quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Corrida Nº 187 - Maratón Internacional de Asunción - Assunção-PY - 25ago2019

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Não foi o meu melhor tempo em maratonas.
Nem tão pouco a minha melhor colocação em uma corrida de rua.
Mas, com certeza esta foi a maior, ou, na pior das hipóteses, uma das maiores conquistas que já tive na minha carreira de atleta amador no atletismo...

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"Nenhum obstáculo será grande, se a sua vontade de vencer for maior!"



Segue os dados gerais da prova:

Prova número: 187
Nome da prova: Maratón Internacional de Asunción - MIA 2019
Cidade: assunção - Paraguai
Data: Domingo, 25 de agosto de 2019
Distância: 42,195kms
Tempo: 2h44min51seg
Media: 3min54seg por quilômetro
Colocação geral: 5º lugar
Atletas no geral: 349 atletas - Mas/Fem
Número total de pódios (fora de Ubiratã): 95
Pódios por classificação geral: 36
Pódios na categoria por faixa etária: 57
Pódios em equipes e/ou duplas: 2
Número de peito: 315
Resultados



Esta foi a quinta vez que saí do Brasil para participar de uma corrida em outro país. E todas elas foi no Paraguai.
A primeira vez foi em 2011 quando eu estrearia em provas fora do nosso Brasilzão e acabei me frustrando bastante devido a uma lesão acometida três semanas antes da prova. Mesmo assim segui para a capital paraguaia, mas acabei amargando uma quebra e abandono no km 38 da maratona.
No ano seguinte (2012) devido a maratona que eu havia feito no Rio de Janeiro no início de julho acabei não conseguindo treinar direito e resolvi mudar a inscrição da maratona para a meia em Assunção e acabei conquistando o segundo lugar na minha categoria com o tempo de 1h21. Tempo relativamente alto para os meus padrões.

Em 2015 retornei ao Paraguai e desta vez para encarar os 42.195 metros da maratona e os venci com 2h59min obtendo também a segunda colocação na categoria. E em 2016 encarei novamente a maratona e desta vez vim bastante cansado, pois havia encarado uma maratona no dia 12 de junho em Porto Alegre (2h50), depois a São Paulo City Maratón no dia 31 de julho (2h53) e fui à Assunção apenas para "cumprir tabela". Finalizando com 3h07. Foi o intervalo mais curto entre maratonas que eu já havia feito em toda a minha carreira amadora (3 maratonas em apenas 11 semanas). Um recorde para mim.


E neste ano de 2019 resolvi voltar a capital paraguaia para buscar um tempo melhorzinho.
Não havia feito treinos excepcionais, mas os 44kms percorridos em Brasília com 3h02min diziam que eu tinha pernas de sobras para buscar uma marca ali na casa das 2h48min que eu venho tentando desde a minha terceira maratona. rsrs
E para alcançar este objetivo, resolvi viajar dois dias antes para ter um tempo maior para descanso (o que não aconteceu). rsrs


Embarquei na rodoviária de Ubiratã na quinta-feira dia 22 de agosto às 16 horas rumo à Cascavel. De lá, às 20 horas, peguei outro ônibus até Foz do Iguaçu e por fim, às 00h05min do dia 23 embarquei em definitivo para Assunção. No entanto, devido a um probleminha na documentação, quase que não passo da alfandega paraguaia. Mas, graças a Deus acabou dando tudo certo e pude voltar ao ônibus e seguir viagem.

Cheguei em Assunção por volta das 06:00h da manhã, horário local (07:00h no horário brasileiro).
Esperei o dia amanhecer por completo e resolvi ir a pé da rodoviária até o El Viajero Hostel onde eu ficaria hospedado.
Depois de mais de 1h20min de caminhada e 8,5kms percorrido, cheguei ao local onde fiquei na recepção aguardando Miguel Delgado, Wu e Zilda que chegaram perto do meio-dia. Daí sim, pudemos adentrar ao quarto.
E nem descansamos muito.
Logo saímos para almoçar e mais a tarde, juntamente com o Wálter e a Maristela fomos ao Shopping retirar os kits.
De lá retornamos ao hostel e já em seguida fomos ao Lido Bar para comer e beber mais alguma coisa e fomos dormir umas 10 e pouco da noite.


