marcando 5 pontos e a preocupação aumentou.
Mas, por sorte deu tudo certo. Em quarto lugar chegou o Júlio César da Recife, Roni também da Recife  em quinto e Manu do Boa Vista sexto lugar. 3, 2 e 1 pontos, respectivamente.
Com isso passamos o Josefina em 1 ponto. Mas, eu havia esquecido de um detalhe importantíssimo: A prova feminina.

Ao lembrar deste "detalhes" fui imediatamente fui ver o resultado com o pessoal da Secretária de Esportes e fiquei aliviadíssimo ao ver duas atletas do Panorama entre as seis primeiras colocadas e nenhuma do Josefina.
Enfim, o segundo lugar geral dos Jamu's 2018 era nosso. Era do Panorama.
Inclusive a confraternização está acontecendo hoje. Eu acabei não indo. Acho que não fiz por merecer.

Após a prova naquele dia. Todos foram convidados a irem no Ginásio de Esportes para a demorada cerimônia de premiação que foi criticada até pelo prefeito que alegou que a premiação das modalidades deveriam ser entregues no ato do término da modalidade e não no último dia, como é feito desde o ano passado, pois assim a demora é demais.
Concordei com ele. Mas, isso parece não entrar na cabeça do secretário de esportes.

No momento da entrega da premiação para as equipes o ginásio já estava vazio.
Nem mesmo os atletas esperaram até o final. Uma pena.

E assim foi...


Segue abaixo algumas outras fotos:

.
Parte dos corredores que representaram o Panorama nesta última prova dos Jogos Municipais.
.
.

Largada.
O Sassá é este primeiro disparando aí na frente.
O segundo também estuda na APAE de Ubiratã.
.
.

Quase chegando para a vitória
.
.

Mais uma vitória nos Jogos Abertos Municipais.
Até já perdi as contas de quantas vezes venci a última prova do Jamu's. rsrs
Vou pesquisar nas minhas anotações e depois reedito aqui.
.
.

Meio bagunçado, como o evento em si, o pódio da mini-maratona.
O de branco sou eu - CAMPEÃO
O de amarelo é o Clodoaldo - VICE
O de verde está representando - 3º Lugar
Os de azul são o Júlio e o Roni - 4º e 5º Lugares e o 6º não compareceu.
.


Classificação.
Infelizmente não marcaram os tempos de ninguém.
O pessoal tem muito o que aprender.
.
.

O pódio feminino.
Só quatro atletas apareceram.
A de azul estava representando a Pirinha. Bi-campeã da Mini-Maratona.
.
Essa foi a classificação feminina.
.
.

O troféu de vice-campeão da equipe Panorama.
.
.

Com o Vanderlei que insistiu para que eu participasse dos jogos estes ano.
.
.

A medalha.
Igual a do ano passado. Porém, este ano não veio o nome da modalidade disputada.
.
.

E a classificação final do Jamu's 2018 ficou assim...




Agradeço a Deus por mais esta prova e um abraço a todos que me acompanham.