domingo, 15 de janeiro de 2023

Corrida Nº 223 - 97ª Corrida Internacional de São Silvestre - São Paulo-SP (31dez2022)

 E lá vamos nós para mais uma Corrida Internacional de São Silvestre.
A minha 16ª.

"Quando finalizar uma etapa, não olhe para ela como uma linha de chegada. Mas, sim, como um ponto de partida para uma nova jornada."

 

Segue os dados gerais da prova:

Corrida número: 223
Nome da prova:  97ª Corrida Internacional de São Silvestre
Cidade: São Paulo-SP
Data: Sábado, 31 de dezembro de 2022
Distância: 15kms
Tempo: 58min31seg
Media por quilômetro: 3min54seg
Colocação pelotão geral: 124º lugar
Colocação geral (somando a elite): 163º lugar
Atletas no geral: Não divulgado, mas deve ter tido cerca de 20 mil concluintes
Colocação na categoria por faixa etária dos 45 aos 49 anos: 13º lugar
Atletas na faixa etária: Não divulgado
Número de pódios (fora de Ubiratã): 116 pódios
Pódios por classificação geral: 46 pódios
Pódios na categoria por faixa etária: 66 pódios
Pódios em equipes e/ou duplas: 4 pódios

Número de peito: 3971


Na noite do dia 28 de dezembro de 2022 embarquei para a São Paulo onde faria a minha 16ª participação
 na Corrida Internacional de São Silvestre.
Este ano resolvi ir dois dias antes para ver se dava para descansar melhor. Não sei se deu, pois no dia da prova parece que estava mais cansado do que quando viajo apenas com um dia de antecedência. kkkkkk

Ao chegar em São Paulo, na manhã do dia 29, fui com os amigos Tite de Corbélia e Ademir de Cascavel buscar os kits.
No retorno almoçamos e fizemos o check-in no hotel.

Na entrego dos kits.


A tarde a intensão era fazer uma visita para o meu tio e primos no bairro de Perus, mas o pessoal queria que eu fosse fazer um treininho leve com eles lá no Ibirapuera. E fomos.
Rodamos quase 7kms saindo do hotel até começar a chover lá no parque.


Durante o treino.
Vídeo do treino clique Aqui.


Após a chuva retornamos caminhando para o hotel, tomamos cada um o seu banho e fomos jantar.
Fomos dormir cedo. Antes das 22 horas.

Jantando com os parceiros Tite e Ademir.


Acordamos quase 9 da manhã.
A maior vantagem de ir dois dias antes fui isso: poder dormir até mais tarde no dia seguinte. rsrs
Após tomarmos café (achei bem fraco o café da manhã do Hotel Praça Orione. Mas, a diária foi bem em conta e compensou. rsrs) e fomos até o Brás. Retornamos após o meio-dia, almoçamos e aí sim fui até Perus rever meu tio e primos. Antes, porém, fui até a Av. Rebouças pegar as medalhas do: "Eu Venci a Brigadeiro"
 e segui para Perus em seguida.

Retornei ao hotel após às 22:30hs e fui dormir tarde.
Nem jantei. Comi apenas um lanche e um H2O que comprei no Pão de Açúcar e nada mais. rsrs

Na Estação de Perus esperando o trem.


De manhã, dia 31, acordei às 05:00 horas, tomei o meu 'tradicional' café no quarto e segui com os amigos Ademir e Tite e com os amigos ubiratanenses Fernando e Marluce que chegaram no dia anterior.

Chegamos na Avenida Paulista por volta das 06:05hs da manhã e apesar do número de atletas ter quase dobrado em relação ao ano de 2021,  estava bem tranquilo e nos perfilamos bem próximo a faixa de largada no setor laranja e ficamos "plantados" por lá até dar o horário da largada às 08:05h da manhã.

Pronto para mais uma São Silvestre.


A princípio o calor não estava atrapalhando. Porém, estava bem mais quente que no ano anterior onde teve um leve chuvisqueiro antes da largada. Este ano (2022) estava na casa dos 23 graus e essa temperatura foi aumentando e atrapalhou um pouco durante a prova.

A largada da São Silvestre é sempre complicada e procuro sempre sair com cautela e além da cautela, este ano corri gravando, então, todo cuidado seria pouco.
Demorei cerca de um minuto até cruzar a linha de largada e começar a contar o tempo.
Correr mesmo, só consegui após passar por baixo do primeiro viaduto e começar a descer do outro lado. Ou seja, espaço bom só após 1km que passei com cerca de 4 minutos e alguns segundos.

O Strava como sempre, 'comeu barriga' e não deu para saber quais foram os tempos exatos de cada km. 
Tô precisando urgente de um relógio com GPS para tentar solucionar este tipo de problema. rsrs

No km 2 o tempo marcado pelo meu relógio cronometro 'paraguaio' era de 11min58seg. E cheguei nos 5kms com 19min44seg.
Achei que seria difícil completar a prova com um tempo melhor do que o do ano anterior (1h00:47) pois o início é um percurso muito favorável e passei com o primeiro terço da prova com um tempo bem acima do esperado. E para complicar um pouco
 mais, eu já vinha sentindo algumas dores debaixo da costela desde o quilômetro 2 e com todos estes problemas adversos, alcançar o objetivo seria uma missão dificílima.
Mas, mudei um pouco a respiração e parece que as dores estavam diminuindo.

No quilômetro seguinte passei pelo Tite, que disparou na hora da largada, e dali para frente não mais senti as dores, pelo menos
 não percebia mais. rsrs
No entanto, o cansaço começava a aparecer.