No dia seguinte acordamos perto das 10 da manhã e boa parte do dia fiquei na companhia de Miguel Delgado, Wu e Zilda ali no Lido Bar.
Vimos algumas apresentações na rua em frente e a tarde dei um pulinho na rodoviária resolver um probleminha relacionado a minha passagem de volta ao Brasil. Retornei perto das 18 horas ao Lido e devido a insistência, principalmente do Wu, resolvi pedir um prato de massa. Mas, arrependi até a alma.
Fui 'obrigado' a pagar 31 mil guaranis (quase 22 reais) por uma porção que se viesse dentro de um pires acho que sobrava espaço. Não deu nem para matar um terço da fome que eu estava. rsrs


Após esta "bela" refeição, fui à missa numa igreja que ficava atrás do hostel onde estava hospedado. Miguel e Zilda me acompanharam. Wu, preferiu ficar no bar na companhia do Comandante Maia que havia chegado a pouco.
Achei bem legal a missa em espanhol.
Como o padre fala bem compassado, deu para entender quase uns 80% do que ele falava. Só achei muito curta. Apenas 30 minutinhos.
O padre meio que, atropelou tudo. Não sei se é o costumo de lá. Mas, aqui em Ubiratã o padre costuma fazer um sermão no meio da missa. Coisa que não houve em Assunção.
Houve também poucos cânticos e, apesar de dois batizados, haviam pouquíssimos fiéis na belíssima e gigantesca igreja.
Com certeza, voltando à Assunção, à missa estará dentro da minha programação novamente.

Ao término da missa retornamos ao bar, mas de lá, me encaminhei ao Bellini e lá sim, comi um verdadeiro prato de massas por 36 mil guaranis (cerca de 25 reais). Acho que a porção dava pelo menos umas 3 ou 4 vezes a mais do que a do Lido Bar. E ainda teve mini pães de cortesia.
No Bellini encontrei com vários amigos de Cascavel e Toledo que também fariam a prova no dia seguinte.
Após as 22 horas paguei a conta e retornei ao Lido e de lá todos seguimos para o hostel e no meio do caminho ainda encontrei o amigaço Dario de Cuiabá e trocamos umas palavrinhas e seguimos para o repouso.


Fomos dormir por volta das 11 da noite e tínhamos que acordar às 03:30h e sair às 04:00h, pois a largada seria às 05:00h da manhã. Ou seja, fui com dois dias de antecedência para tentar passear e conhecer um pouco mais Assunção e também para ter mais tempo para poder descansar e acabei não fazendo nem uma coisa e nem outra e a largada já estava ali, prestes a ser dada...

Mas, da próxima vez vou tentar fazer um pouquinho diferente. rsrs

Acordei às 03:35h e por volta das 04:05h saímos em direção a Avenida Costanera.
Mas, dava para dormir uns 30 minutinhos a mais, pois do El Viajero ao local da prova demoramos apenas 20 minutos e chegamos faltando mais de meia hora para a largada que foi dada pontualmente às 5 da matina. Ainda escuro e ventando muuuuito...

Para maratonas, eu nem me aqueço, pois tenho 42kms pela frente. Dá tempo de aquecer e sobreaquecer inúmeras vezes pelo percurso. rsrs
Procurei me posicionar bem à frente do pelotão e na saída foi até bem. Não me atrapalhei como acontece em outras provas por aí. rsrs
Saí num ritmo relativamente 'tranquilo'. Os primeiros colocados parece que estavam até mais tranquilos do que eu. Dava para acelerar um pouquinho e curtir a liderança por alguns segundos, se eu quisesse. Mas, me contive. Pelo menos, inicialmente.


O vento vindo do Rio Paraguai estava muito forte e achei desnecessário forçar e gastar energia atoa tão cedo. Mas, parecia que todos estava pensando como eu e foi nessa hora que apertei o passo tentando liderar, nem que fosse por alguns metros. Nisso, um dos atletas começou a acelerar também.
Não deu para ver se ele estava fazendo a maratona ou a meia-maratona, já que a largada das duas provas foi simultâneas. Mas, mesmo assim tentei alcançá-lo e ultrapassá-lo. Mas aí, fiquei de cara para o vento e resolvi maneirar a passada.
Acho que fiquei quase uns 500 metros ali na vice-liderança da prova. Depois deixei essa ideia de liderar de lado para não pôr os planos por água abaixo com fiz uma vez em Porto Alegre quando saí mais forte do que o programado e em Curitiba quando cheguei a liderar a prova por quase 2,5kms.


Nisso, completei o primeiro quilômetro com 3min45seg. Até mais forte do que o esperado que era 3'55 que daria um tempo final ali perto de 2h50. Se bem que, a primeira parte sempre procuro sair mais forte mesmo, porque sempre caio de produção da segunda metade em diante. Porém, o vento ali estava muito forte e o jeito foi tratar de segurar o ritmo. Pelo menos até fazer o retorno lá na frente.

Antes do retorno completei os primeiros 5kms com o tempo de 19min43seg e com aproximadamente 6,5kms fizemos um retorno e aí o vento estava bem favorável e já consegui impor um ritmo bem melhor.
Cheguei no décimo quilômetro com 39min27seg e até ali tudo bem plano. Percurso ao lado do Rio Paraguai na Avenida Costanera. O que matou mesmo foi o vento logo no início.

A partir do quilômetro 11 chegamos na primeira subida. Não era das mais difíceis. Porém, um pouco longa. Cerca de 2kms e isso já foi o suficiente para quebrar bem o ritmo. Tanto é que ultrapassei pela primeira vez a barreira dos 4 minutos por quilômetro ao completar o quilômetro 13 onde fiz 4min10seg.


Depois o percurso ficou mais tranquilo, mas as pernas já pesavam um pouco.
Acabei não vendo a placa de 15 quilômetros, mas no quilômetro seguinte (16º) passei com o tempo acumulado de 1h03min32seg. Media de 3min58seg por quilômetro. Um pouco acima do esperado. No entanto, ainda num ritmo muito bom.

No Strava, a marcação da quilometragem estava sendo sempre alguns metros antes da placa colocada na rua. Mas, estava procurando seguir as placas, pois ultimamente o Strava vem marcando sempre uma quilometragem maior do que normalmente eu corro. E independente de um ou outro estar errado ou não, isso nem vinha ao caso naquele momento. Pois, como eu disse, eu ia seguindo num bom ritmo e sempre ia vendo alguns atletas à minha frente e a principal preocupação era tentar buscá-los.

No quilômetro 18,5 entramos na Avenida Marischal Lopes e a essa altura eu era o nono no geral e conseguia ver até o atleta quinto colocado que seguia a uns 350 a 400 metros de distância e essa colocação teria uma razoável quantia em dinheiro como premiação (2 milhões de Guarani, o que daria um pouco mais de 1.300 reais). Então o jeito era tentar não perdê-lo de vista, pois como ainda faltava muita prova pela frente, eu poderia ter chances de alcançá-lo. E apesar de já estar bem cansado, eu sei que precisava fazer mai quatro ultrapassagens para chegar na quinta colocação. Mas, sonhar não custa nada mesmo. Então vamos sonhar. rsrs
O oitavo colocado seguia a uns 20 metros à minha frente e como o lema era conquistar colocação por colocação para chegar até o quinto lugar, então vamos buscar uma de cada vez.

Cheguei no 20º quilômetro com 1h19min32seg e nos 21 com 1h23min15seg.
Após o km 22 ultrapassei o oitavo colocado e assumi este posto.
No km seguinte (23) fiz mais uma ultrapassagem e assumi o sétimo lugar geral e ainda conseguia ver o quinto colocado que seguia a uns 300 metros de vantagem até o km 24, mas com o encontro dos atletas dos 21kms neste ponto do percurso, dali para frente seria difícil saber quem era da maratona, ou quem era da meia. Mas, eu vinha num bom ritmo e sempre tirando a diferença dos atletas que estavam à minha frente e chegar no atleta que estava em quinto lugar seria questão de tempo.