Cheguei ao final de 2022 muito desgastado e cansado fisicamente devido às provas de alto nível e principalmente pelas 6 maratonas que corri num período de 8 meses neste ano (de março a novembro).
Mas, enquanto houver vida, vamos lutar. rsrs

Mesmo correndo e gravando as passadas são largas e o ritmo forte.
O vídeo que fiz na prova pode ser visto lá no meu canal Correndo Corridas no YouTube.


Cheguei no quilômetro 10 com 38min37seg. Muito bom.
Já havia melhorado em relação aos primeiros cinco quilômetros e a ideia agora era chegar nos 12 quilômetros com pelo menos 2 minutos de 'sobra'. Ou seja, já que a ideia é completar abaixo de uma hora, ou quatro minutos de media por quilômetro, eu precisaria chegar no 12 com pelo menos 46 minutos, para quando chegar na Brigadeiro eu ter estes dois minutos de tempo 'extra' para "perder" e assim fechar a prova sub-1h.
Então, tratei
 de manter o ritmo.

Cheguei no quilômetro 12 muito bem. Só que não lembro exato o tempo. kkkk
Mas, estava dentro da meta.

Entrando com tudo na Avenida Brigadeiro.


Ao passar pela placa dos 13 kms o tempo no cronômetro era de 50min17seg. Ou seja, eu poderia dar um "refresco" na subida da Brigadeiro que a prova seria completada abaixo dos 60 minutos. Mas, tentei me manter focado e não 'tirei' muito o pé.
Inclusive, fiz Recorde Pessoal no segmento do Strava na Subida da Brigadeiro (8min21seg para os 2kms do segmento).

Subindo forte a Brigadeiro e trazendo um pelotão.


Não consegui ver os segundos, mas cheguei no quilômetro 14 com pouco mais de 54 minutos.
Pouco depois, Venci a Brigadeiro, entrei na Paulista e foi acelerar para fechar os cerca de 15,3kms da prova com 58min34seg. Tempo este marcado pelo meu relógio cronômetro. Fiquei Feliz demais da conta por ter melhorado em mais de 2 minutos o tempo do ano anterior.
Já no resultado oficial divulgado alguns dias depois, o tempo ficou em 58min31seg.

Minha 16ª chegada e uma das melhores participações na São Silvestre.


Ao final, peguei a medalha que achei tão simples quanto a de 2021 e fomos obrigados a deixar a Paulista sem poder seguir para o Masp para as tradicionais fotos pós-prova.
Mas, mesmo assim não deixamos de celebrar mais uma São Silvestre e mais um ano de vida, corrida e amizade com a galera. E celebramos com uma boa e bela Heineken gelada. rsrs

E viva a São Silvestre. rsrs


Tudo entregue. Prova perfeita e ano impecável.
Voltamos então para o hotel, fechamos a conta e partimos de volta para a casa às 15:30h.
Cheguei em casa no dia 1 º de janeiro de 2023 às 05:00hs da manhã.

E que venha 2023 com muita saúde, paz e conquistas.


Segue abaixo mais algumas fotos:

O kit sempre bem básico do São Silvestre.
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Passando pelo Theatro Municipal.
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Na entrega dos kits com o Tite de Corbélia e o Ademir de Cascavel.
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Após o treininho e a chuva no Ibirapuera.
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Após a prova no dia 31, sem poder ir no Masp.
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Com o amigo Freddie Mercury; quer dizer, Marcos Albert de Maringá.
Ele correu desse jeito. De calça jeans e microfone e completou os 15kms com 1h26min.
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Celebrando mais um ano com os amigos:
Ademir 50:50 - 3º lugar no pelotão geral
Fernando: 1h06:23
Tite: 1h05:13
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Esta é a maior delegação do Atletismo Ubiratã que se tem registro na história da Corrida Internacional de São Silvestre.
João: fez 1h39:27 em sua 5ª São Silvestre.
Tutta: eu completei com 58:31 na minha 16ª participação.
Fernando: completou com 1h06:23 em sua 2ª São Silvestre.
Marluce: com 1h29:06 estreou na mais tradicional prova do pedestrianismo nacional.
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Já no hotel com a medalha "Eu venci a Brigadeiro".
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Fechada a conta de mais uma prova.
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Eu venci a Brigadeiro.
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Valeu pela parceira e apoio galera.
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Partiu voltar pra casa.
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Minha colocação no pelotão geral.
Somando com a elite daria a colocação de número 163.
Esta foi a 2ª melhor colocação na prova. Perdendo apenas para o ano de 2019 quando fui o 161º colocado.
Já em relação ao tempo de conclusão; este foi o 7º melhor tempo.
O melhor tempo foi em 2011 quando completei com 57:30.
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Classificação de toda a elite masculina.
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Classificação das 20 primeiras colocadas na elite feminina.
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Despesas:

Inscrição: R$230
Passagens: R$389,10
Transportes (Uber, Metrô e Trem - para mim, Tite e Ademir): R$94,44
Lanches: R$100 (aproximadamente)
Fotos (minha e do Tite): R$146,60
Extras (cerveja, camiseta, medalhas e máscaras): R$240
Hotel e alimentação: Tite e Ademir pagaram.

Total: R$1.200,14

Patrocínio: R$1.200,14

Patrocinadores: Tite, Ademir e colaboradores do canal Pé Frio Loterias no YouTube.



Tutta Maratonista.

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