Cheguei no km 25 com 1h39min04seg. Pouco depois, para judiar ainda mais, passamos em frente ao pórtico de chegada. Mas, para completarmos a prova teríamos que seguir até o final da Avenida Costanera e retornar e para seguir em frente, além de ter que suportar todo o cansaço acumulado até o momento, precisava encarar todo aquele vento contra que vinha do rio e parecia que ele estava ainda mais forte e intenso do que lá no início da prova.

O bom que, após passarmos pelo pórtico, os meio-maratonistas completavam suas participações e agora só restava os maratonistas e aí eu consegui ver a distância que estava dos atletas que seguiam à minha frente. E tinha dois. O sexto e o quinto colocado, respectivamente.


Com muito sofrimento cheguei no quilômetro 30 e com um tempo muito bom, 1h59min25seg.
O sexto colocado ainda seguia numa distância considerável, porém, eu havia tirado alguma diferença e ele estava bem mais perto do que lá no km 24 quando encontramos com os atletas dos 21kms. O quinto colocado também não estava tão longe, mas não sei se daria para chegar, nem em um, nem no outro, pois o cansaço já era quase extenuante e o vento vinha pra acabar de judiar mais ainda.


No entanto, no km 33 o atleta que seguia em quinto lugar parou com cãibras. Passei por ele que ficou sentado no meio fio e assim o sexto virou quinto e eu assumi que era sétimo virei o sexto, temporariamente.
Disse, temporariamente, pois no km seguinte (34) acabei ultrapassando o atleta quinto que no momento caminhava e assumi ali, a colocação que garantia um "dim dim" na premiação. rsrs
Fui para a prova sem muita pretensão. De acordo com os tempos da edição anterior e de acordo com o tempo que eu queria fazer (entre 2h50 e 3h) daria um décimo lugar no geral e muito provavelmente campeão da categoria. Mas, como agora os ares haviam mudado, eu não queria deixar escapar de jeito nenhum aquela colocação.


Não sabia se eu poderia receber o prêmio em dinheiro, por eu ter me inscrito como atleta amador. Mas, isso eu ia deixar pra ver depois. No momento o que eu queria mesmo era seguir o mais rápido possível para completar a prova em quinto. O que para mim seria um feito histórico, inédito em uma maratona e inesquecível.


Pouco depois completei o 35º quilômetro com o relógio marcando 2h20min35seg. Em seguida, fiz o último retorno na Avenida Costanera e agora o vento estava a favor e a motivação foi maior quando um dos staffs que estavam ali naquele retorno onde havia um tapete eletrônico me confirmou dizendo que eu era o quinto colocado. Agora, de um jeito ou de outro eu tinha que continuar firme e forte. Mesmo a aparência dizendo o contrário. rsrs

O atleta que eu acabara de ultrapassar, recomeçou a correr e após o retorno deu para ter uma noção de distância entre eu e ele. Acho que dava uns 300 metros. Talvez um pouquinho mais...
Porém, ainda teria mais de 6kms até o final. Muita coisa ainda poderia acontecer, mas eu ia defender aquela colocação de qualquer forma, pois ela, com certeza, iria coroar a minha carreira de atleta amador.

Por sorte, ou talvez competência, sei lá. Talvez motivação, que mesmo cansado, voltei a correr forte nos quilômetros finais já sem o vento.
Cheguei a fazer quilômetros na casa de 3min40seg antes de chegar aos 40km e ao chegar na marca dos 40 quilômetros o relógio marcava 
2h38min46seg. Ou seja, eu tinha feito os últimos 5kms com pouco mais de 18 minutos... No entanto, me espantei ao correr mais uns 400 ou 500 metros e ver a placa de 41 quilômetros. Nisso, deduzi que todas as placas dos quilômetros anteriores estavam posicionadas no lugar errado.
Até comentei acima, aqui no texto, que o Strava sempre marcava os kms antes da placa na rua e nessa do quilômetro 41 bateu certinho.


Então, já que agora faltava 'apenas' 1.195 metros para o final, vamos partir pra cima. Mas, nem parti. rsrs
Após o quilômetro 41 comecei a sentir umas dores no centro do peito e como faz uns 4 anos que não faço nenhum tipo de exame, tratei de reduzir o ritmo e seguir em passadas curtas, já que a diferença para o sexto colocado estava enorme e há alguns metros do final, cheguei imitando o meu ídolo Vanderlei Cordeiro de Lima. Ou seja, cheguei fazendo "aviãozinho". Uma pena que não consegui encontrar vídeo desse momento glorioso da minha carreira.


Cheguei, travei o cronometro com o tempo de 2h44min55seg (2h44min51seg no tempo corrigido pela chipagem).
Ajoelhei, agradecendo a Deus pela prova, pela conquista e pela oportunidade que Ele me dá de fazer aquilo que mais gosto que é correr.

Ao tentar levantar, não consegui. Me deu cãibras e fui resgatado por uma moça da massagem que me passou um spray. Em seguida fui levado à uma tenda para fazer uma massagem e gelo e as cãibras não passavam. Fiquei uns 20 a 30 minutos na tenda de massagem e nada de parar.
Nisso, os massagistas resolveram amarrar bolsas de gelo em minhas pernas e pediram para tentar caminhar e deixar o gelo no máximo uns 10 minutos.
Fiz isso e melhorou. Mas, estava difícil, muito difícil para caminhar. Menos mal que na hora do pódio, no meu momento de glória, eu consegui subir sem maiores problemas e receber inúmeros brindes e um troféu feio pra caramba. kkkk


Mas, para mim, o que valeu mesmo foi estar presente ali entre os melhores atletas da 10ª edição da Maratona Internacional de Assunção.
A emoção foi tanta que fica impossível descrever com palavras. Mas, me senti "O Cara" naquele momento.

Acabei não recebendo o dinheiro no pódio. Nem o "checão" rsrs
Mas, conversei com a organizadora Mirtha em seguida e ela me disse que o dinheiro estaria disponível em breve e que eu precisava ler o regulamente que lá explicava com maiores detalhes como funcionaria o pagamento.
No entanto, com faço parte dos Baleias e os Baleias são "chegadaços" da Mirtha. Numa confraternização feita a tarde, após a prova, a Mirtha pessoalmente me entregou os 2 milhões de Guarani e a emoção ali foi tão grande que foi impossível segurar as lágrimas.

Haviam várias pessoas naquela confraternização e todos gritando: - "Tutta, Tutta, Tutta! Você merece!"
Momento este, que ficará gravado em minha memória para sempre...
E com os aplausos de todos, Mirtha Doldan, me entregou o dinheiro.

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Recebendo os 2.000.000 Gs. da Mirtha.


Ficamos na confraternização das duas ou três da tarde até umas oito da noite, mais ou menos, e depois retornamos ao hostel onde aguardei mais duas horinhas e em seguida me encaminhei para a rodoviária e às 00h15 embarquei para Ciudad Del'Este, depois Foz do Iguaçu e às 12:00 horas embarquei em definitivo para casa.
Nem troquei todo o dinheiro que ganhei.
Estava sem condições de caminhar muito por Ciudad Del'Este à procura de uma casa de câmbio.
Troquei apenas um pouco na rodoviária de Foz, mas lá eles pagavam muito pouco.
Agora preciso arrumar um jeito de voltar ao Paraguai para trocar o restante. rsrs
 

Em breve trarei mais fotos:



Agradecimentos:
Primeiramente sempre a Deus pelo dom da saúde por intercessão de Nossa Senhora Aparecida e Sagrado Coração de Jesus.
Agradecimento também ao grande amigo Miguel Delgado pelo apoio e ajuda que ele sempre me dá quando estamos juntos.
À Academia Boa Forma de Ubiratã e um agradecimento especial à Secretária Municipal de Esportes em nome do secretario Nicanor Kimura e toda sua equipe. Prefeito Baco e Prefeitura Municipal de Ubiratã pelo patrocínio total e exclusivo nesta prova e a empresa local (Ubiratã On Line e Jornal O Vale) pela divulgação.



Abraço a todos e até uma próxima oportunidade se assim Deus nos permitir...


#tuttamaratonista


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